O Brasil se prepara para realizar, em abril de 2026, seu primeiro leilão de sistemas de armazenamento em baterias em escala de rede, iniciativa que marca a entrada do país em um mercado com potencial bilionário.
O certame seguirá o modelo de reserva de capacidade (LRCAP), com contratação de projetos a partir de 30 MW e contratos de cerca de 10 anos. As baterias serão remuneradas pela disponibilidade de potência, atuando em momentos críticos, como picos de demanda e oscilações na geração renovável.
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A expectativa é de contratação entre 2 GW e 3 GW, com potencial de movimentar cerca de R$ 10 bilhões já nas primeiras rodadas. O governo vem articulando a atração de investimentos internacionais, mirando empresas globais do setor.
A medida responde ao avanço das fontes solar e eólica, que aumentaram a variabilidade do sistema elétrico. Nesse contexto, as baterias surgem como alternativa às usinas térmicas, oferecendo resposta rápida e maior previsibilidade.
Além de reforçar a segurança energética, o leilão pode impulsionar a criação de uma cadeia produtiva de baterias no país, com reflexos também na mobilidade elétrica. A iniciativa alinha o Brasil a mercados onde o armazenamento em larga escala já é peça-chave para a transição energética.
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O certame seguirá o modelo de reserva de capacidade (LRCAP), com contratação de projetos a partir de 30 MW e contratos de cerca de 10 anos. As baterias serão remuneradas pela disponibilidade de potência, atuando em momentos críticos, como picos de demanda e oscilações na geração renovável.
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A expectativa é de contratação entre 2 GW e 3 GW, com potencial de movimentar cerca de R$ 10 bilhões já nas primeiras rodadas. O governo vem articulando a atração de investimentos internacionais, mirando empresas globais do setor.
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