O Salão de Paris, o Mondial de L’Auto 2022, terminou nesse domingo (23). O evento foi marcado pelo marasmo no campo das novidades, o Boris esteve presente e comentou que a Renault foi a marca que mais se esforçou com o evento.
Mas no último dia do Salão um grupo de ativistas fizeram as atenções voltarem ao evento. Os membros do Extinction Rebellion invadiram um estande onde uma coleção de esportivos da Ferrari estavam expostos, jogaram tinta preta nos carros e colaram suas mãos aos veículos.
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O motivo do protesto foi critica o uso de carros como meio de transporte individual. Além disso criticaram a forma que híbridos plug-in são divulgados, usando a Ferrari 296 GTB como exemplo. Eles apontaram que o carro representa um custo alto para as pessoas na França, alegando que 13,3 milhões de cidadãos estão em “situação precária de mobilidade”.
Foram presos 11 ativistas após esse ato. Os esportivos italianos que foram alvos pertencem a um colecionador particular. O Extinction Rebellion é o mesmo grupo que realizou um ato onde um ativista se colou a uma pintura de Pablo Picasso na Austrália.
O grupo acusou a Volkswagen de fazer lobby e influenciar decisões da União Europeia (Foto: Scientist Rebellion | Divulgação)
O outro grupo que realizou protesto similar, mas não foi no Salão de Paris. O membros do Scientist Rebellion se colaram ao chão do showroom da Porsche no Centro de Exibições da Autostadt, na Alemanha.
Eles ocuparam o local por 41 horas, mesmo com a Volkswagen desligando o aquecimento e as luzes do local, além de não fornecer recipientes para serem usados paras as necessidades dos ativistas.
Esse protesto foi feito para criticar o lobby da Volkswagen sobre as autoridades europeias. Eles acusam o fabricante de estar mentindo sobre a promessa de ser neutro em emissões de carbono até 2050, assim como mentiram sobre as emissões dos motores diesel.
O post Ativistas se colam a carros da Ferrari no Salão de Paris apareceu primeiro em AutoPapo.
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Mas no último dia do Salão um grupo de ativistas fizeram as atenções voltarem ao evento. Os membros do Extinction Rebellion invadiram um estande onde uma coleção de esportivos da Ferrari estavam expostos, jogaram tinta preta nos carros e colaram suas mãos aos veículos.
Une dizaine de rebelles occupent le stand de voitures "d'exception" du salon de l'automobile. Ils dénoncent une industrie polluante qui cherche à laver son image avec des véhicules "verts" mais qui continue à promouvoir la voiture individuelle comme transport d'avenir pic.twitter.com/LnfD17C0HL![]()
— Extinction Rebellion France
(@xrFrance) October 21, 2022![]()
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O motivo do protesto foi critica o uso de carros como meio de transporte individual. Além disso criticaram a forma que híbridos plug-in são divulgados, usando a Ferrari 296 GTB como exemplo. Eles apontaram que o carro representa um custo alto para as pessoas na França, alegando que 13,3 milhões de cidadãos estão em “situação precária de mobilidade”.
Foram presos 11 ativistas após esse ato. Os esportivos italianos que foram alvos pertencem a um colecionador particular. O Extinction Rebellion é o mesmo grupo que realizou um ato onde um ativista se colou a uma pintura de Pablo Picasso na Austrália.
Salão de Paris não foi o único alvo de protestos
O grupo acusou a Volkswagen de fazer lobby e influenciar decisões da União Europeia (Foto: Scientist Rebellion | Divulgação)
O outro grupo que realizou protesto similar, mas não foi no Salão de Paris. O membros do Scientist Rebellion se colaram ao chão do showroom da Porsche no Centro de Exibições da Autostadt, na Alemanha.
Eles ocuparam o local por 41 horas, mesmo com a Volkswagen desligando o aquecimento e as luzes do local, além de não fornecer recipientes para serem usados paras as necessidades dos ativistas.
Esse protesto foi feito para criticar o lobby da Volkswagen sobre as autoridades europeias. Eles acusam o fabricante de estar mentindo sobre a promessa de ser neutro em emissões de carbono até 2050, assim como mentiram sobre as emissões dos motores diesel.
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