O mundo inteiro corre atrás do automóvel elétrico, e muitos cobram a mesma coisa do Brasil. Todos os dizem que estamos indo muito devagar nessa corrida pela eletrificação dos automóveis. Mas eletrificação é uma coisa, carro elétrico é outra.
“Como assim?” Vamos começar explicando que o carro elétrico é aquele que só tem baterias. O eletrificado é o carro que tem o motor elétrico com bateria, mas tem também o motor a combustão.
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Se o problema é meio ambiente, grande parte dos combustíveis que consumimos está concentrada no etanol, que tem muito baixo teor de carbono. E, por isso, ele não contribui tanto quanto a gasolina para o efeito estufa.
Então, nós já temos essa vantagem no Brasil, o motor flex e o uso do etanol. Aí veio outro problema para o brasileiro do carro elétrico que é o seu custo: as baterias ainda custam demais.
O carro elétrico ainda custa muito mais que o seu correspondente com motor térmico, ou a combustão. Então, um bom carro elétrico hoje começa aí de R$ 250 mil, os carros elétricos mais baratinhos são R$ 150 mil a R$ 160 mil É um custo muito alto e que dificilmente o brasileiro terá o poder de compra para levar um elétrico para casa.
Mesmo que você tenha muito saldo bancário para comprar um elétrico de R$ 300 mil, R$ 400, mil você vai se defrontar com um problema. Qual? Carregar!
Se você não está em casa para carregar o seu carro, aliás, se você tiver um apartamento já complica, quando digo casa é casa mesmo. Se você sai para fazer uma viagem, você tem que planejar essa viagem, você não sabe aonde vai ter o eletroposto, o carregador.
E em um país com dimensões continentais como o Brasil, complica ainda mais. Na Europa você pega um carro anda 100 km atravessou três países, às vezes. No Brasil, você anda 100 km e não saiu de casa. Então, tem esse problema para o carro elétrico. Vai rodar uma quilometragem muito alta com dificuldade de carregar. Então, qual que seria o carro elétrico ideal para o Brasil?
O híbrido plug-in. “O que vem a ser isso?” Tem um motor elétrico, tem um motor a combustão. Esse motor elétrico, como é plug-in, você carrega na tomada à noite, no dia seguinte ele tem carga para andar 50 km, 60 km eletricamente. Mas também se acabar a bateria, tanto faz, você tem um motor a combustão. Por isso ele é um híbrido.
Mas não é barato também, são carros que custam entre o carro a combustão e o carro elétrico, porque ele tem bem menos bateria, mas em compensação ele tem dois motores. Tem um elétrico e tem o motor a combustão.
Por enquanto, em uma fase que eu chamaria de transitória, o ideal, no Brasil, na minha opinião, é o carro híbrido plug-in. Pois ele te dá carga na bateria para andar o dia inteiro e se você precisar de fazer uma viagem maior você vai no posto e abastece.
O post Carro elétrico? Não! Aposte em um híbrido plug-in apareceu primeiro em AutoPapo.
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“Como assim?” Vamos começar explicando que o carro elétrico é aquele que só tem baterias. O eletrificado é o carro que tem o motor elétrico com bateria, mas tem também o motor a combustão.
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Se o problema é meio ambiente, grande parte dos combustíveis que consumimos está concentrada no etanol, que tem muito baixo teor de carbono. E, por isso, ele não contribui tanto quanto a gasolina para o efeito estufa.
Então, nós já temos essa vantagem no Brasil, o motor flex e o uso do etanol. Aí veio outro problema para o brasileiro do carro elétrico que é o seu custo: as baterias ainda custam demais.
O carro elétrico ainda custa muito mais que o seu correspondente com motor térmico, ou a combustão. Então, um bom carro elétrico hoje começa aí de R$ 250 mil, os carros elétricos mais baratinhos são R$ 150 mil a R$ 160 mil É um custo muito alto e que dificilmente o brasileiro terá o poder de compra para levar um elétrico para casa.
Mesmo que você tenha muito saldo bancário para comprar um elétrico de R$ 300 mil, R$ 400, mil você vai se defrontar com um problema. Qual? Carregar!
Se você não está em casa para carregar o seu carro, aliás, se você tiver um apartamento já complica, quando digo casa é casa mesmo. Se você sai para fazer uma viagem, você tem que planejar essa viagem, você não sabe aonde vai ter o eletroposto, o carregador.
Híbrido plug-in
E em um país com dimensões continentais como o Brasil, complica ainda mais. Na Europa você pega um carro anda 100 km atravessou três países, às vezes. No Brasil, você anda 100 km e não saiu de casa. Então, tem esse problema para o carro elétrico. Vai rodar uma quilometragem muito alta com dificuldade de carregar. Então, qual que seria o carro elétrico ideal para o Brasil?
O híbrido plug-in. “O que vem a ser isso?” Tem um motor elétrico, tem um motor a combustão. Esse motor elétrico, como é plug-in, você carrega na tomada à noite, no dia seguinte ele tem carga para andar 50 km, 60 km eletricamente. Mas também se acabar a bateria, tanto faz, você tem um motor a combustão. Por isso ele é um híbrido.
Mas não é barato também, são carros que custam entre o carro a combustão e o carro elétrico, porque ele tem bem menos bateria, mas em compensação ele tem dois motores. Tem um elétrico e tem o motor a combustão.
Por enquanto, em uma fase que eu chamaria de transitória, o ideal, no Brasil, na minha opinião, é o carro híbrido plug-in. Pois ele te dá carga na bateria para andar o dia inteiro e se você precisar de fazer uma viagem maior você vai no posto e abastece.
O post Carro elétrico? Não! Aposte em um híbrido plug-in apareceu primeiro em AutoPapo.
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