Os pneus do carro são de extrema importância para a segurança dos ocupantes. Porém é comum se esquecer deles e só se lembrar quando fura ou quando leva algum “susto” ao dirigir. A forma mais fácil de checar o estado é olhando o desgaste na banda de rodagem, mas isso não é o único motivo para trocar o pneu.
Existem situações onde um pneu que aparenta ter pouco desgaste ou estar meia-vida precisa ser trocado. E não é excesso de zelo: todo cuidado é pouco quando se fala de um componente que é a ligação entre o carro e o asfalto. Veja a seguir o que pode levar a trocar um pneu que aparenta estar bom.
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Um pneu velho fica ressecado e fica inseguro (Foto: Shutterstock)
Os pneus usam um composto de borracha misturada a outros materiais que são feitos para conseguir determinados resultados de aderência e durabilidade. Porém esse material se deteriora com o tempo, independentemente do uso. Todo pneu possui uma data de validade
Essa data é de cinco anos. Para saber com exatidão até quando seu pneu é segura para ser usado, procure por uma inscrição “DOT”. A frente dessas letras vem uma série de números, os quatro últimos são a data de fabricação. Os dois primeiros indicam a semana e os dois seguintes o ano, ou seja, se tiver “1122” significa que foi feito na 11ª semana de 2022.
Após passar cinco anos, o composto de borracha começa a perder suas propriedades e fica ressecado. Isso resulta em perda de aderência tanto no seco quanto no molhado. Pneus vencidos fazem o carro destracionar na chuva mesmo estando com os sulcos.
A bolha é resultado de danos graves, reparos disfarçam mas o problema persiste (Foto: Shutterstock)
Quando o pneu está com uma bolha significa que a carcaça metálica interna do mesmo foi danificada. Isso pode vir após um impacto forte com um buraco ou após muitos impactos. Com a carcaça danificada não existe outra alternativa a não ser descartar o pneu, mesmo se for novo.
Um pneu com bolha pode estourar a qualquer momento. Mas enquanto isso não acontecer existe o risco de instabilidade, pois ele perde a simetria radial. Existem profissionais que “somem” com a bolha após uma vulcanização, porém os danos na estrutura continua lá.
É possível fazer reparos no pneu, mas após muitos fica inseguro (Foto: Shutterstock)
Danos na carcaça não podem ser arrumados, mas furos e cortes menores podem. Dependendo do furo e do tipo de reparo feito, o pneu pode rodar até o fim de sua vida útil sem problemas. Mas se já tiver acumulado muitos remendos, é seguro trocar por um novo.
Após muitos furos existe uma possibilidade de algum deles ter danificado a carcaça. Além disso, os remendos podem desbalancear o pneu ou até mesmo se soltar.
O ideal é que os quatro pneus sejam iguais, caso não consiga deixe cada eixo com pneus iguais (Foto: Shutterstock)
Existem medidas e marcas que podem ser mais difíceis de encontrar no mercado. Quando um pneu é danificado e precisa ser trocado, o ideal é colocar outro igual para manter um comportamento dinâmico seguro. Mas se isso não for possível e você optar por comprar um pneu diferente, deve fazer isso em par.
Usar pneus diferentes no carro não é o ideal, mas usando pares do mesmo modelo em cada eixo é o mais seguro. O pneu que estava bom e teve que ser trocado em nome da simetria pode ser reaproveitado como estepe. Existe também a opção de vendê-lo, pessoas que trabalham como motorista de aplicativo ou taxistas procuram por pneus usados em bom estado para reduzir os custos.
O estepe é o que veio de fábrica e não tem uso? Se o carro tiver mais de cinco anos troque o pneu sobressalente imediatamente (Foto: Alexandre Carneiro | AutoPapo)
Ver “estepe sem uso” ou “estepe original de fábrica” em um anúncio de carro usado é considerado um atrativo no imaginário popular. Mas se o carro tiver mais de cinco anos, isso significa que você terá que colocar um pneu sobressalente novo na lista de compras.
Mesmo estando sem uso e guardado dentro do carro (ou fora como em alguns carros franceses e picapes), a ação do tempo é a mesma e o pneu vence. “Mas o estepe é apenas para emergências e roda pouco!” Argumenta alguns. Ora, um pneu velho é perigoso e pode causar problemas mesmo nos poucos quilômetros até encontrar uma borracharia.
Uma vantagem de ter um estepe sempre em condições de rodagem é quando ele é igual às outras rodas, mesmo que seja apenas em medida e calçado em rodas de aço estampado. No infortúnio de um furo você pode colocar o pneu sobressalente, rodar até o seu destino e poder resolver o furado com calma. Se ele for igual aos pneus de rodagem pode até ser colocado na roda principal.
O post 5 motivos para trocar o pneu mesmo que ele não esteja careca apareceu primeiro em AutoPapo.
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Existem situações onde um pneu que aparenta ter pouco desgaste ou estar meia-vida precisa ser trocado. E não é excesso de zelo: todo cuidado é pouco quando se fala de um componente que é a ligação entre o carro e o asfalto. Veja a seguir o que pode levar a trocar um pneu que aparenta estar bom.
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1. Idade do pneu, ou validade
Um pneu velho fica ressecado e fica inseguro (Foto: Shutterstock)
Os pneus usam um composto de borracha misturada a outros materiais que são feitos para conseguir determinados resultados de aderência e durabilidade. Porém esse material se deteriora com o tempo, independentemente do uso. Todo pneu possui uma data de validade
Essa data é de cinco anos. Para saber com exatidão até quando seu pneu é segura para ser usado, procure por uma inscrição “DOT”. A frente dessas letras vem uma série de números, os quatro últimos são a data de fabricação. Os dois primeiros indicam a semana e os dois seguintes o ano, ou seja, se tiver “1122” significa que foi feito na 11ª semana de 2022.
Após passar cinco anos, o composto de borracha começa a perder suas propriedades e fica ressecado. Isso resulta em perda de aderência tanto no seco quanto no molhado. Pneus vencidos fazem o carro destracionar na chuva mesmo estando com os sulcos.
2. Pneu com bolhas
A bolha é resultado de danos graves, reparos disfarçam mas o problema persiste (Foto: Shutterstock)
Quando o pneu está com uma bolha significa que a carcaça metálica interna do mesmo foi danificada. Isso pode vir após um impacto forte com um buraco ou após muitos impactos. Com a carcaça danificada não existe outra alternativa a não ser descartar o pneu, mesmo se for novo.
Um pneu com bolha pode estourar a qualquer momento. Mas enquanto isso não acontecer existe o risco de instabilidade, pois ele perde a simetria radial. Existem profissionais que “somem” com a bolha após uma vulcanização, porém os danos na estrutura continua lá.
3. Pneus muito remendados
É possível fazer reparos no pneu, mas após muitos fica inseguro (Foto: Shutterstock)
Danos na carcaça não podem ser arrumados, mas furos e cortes menores podem. Dependendo do furo e do tipo de reparo feito, o pneu pode rodar até o fim de sua vida útil sem problemas. Mas se já tiver acumulado muitos remendos, é seguro trocar por um novo.
Após muitos furos existe uma possibilidade de algum deles ter danificado a carcaça. Além disso, os remendos podem desbalancear o pneu ou até mesmo se soltar.
4. Furou pneu e não consegue achar um igual
O ideal é que os quatro pneus sejam iguais, caso não consiga deixe cada eixo com pneus iguais (Foto: Shutterstock)
Existem medidas e marcas que podem ser mais difíceis de encontrar no mercado. Quando um pneu é danificado e precisa ser trocado, o ideal é colocar outro igual para manter um comportamento dinâmico seguro. Mas se isso não for possível e você optar por comprar um pneu diferente, deve fazer isso em par.
Usar pneus diferentes no carro não é o ideal, mas usando pares do mesmo modelo em cada eixo é o mais seguro. O pneu que estava bom e teve que ser trocado em nome da simetria pode ser reaproveitado como estepe. Existe também a opção de vendê-lo, pessoas que trabalham como motorista de aplicativo ou taxistas procuram por pneus usados em bom estado para reduzir os custos.
5. Estepe velho ou sem uso
O estepe é o que veio de fábrica e não tem uso? Se o carro tiver mais de cinco anos troque o pneu sobressalente imediatamente (Foto: Alexandre Carneiro | AutoPapo)
Ver “estepe sem uso” ou “estepe original de fábrica” em um anúncio de carro usado é considerado um atrativo no imaginário popular. Mas se o carro tiver mais de cinco anos, isso significa que você terá que colocar um pneu sobressalente novo na lista de compras.
Mesmo estando sem uso e guardado dentro do carro (ou fora como em alguns carros franceses e picapes), a ação do tempo é a mesma e o pneu vence. “Mas o estepe é apenas para emergências e roda pouco!” Argumenta alguns. Ora, um pneu velho é perigoso e pode causar problemas mesmo nos poucos quilômetros até encontrar uma borracharia.
Uma vantagem de ter um estepe sempre em condições de rodagem é quando ele é igual às outras rodas, mesmo que seja apenas em medida e calçado em rodas de aço estampado. No infortúnio de um furo você pode colocar o pneu sobressalente, rodar até o seu destino e poder resolver o furado com calma. Se ele for igual aos pneus de rodagem pode até ser colocado na roda principal.
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