Nem todo condutor é está por dentro do mercado ou tem noção de qual modelo é o melhor ou pior para ele e é aí que nós, a mídia especializada, entramos para auxiliar. Para aqueles que querem fugir das enrascadas, deixamos abaixo uma lista simples: as 5 piores motos já vendidas no Brasil.
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A Kasinski Comet 250R é aquele clássico modelo que engana o motociclista mais leigo, pois ela aparenta ser uma moto mais premium, esportiva, mas menor e com o preço mais em conta. Um preto cheio! Porém a má fama que esta moto recebeu atrelado aos seus inúmeros problemas elétricos a transformaram em uma das piores motos do Brasil.
Tanto nas versões GT, quanto GT-R este modelo apresentou muitos problemas na primeira década dos anos 2000. Em 2010, a moto que esteve em produção de 2005 a 2013 foi até chamada para recall, por conta de riscos de desligamentos repentinos por problemas no acelerador.
A Dafra next 250 chegou como uma promessa com muitas propagandas da marca nos anos de 2010. Com seu design mais sofisticado a moto saltava aos olhos dos consumidores, mas tudo isso caia por terra logo nas primeiras voltas.
Um dos principais motivos são as suspensões e amortecedores duros, principalmente no garfo dianteiro. Na parte de trás a mola vinha também com um defeito crônico de estourar com poucos milhares de quilômetros. Tudo isso somado com a ciclista que não era das melhores fez com que o modelo não fosse bem aceito pelos motociclistas.
Foto: Honda | Divulgação
A CB 300 é sem dúvidas a “bomba” mais famosa dentre as piores motos do Brasil. O modelo feito pela conceituada Honda teve um problema fatal em todos os seus lotes, a quebra do cabeçote.
O grande ponto desta moto era o superaquecimento da parte de cima do motor 300, que foi feito a partir de uma adaptação do que a CBX 250 Twister usava. Este problema de temperatura que ocasionava a trinca da peça e em uma manutenção prá lá de puxada ainda corria o risco de acontecer novamente.
A querida XRE 300 também não escapou da lista. Mesmo sendo um dos modelos mais queridos da marca, ela, que compartilhava o mesmo motor da CB 300 consequentemente tinha o mesmo problema, mas por incrível que pareça não teve a mesma má fama que sua irmã.
Entretanto para esta a Honda fez um esforço e em 2015, quando tirou a CB 300 de linha, ela atualizou o motor da XRE e reforçou a parte de cima do cabeçote para acabar com o problema. Há quem diga que essa correção apenas adiou a quebra do cabeçote.
A Suzuki GS500E, apesar de seu visual atrativo e do motor 500, acabou frustrando muitos motociclistas. Diferente da maioria dos modelos, os problemas mecânicos não eram os maiores, mas a posição de condução e a ciclística fizeram com que esta antiga se tornasse uma das piores motos do Brasil.
A famosa meiota já foi uma das motos mais famosas e desejadas do Brasil. Sendo destaque de várias músicas o modelo sem dúvidas foi uma gigante e com sua potência ela se tornou um ícone por aqui.
Porém tudo que a Yamaha colocou no corpo dessa trail parece que deixou escapar nos detalhes. São muitos os problemas crônicos dela e o primeiro começa com o conforto que mesmo com uma suspensão de mais de 200 mm é destruído pela vibração excessiva da moto.
O segundo ponto é o superaquecimento e queima da ECU (Unidade de Controle Eletrônico), responsável por gerenciar o funcionamento do motor da moto. Se ela parar a moto para também. Por último tem o mais comum e conhecido, a quebra do câmbio. Este foi tão sério e sistemático que a Yamaha realizou um recall para corrigir e evitar a quebra durante a condução e um possível travamento de roda – o que é um risco à saúde do condutor e cidadãos ao redor.
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1. Kasinski Comet GT 250 – piores motos já vendidas no Brasil
A Kasinski Comet 250R é aquele clássico modelo que engana o motociclista mais leigo, pois ela aparenta ser uma moto mais premium, esportiva, mas menor e com o preço mais em conta. Um preto cheio! Porém a má fama que esta moto recebeu atrelado aos seus inúmeros problemas elétricos a transformaram em uma das piores motos do Brasil.
Tanto nas versões GT, quanto GT-R este modelo apresentou muitos problemas na primeira década dos anos 2000. Em 2010, a moto que esteve em produção de 2005 a 2013 foi até chamada para recall, por conta de riscos de desligamentos repentinos por problemas no acelerador.
2. Dafra Next 250
A Dafra next 250 chegou como uma promessa com muitas propagandas da marca nos anos de 2010. Com seu design mais sofisticado a moto saltava aos olhos dos consumidores, mas tudo isso caia por terra logo nas primeiras voltas.
Um dos principais motivos são as suspensões e amortecedores duros, principalmente no garfo dianteiro. Na parte de trás a mola vinha também com um defeito crônico de estourar com poucos milhares de quilômetros. Tudo isso somado com a ciclista que não era das melhores fez com que o modelo não fosse bem aceito pelos motociclistas.
3. Honda CB 300 – piores motos já vendidas no Brasil
Foto: Honda | Divulgação
A CB 300 é sem dúvidas a “bomba” mais famosa dentre as piores motos do Brasil. O modelo feito pela conceituada Honda teve um problema fatal em todos os seus lotes, a quebra do cabeçote.
O grande ponto desta moto era o superaquecimento da parte de cima do motor 300, que foi feito a partir de uma adaptação do que a CBX 250 Twister usava. Este problema de temperatura que ocasionava a trinca da peça e em uma manutenção prá lá de puxada ainda corria o risco de acontecer novamente.
4. Honda XRE 300 (antes de 2016)
A querida XRE 300 também não escapou da lista. Mesmo sendo um dos modelos mais queridos da marca, ela, que compartilhava o mesmo motor da CB 300 consequentemente tinha o mesmo problema, mas por incrível que pareça não teve a mesma má fama que sua irmã.
Entretanto para esta a Honda fez um esforço e em 2015, quando tirou a CB 300 de linha, ela atualizou o motor da XRE e reforçou a parte de cima do cabeçote para acabar com o problema. Há quem diga que essa correção apenas adiou a quebra do cabeçote.
5. Suzuki GS 500E – piores motos já vendidas no Brasil
A Suzuki GS500E, apesar de seu visual atrativo e do motor 500, acabou frustrando muitos motociclistas. Diferente da maioria dos modelos, os problemas mecânicos não eram os maiores, mas a posição de condução e a ciclística fizeram com que esta antiga se tornasse uma das piores motos do Brasil.
Bônus. Yamaha XT 660
A famosa meiota já foi uma das motos mais famosas e desejadas do Brasil. Sendo destaque de várias músicas o modelo sem dúvidas foi uma gigante e com sua potência ela se tornou um ícone por aqui.
Porém tudo que a Yamaha colocou no corpo dessa trail parece que deixou escapar nos detalhes. São muitos os problemas crônicos dela e o primeiro começa com o conforto que mesmo com uma suspensão de mais de 200 mm é destruído pela vibração excessiva da moto.
O segundo ponto é o superaquecimento e queima da ECU (Unidade de Controle Eletrônico), responsável por gerenciar o funcionamento do motor da moto. Se ela parar a moto para também. Por último tem o mais comum e conhecido, a quebra do câmbio. Este foi tão sério e sistemático que a Yamaha realizou um recall para corrigir e evitar a quebra durante a condução e um possível travamento de roda – o que é um risco à saúde do condutor e cidadãos ao redor.
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