Notícia Óleo do motor: quem “põe a mão no fogo”?

Leitor – indignado – reclama que a concessionária onde levou o carro para revisão obrigatória condenou a substituição do óleo do motor feita em uma dessas especializadas em troca de óleo. Ele levou – inclusive – a nota fiscal para comprovar que o óleo utilizado foi exatamente o recomendado pela fábrica no manual do proprietário.


Mas a oficina das concessionárias afirmou que seu carro tinha perdido a garantia de fábrica, pois não se admite nem a troca de óleo, nem de nenhum outro componente fora da rede autorizada.

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Neste caso, a concessionária está correta, pois nem a fábrica e nem ela podem assumir a responsabilidade de garantir um carro que teve algum componente (ou o óleo do motor) substituídos em uma empresa independente. A nota fiscal pode até mencionar o óleo correto, mas não se pode “por a mão no fogo” pela honestidade desta outra empresa. E se for um produto falsificado? Ou fora das especificações do fabricante?

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