Fica difícil para uma família se virar na cidade hoje sem ter um carro. E nos últimos anos o valor dos usados subiu, principalmente durante a pandemia. A faixa de R$ 50 mil virou a atual referência para quem procura um carros usados que ainda são modernos e não vão estar muito rodados.
Com essa grana é possível encontra carros compactos e médios entre 10 e 15 anos, com equipamentos de segurança como airbags e ABS. Dependendo da escolha é possível achar até um usado com câmbio automático.
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Listamos aqui cinco boas opções de carros usados para a família na faixa de R$ 50 mil. Lembrando que na hora de olhar um carro de segunda mão é preciso analisar o veículo com calma para não cair em cilada.
2020 foi o último ano de produção da perua (Foto: Fiat | Divulgação)
A Fiat Palio Weekend foi a última perua produzida no Brasil, saindo de linha em 2020. Na faixa de R$ 50 mil é possível encontrar carros usados desse último ano de produção, seja na versão Adventure 1.8 ou na Attractive 1.4.
Ambas são escolhas seguras, com motorização confiável e de fácil manutenção. O câmbio é apenas manual, no final da linha a caixa automatizada já estava aposentada.
O modelo Attractive é mais econômico e barato de manter, enquanto o Adventure tem mais desempenho e a suspensão elevada que faz alguns SUVs modernos passarem vergonha. O espaço interno parece acanhado para os padrões atuais, mas o porta-malas de 460 litros compensa.
A Fiat Palio Weekend vinha com pacotes de equipamentos mais fechados e com poucos opcionais no final da carreira. Ar-condicionado, freios com ABS e EBD, airbag duplo, direção hidráulica, regulagem de altura no banco do motorista, banco traseiro bipartido e rádio com CD-Player e Bluetooth eram de série em todas as versões.
A versão topo de linha da Spin vem com sete lugares, central multimídia e opção de câmbio automático com seis marchas (Foto: Chevrolet | Divulgação)
A Chevrolet Spin ainda está em produção e também é a última minivan nacional. Ela é uma das opções mais sensatas de carro com sete lugares no mercado de usados, existem alguns SUVs importados com essa característica, mas o custo de propriedade é bem maior.
Sob o capô da Chevrolet Spin está um velho conhecido, o 1.8 Família 1. Sua arquitetura estreou aqui em 1994 com o Corsa e recebeu diversas atualizações, em 2015 ele entregava 108 cv e 17,1 kgfm.
Por R$ 50 mil é possível encontrar o modelo topo de linha LTZ, com câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis. Esse é um carro onde é preciso analisar bem e puxar o histórico antes de comprar, pois fez sucesso com taxistas. Se achar um que era usado por família é melhor.
A versão LTZ da Spin 2015 contava com ar-condicionado, freios com ABS e EBD, airbag duplo, direção hidráulica, central multimídia, câmera de ré, cruise control, volante multifuncional, rodas de liga leve, vidros elétricos nas quatro portas e regulagem elétrica dos retrovisores. É possível achar nesse preço as versões mais simples de anos mais novos também.
O Duster é um dos raros SUVs compactos com bom espaço para passageiros e malas (Foto: Renault | Divulgação)
Os SUVs compactos podem até oferecer um bom espaço para ocupantes, mas são poucos os que possuem um porta-malas considerável. O Renault Duster é um que se aproxima mais das peruas, com 475 litros de volume no bagageiro nas versões 4×2 e 400 litros na 4WD.
Vamos dar destaque ao modelo Dynamique 4WD aqui por combinar a boa aptidão como carro familiar com a tração integral. Com isso ele é capaz de fazer trilhas leves e tem menos risco de ficar atolado naquela ida a praia.
Ele utiliza o motor 2.0 16v F4R, que também apareceu no Megane, na Scenic, no Laguna, no Captur e no Sandero R.S. O câmbio é manual de seis marchas, com a primeira super reduzida para ser usada nas trilhas, no uso cotidiano a Renault recomenda arrancar de segunda.
O que pode pesar no uso do Duster 4WD é o consumo. Se o carro te agradou para o uso familiar, mas não tem necessidade pela tração integral, as versões 1.6 e 2.0 4×2 topo de linha do ano 2014 estão na mesma faixa de preço. Só indicamos evitar o modelo automático.
O hatch japonês tem espaço de carro médio e não costuma encher o saco do dono (Foto: Honda | Divulgação)
O Honda Fit é um hatchback com um aproveitamento genial do interior e algumas soluções vindas das minivans. Por isso, ele consegue espaço de carro médio para os passageiros e um porta-malas de 384 litros mesmo medindo apenas 3,93 m de comprimento.
Na faixa de R$ 50 mil recomendamos o modelo aventureiro Twist, por ser o mais equipado e por ser encontrado com câmbio manual ou automático. Ele utiliza o motor 1.5 aspirado de 116 cv e possui bom desempenho, graças ao baixo peso de 1.147 kg.
O Honda Fit de segunda geração tem motor flex, mas só é econômico com câmbio manual. Essa foi a única geração com caixa automática de cinco marchas, que rouba mais desempenho que o CVT, porém é robusta. Em compensação, o modelo 2013 possui tanque maior para compensar o consumo, com 47 litros.
A Honda não oferece opcionais em seus carros, o Fit Twist já vinha de série com freios ABS, airbag duplo, faróis de neblina, ar-condicionado, CD-player com entrada USB, rodas de liga leve e rack de teto. É o mesmo pacote da versão intermediária LX, acrescido da decoração aventureira.
O Sentra não é tão valorizado quanto o Civic e o Corolla, mas possui a mesma fama de robustez e um espaço interno invejável (Foto: Nissan | Divulgação)
Por muitos anos os sedãs eram sinônimos de carro familiar, junto das peruas, graças ao volume do porta-malas. O segmento dos médios foi dominado pelos japoneses Toyota Corolla e Honda Civic, que também são muito valorizados no mercado de carros usados, uma alternativa que está na faixa de R$ 50 mil é o Nissan Sentra.
O modelo 2014 já era da nova geração, que manteve o motor 2.0 flex, cresceu em tamanho e ficou mais sofisticado. A versão SV é a intermediária, a topo de linha SL custa mais caro.
O Nissan Sentra possui porta-malas de 503 litros e generosos 2,70 m de entre-eixos. De série ele traz bancos em couro, airbag duplo, freios a disco nas quatro rodas com ABS, faróis de neblina, ar-condicionado de duas zonas, apoio de braço no banco traseiro, cruise control, chave presencial e CD-player com Bluetooth.
O câmbio CVT trabalha para ajudar a reduzir o consumo e o tanque de 52 litros é 10 l maior que o da geração atual. A manutenção do Nissan Sentra não possui muitos mistérios e não é cara, mas algumas peças podem ser mais caras quando comparadas às dos outros carros da lista. Pelo menos ele não é beberão como alguns rivais.
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Com essa grana é possível encontra carros compactos e médios entre 10 e 15 anos, com equipamentos de segurança como airbags e ABS. Dependendo da escolha é possível achar até um usado com câmbio automático.
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Listamos aqui cinco boas opções de carros usados para a família na faixa de R$ 50 mil. Lembrando que na hora de olhar um carro de segunda mão é preciso analisar o veículo com calma para não cair em cilada.
1. Fiat Palio Weekend 2020
2020 foi o último ano de produção da perua (Foto: Fiat | Divulgação)
A Fiat Palio Weekend foi a última perua produzida no Brasil, saindo de linha em 2020. Na faixa de R$ 50 mil é possível encontrar carros usados desse último ano de produção, seja na versão Adventure 1.8 ou na Attractive 1.4.
Ambas são escolhas seguras, com motorização confiável e de fácil manutenção. O câmbio é apenas manual, no final da linha a caixa automatizada já estava aposentada.
O modelo Attractive é mais econômico e barato de manter, enquanto o Adventure tem mais desempenho e a suspensão elevada que faz alguns SUVs modernos passarem vergonha. O espaço interno parece acanhado para os padrões atuais, mas o porta-malas de 460 litros compensa.
A Fiat Palio Weekend vinha com pacotes de equipamentos mais fechados e com poucos opcionais no final da carreira. Ar-condicionado, freios com ABS e EBD, airbag duplo, direção hidráulica, regulagem de altura no banco do motorista, banco traseiro bipartido e rádio com CD-Player e Bluetooth eram de série em todas as versões.
2. Chevrolet Spin LTZ 2015
A versão topo de linha da Spin vem com sete lugares, central multimídia e opção de câmbio automático com seis marchas (Foto: Chevrolet | Divulgação)
A Chevrolet Spin ainda está em produção e também é a última minivan nacional. Ela é uma das opções mais sensatas de carro com sete lugares no mercado de usados, existem alguns SUVs importados com essa característica, mas o custo de propriedade é bem maior.
Sob o capô da Chevrolet Spin está um velho conhecido, o 1.8 Família 1. Sua arquitetura estreou aqui em 1994 com o Corsa e recebeu diversas atualizações, em 2015 ele entregava 108 cv e 17,1 kgfm.
Por R$ 50 mil é possível encontrar o modelo topo de linha LTZ, com câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis. Esse é um carro onde é preciso analisar bem e puxar o histórico antes de comprar, pois fez sucesso com taxistas. Se achar um que era usado por família é melhor.
A versão LTZ da Spin 2015 contava com ar-condicionado, freios com ABS e EBD, airbag duplo, direção hidráulica, central multimídia, câmera de ré, cruise control, volante multifuncional, rodas de liga leve, vidros elétricos nas quatro portas e regulagem elétrica dos retrovisores. É possível achar nesse preço as versões mais simples de anos mais novos também.
3. Renault Duster Dynamique 4WD 2014
O Duster é um dos raros SUVs compactos com bom espaço para passageiros e malas (Foto: Renault | Divulgação)
Os SUVs compactos podem até oferecer um bom espaço para ocupantes, mas são poucos os que possuem um porta-malas considerável. O Renault Duster é um que se aproxima mais das peruas, com 475 litros de volume no bagageiro nas versões 4×2 e 400 litros na 4WD.
Vamos dar destaque ao modelo Dynamique 4WD aqui por combinar a boa aptidão como carro familiar com a tração integral. Com isso ele é capaz de fazer trilhas leves e tem menos risco de ficar atolado naquela ida a praia.
Ele utiliza o motor 2.0 16v F4R, que também apareceu no Megane, na Scenic, no Laguna, no Captur e no Sandero R.S. O câmbio é manual de seis marchas, com a primeira super reduzida para ser usada nas trilhas, no uso cotidiano a Renault recomenda arrancar de segunda.
O que pode pesar no uso do Duster 4WD é o consumo. Se o carro te agradou para o uso familiar, mas não tem necessidade pela tração integral, as versões 1.6 e 2.0 4×2 topo de linha do ano 2014 estão na mesma faixa de preço. Só indicamos evitar o modelo automático.
4. Honda Fit Twist 2013
O hatch japonês tem espaço de carro médio e não costuma encher o saco do dono (Foto: Honda | Divulgação)
O Honda Fit é um hatchback com um aproveitamento genial do interior e algumas soluções vindas das minivans. Por isso, ele consegue espaço de carro médio para os passageiros e um porta-malas de 384 litros mesmo medindo apenas 3,93 m de comprimento.
Na faixa de R$ 50 mil recomendamos o modelo aventureiro Twist, por ser o mais equipado e por ser encontrado com câmbio manual ou automático. Ele utiliza o motor 1.5 aspirado de 116 cv e possui bom desempenho, graças ao baixo peso de 1.147 kg.
O Honda Fit de segunda geração tem motor flex, mas só é econômico com câmbio manual. Essa foi a única geração com caixa automática de cinco marchas, que rouba mais desempenho que o CVT, porém é robusta. Em compensação, o modelo 2013 possui tanque maior para compensar o consumo, com 47 litros.
A Honda não oferece opcionais em seus carros, o Fit Twist já vinha de série com freios ABS, airbag duplo, faróis de neblina, ar-condicionado, CD-player com entrada USB, rodas de liga leve e rack de teto. É o mesmo pacote da versão intermediária LX, acrescido da decoração aventureira.
5. Nissan Sentra SV 2014
O Sentra não é tão valorizado quanto o Civic e o Corolla, mas possui a mesma fama de robustez e um espaço interno invejável (Foto: Nissan | Divulgação)
Por muitos anos os sedãs eram sinônimos de carro familiar, junto das peruas, graças ao volume do porta-malas. O segmento dos médios foi dominado pelos japoneses Toyota Corolla e Honda Civic, que também são muito valorizados no mercado de carros usados, uma alternativa que está na faixa de R$ 50 mil é o Nissan Sentra.
O modelo 2014 já era da nova geração, que manteve o motor 2.0 flex, cresceu em tamanho e ficou mais sofisticado. A versão SV é a intermediária, a topo de linha SL custa mais caro.
O Nissan Sentra possui porta-malas de 503 litros e generosos 2,70 m de entre-eixos. De série ele traz bancos em couro, airbag duplo, freios a disco nas quatro rodas com ABS, faróis de neblina, ar-condicionado de duas zonas, apoio de braço no banco traseiro, cruise control, chave presencial e CD-player com Bluetooth.
O câmbio CVT trabalha para ajudar a reduzir o consumo e o tanque de 52 litros é 10 l maior que o da geração atual. A manutenção do Nissan Sentra não possui muitos mistérios e não é cara, mas algumas peças podem ser mais caras quando comparadas às dos outros carros da lista. Pelo menos ele não é beberão como alguns rivais.
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