O airbag assassino da Takata fez mais uma vítima, a terceira fatal no Brasil. O policial Alexandrino Guilherme Ferreira Jr de 40 anos, bateu seu Honda Civic num engarrafamento num viaduto de Belo Horizonte, dia 13 de setembro. O impacto frontal provocou o disparo do air bag e ele foi encontrado sem vida, com sangramento no tórax.
Dois outros motoristas morreram no Brasil pelo mesmo motivo em 2020: em um Chevrolet Celta 2014 em Aracaju e em um Os 10 carros mais baratos do Brasil em 2022: preço e análise dos modelos Mas foram registradas mais de 20 mortes no mundo devido ao mesmo problema, além de centenas de feridos. É o airbag que mata ao invés de proteger.
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É uma bolsa que se infla para proteger motorista e passageiros no caso de um impacto frontal e a Takata era sua maior fabricante no mundo, mas acabou falindo há cinco anos pois se envolveu em um recall de mais de 100 milhões de automóveis com seu produto defeituoso.
O que provoca o acidente é o gás que a Takata decidiu usar para expandir a bolsa inflável, o nitrato de amônia. Sob certas condições de umidade e temperatura, ele provoca uma explosão muito mais forte que a prevista e, além de inflar a bolsa, ele detona também o tubo deflagrador que ejeta dezenas de estilhaços de aço a quase 300 km/h contra motorista e passageiros.
A Takata tinha fábrica no Brasil e, por isso, mais de 3,5 milhões de carros nacionais receberam seu airbag no volante e no painel dianteiro. Apesar do recall realizado por todas as fábricas, cerca de 1,5 milhão de automóveis não foram levados às concessionárias para a troca gratuita do componente e ainda rodam no país com os air bags que matam ao invés de proteger.
Fragmentos metálicos atingiram o motorista de um Celta e provocaram sua morte (Foto: Reprodução | Internet)
Quase todas as marcas realizaram recalls do airbag Takata no Brasil. Veículos produzidos entre 2001 e 2017 estão entre os relacionados para a troca do componente e se o dono estiver em dúvida, basta consultar o serviço de atendimento da montadora informando o número do chassis que consta no documento.
Ao se comprar um carro usado, deve-se entrar em contato com a fábrica para verificar se está enquadrado num eventual recall e levado à concessionária para o reparo. Caso contrário, você pode ser a próxima vítima.
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Dois outros motoristas morreram no Brasil pelo mesmo motivo em 2020: em um Chevrolet Celta 2014 em Aracaju e em um Os 10 carros mais baratos do Brasil em 2022: preço e análise dos modelos Mas foram registradas mais de 20 mortes no mundo devido ao mesmo problema, além de centenas de feridos. É o airbag que mata ao invés de proteger.
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Como funciona um airbag?
É uma bolsa que se infla para proteger motorista e passageiros no caso de um impacto frontal e a Takata era sua maior fabricante no mundo, mas acabou falindo há cinco anos pois se envolveu em um recall de mais de 100 milhões de automóveis com seu produto defeituoso.
O que provoca o acidente é o gás que a Takata decidiu usar para expandir a bolsa inflável, o nitrato de amônia. Sob certas condições de umidade e temperatura, ele provoca uma explosão muito mais forte que a prevista e, além de inflar a bolsa, ele detona também o tubo deflagrador que ejeta dezenas de estilhaços de aço a quase 300 km/h contra motorista e passageiros.
A Takata tinha fábrica no Brasil e, por isso, mais de 3,5 milhões de carros nacionais receberam seu airbag no volante e no painel dianteiro. Apesar do recall realizado por todas as fábricas, cerca de 1,5 milhão de automóveis não foram levados às concessionárias para a troca gratuita do componente e ainda rodam no país com os air bags que matam ao invés de proteger.
Qual carro tem airbag Takata?
Fragmentos metálicos atingiram o motorista de um Celta e provocaram sua morte (Foto: Reprodução | Internet)
Quase todas as marcas realizaram recalls do airbag Takata no Brasil. Veículos produzidos entre 2001 e 2017 estão entre os relacionados para a troca do componente e se o dono estiver em dúvida, basta consultar o serviço de atendimento da montadora informando o número do chassis que consta no documento.
Ao se comprar um carro usado, deve-se entrar em contato com a fábrica para verificar se está enquadrado num eventual recall e levado à concessionária para o reparo. Caso contrário, você pode ser a próxima vítima.
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