A BMW construiu 100 unidades do iX5 Hydrodgen, um SUV ainda conceitual, que tem como destaque o uso de célula de combustível no lugar das baterias para gerar eletricidade para o motor. E para saber como funciona, Boris Feldman foi até o estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, para ver na prática como esse sistema funciona.
Desenvolvida em conjunto com a Toyota, a tecnologia de célula de combustível gera eletricidade a partir da reação química dos gases de hidrogênio e oxigênio. O hidrogênio é armazenado em dois tanques a 700 bar de pressão. Já o oxigênio é coletado da atmosfera, como em um carro a combustão.
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Ele não utiliza baterias pesadas para alimentar o motor e nem precisa ficar horas na tomada. Há uma pequena bateria que armazena eletricidade gerada pela reação química. A carga é reposta continuamente quando o carro está em funcionamento, como em um híbrido convencional.
Velocidade máxima do SUV a hidrogênio é de 180 km/h
O abastecimento é tão rápido quanto de um carro a gasolina. Seu tanque permite acumular hidrogênio para até 500 km de autonomia. Atualmente, o desafio está na carência de infraestrutura para armazenamento do gás nos postos de combustível.
O BMW iX5 Hydrogen conta com um motor traseiro de 401 cv. Segundo a marca, ele é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 6 segundos e atingir máxima de 180 km/h.
Uma curiosidade do iX5 Hydrogen é que ele não tem cano de descarga. Há uma saída de água sob a carroceria. Isso porque o resultado da reação química entre hidrogênio e oxigênio produz água. Ela sai limpinha e desmineralizada.
Abastecimento ainda é um problema devido a falta de infraestrutura dos postos de combustíveis
Por dentro, o X5 a hidrogênio não difere em nada de seus irmãos elétricos, híbridos ou a combustão. A principal diferença está no cantinho do quadro de instrumentos, que indica a quantidade de litros de hidrogênio restante nos tanques de plástico reforçado.
Por hora, o BMW iX5 Hydrogen é apenas um conceito. A tecnologia da célula de combustível ainda é cara e o armazenamento do gás para abastecimento ainda precisa evoluir. No Brasil, Toyota, Nissan e Volkswagen trabalham em uma solução que extrai o hidrogênio do etanol. Quando estiver consolidada, não demandará grandes investimentos em infraestrutura.
O post BMW iX5 Hydrogen: Boris foi aos EUA guiar o elétrico apareceu primeiro em AutoPapo.
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Desenvolvida em conjunto com a Toyota, a tecnologia de célula de combustível gera eletricidade a partir da reação química dos gases de hidrogênio e oxigênio. O hidrogênio é armazenado em dois tanques a 700 bar de pressão. Já o oxigênio é coletado da atmosfera, como em um carro a combustão.
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Ele não utiliza baterias pesadas para alimentar o motor e nem precisa ficar horas na tomada. Há uma pequena bateria que armazena eletricidade gerada pela reação química. A carga é reposta continuamente quando o carro está em funcionamento, como em um híbrido convencional.
Velocidade máxima do SUV a hidrogênio é de 180 km/h
O abastecimento é tão rápido quanto de um carro a gasolina. Seu tanque permite acumular hidrogênio para até 500 km de autonomia. Atualmente, o desafio está na carência de infraestrutura para armazenamento do gás nos postos de combustível.
Motor do BMW iX5 Hydrogen
O BMW iX5 Hydrogen conta com um motor traseiro de 401 cv. Segundo a marca, ele é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 6 segundos e atingir máxima de 180 km/h.
Uma curiosidade do iX5 Hydrogen é que ele não tem cano de descarga. Há uma saída de água sob a carroceria. Isso porque o resultado da reação química entre hidrogênio e oxigênio produz água. Ela sai limpinha e desmineralizada.
Abastecimento ainda é um problema devido a falta de infraestrutura dos postos de combustíveis
Por dentro, o X5 a hidrogênio não difere em nada de seus irmãos elétricos, híbridos ou a combustão. A principal diferença está no cantinho do quadro de instrumentos, que indica a quantidade de litros de hidrogênio restante nos tanques de plástico reforçado.
Futuro próximo
Por hora, o BMW iX5 Hydrogen é apenas um conceito. A tecnologia da célula de combustível ainda é cara e o armazenamento do gás para abastecimento ainda precisa evoluir. No Brasil, Toyota, Nissan e Volkswagen trabalham em uma solução que extrai o hidrogênio do etanol. Quando estiver consolidada, não demandará grandes investimentos em infraestrutura.
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