O BYD King chegou ao Brasil com muitas pretensões de se tornar o “rei” dos sedãs médios. O slogan de sua campanha publicitária diz o chama de “o novo rei da rua” e usa imagens do jogador Pelé.
Porém no mercado ele ficou longe de receber alguma coroa. Em julho o BYD King emplacou 593 unidades, em agosto o volume caiu para 384 carros. Ele ficou atrás do Nissan Sentra, que teve sua reestilização lançada no mesmo dia que híbrido chinês.
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O Toyota Corolla manteve sua média de 3.500 unidades mensais inabalada, a chegada do King não afetou esse dado. Confira na tabela abaixo o segmento dos sedãs médios desde a estreia do modelo da BYD:
A BYD parece saber que o King está abaixo de suas expectativas. Em agosto a marca promoveu uma ação oferecendo revisões grátis no modelo para ajudar a alavancar as vendas.
Uma das principais crítica recebidas pelo modelo durante o lançamento foi a falta do pacote ADAS. Esse equipamento de segurança vem de série em todas as versões dos principais rivais e já está presente até em modelos compactos mais baratos. Ele também deve o teto solar, que também é comum em sua faixa de preço.
O carro foca em tecnologias de entretenimento, mas deve pacote de segurança que é padrão no segmento
Os principais atrativos do BYD King são relacionados ao powertrain híbirdo plug-in, ele é o carro mais barato do Brasil com essa tecnologia. Seu motor elétrico de tração é potente e proporciona desempenho superior ao do Corolla Hybrid, além de poder rodar apenas na bateria por alguns quilômetros, sem gastar gasolina.
Essa vantagem pode jogar contra se levarmos em consideração que o comprador precisa ter um wallbox para recarregar o carro em casa ou no trabalho, caso não queira parar em estabelecimentos comerciais com carregadores. Sem esse equipamento, boa parte das vantagens de um híbrido plug-in são perdidas.
Nesse sentido o Toyota Corolla Hybrid leva vantagem pois sua pequena bateria é recarregada pelo próprio carro. O motorista não precisa realizar configurações no painel para reserva de energia ou algo do gênero, o veículo está o tempo todo buscando a maior eficiência. O japonês também é flex, enquanto o King roda apenas com gasolina.
Outro “azar” da BYD foi apostar forte em um segmento tão conservador. O público de sedãs médios é mais maduro e costuma ser fiel a uma montadora. A marca chinesa trouxe uma proposta muito tecnológica e diferente do habitual nesse segmento.
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Porém no mercado ele ficou longe de receber alguma coroa. Em julho o BYD King emplacou 593 unidades, em agosto o volume caiu para 384 carros. Ele ficou atrás do Nissan Sentra, que teve sua reestilização lançada no mesmo dia que híbrido chinês.
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O Toyota Corolla manteve sua média de 3.500 unidades mensais inabalada, a chegada do King não afetou esse dado. Confira na tabela abaixo o segmento dos sedãs médios desde a estreia do modelo da BYD:
| Modelo | Vendas em Julho | Vendas em agosto |
|---|---|---|
| Toyota Corolla | 3.500 | 3.515 |
| Nissan Sentra | 728 | 485 |
| BYD King | 593 | 384 |
| Volkswagen Jetta | 245 | 254 |
| Honda Civic | 146 | 164 |
A BYD parece saber que o King está abaixo de suas expectativas. Em agosto a marca promoveu uma ação oferecendo revisões grátis no modelo para ajudar a alavancar as vendas.
Uma das principais crítica recebidas pelo modelo durante o lançamento foi a falta do pacote ADAS. Esse equipamento de segurança vem de série em todas as versões dos principais rivais e já está presente até em modelos compactos mais baratos. Ele também deve o teto solar, que também é comum em sua faixa de preço.
O carro foca em tecnologias de entretenimento, mas deve pacote de segurança que é padrão no segmento
Os principais atrativos do BYD King são relacionados ao powertrain híbirdo plug-in, ele é o carro mais barato do Brasil com essa tecnologia. Seu motor elétrico de tração é potente e proporciona desempenho superior ao do Corolla Hybrid, além de poder rodar apenas na bateria por alguns quilômetros, sem gastar gasolina.
Essa vantagem pode jogar contra se levarmos em consideração que o comprador precisa ter um wallbox para recarregar o carro em casa ou no trabalho, caso não queira parar em estabelecimentos comerciais com carregadores. Sem esse equipamento, boa parte das vantagens de um híbrido plug-in são perdidas.
Nesse sentido o Toyota Corolla Hybrid leva vantagem pois sua pequena bateria é recarregada pelo próprio carro. O motorista não precisa realizar configurações no painel para reserva de energia ou algo do gênero, o veículo está o tempo todo buscando a maior eficiência. O japonês também é flex, enquanto o King roda apenas com gasolina.
Outro “azar” da BYD foi apostar forte em um segmento tão conservador. O público de sedãs médios é mais maduro e costuma ser fiel a uma montadora. A marca chinesa trouxe uma proposta muito tecnológica e diferente do habitual nesse segmento.
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