A China atualizou as normas técnicas para os veículos elétricos com extensor de alcance (EREV ou REEV), categoria que combina tração elétrica e um motor a combustão dedicado apenas a gerar energia para a bateria. As novas regras, reunidas no padrão QC/T1086-2026, entram em vigor em 1º de novembro de 2026 e elevam as exigências de desempenho, durabilidade e refinamento em um segmento que já vende mais de 1,2 milhão de unidades por ano no país.
A regulamentação substitui um padrão de 2017, de caráter sobretudo qualitativo, e converte boa parte das antigas recomendações em metas mensuráveis. Entre os novos critérios estão o controle da potência gerada pelo extensor, além de testes de compatibilidade eletromagnética, vibração e ruído. Os fabricantes também terão de comprovar maior durabilidade, com ensaios equivalentes a cerca de 300 mil quilômetros de uso em condições reais.
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Segundo os responsáveis pela elaboração das regras, os parâmetros foram definidos a partir de dados de veículos em circulação e de informações fornecidas por montadoras e fornecedores da indústria automotiva chinesa. O objetivo é estabelecer uma base técnica comum para o setor e elevar o padrão dos produtos no mercado.
A revisão acompanha a maturação dos EREVs na China. Concebida inicialmente como solução para ampliar o alcance dos primeiros elétricos, a tecnologia ganhou categoria própria e hoje aparece em SUVs e sedãs de diferentes faixas de preço. Fabricantes como Li Auto, Seres, Deepal e Leapmotor expandiram suas linhas nos últimos anos, com modelos de maior autonomia elétrica, desempenho superior e eletrônica mais sofisticada.
O movimento também já chega ao Brasil. A Leapmotor comercializa por aqui o C10 REEV, enquanto a GAC prepara a chegada do i60 EREV, ampliando a oferta da tecnologia no país.
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A regulamentação substitui um padrão de 2017, de caráter sobretudo qualitativo, e converte boa parte das antigas recomendações em metas mensuráveis. Entre os novos critérios estão o controle da potência gerada pelo extensor, além de testes de compatibilidade eletromagnética, vibração e ruído. Os fabricantes também terão de comprovar maior durabilidade, com ensaios equivalentes a cerca de 300 mil quilômetros de uso em condições reais.
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A revisão acompanha a maturação dos EREVs na China. Concebida inicialmente como solução para ampliar o alcance dos primeiros elétricos, a tecnologia ganhou categoria própria e hoje aparece em SUVs e sedãs de diferentes faixas de preço. Fabricantes como Li Auto, Seres, Deepal e Leapmotor expandiram suas linhas nos últimos anos, com modelos de maior autonomia elétrica, desempenho superior e eletrônica mais sofisticada.
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