A novidade, a palavra de ordem hoje, é o “Imposto do pecado”! Mas é imposto ou impostura? O Imposto do Pecado é, sobretudo, taxa tributária aos produtos danosos à saúde, como álcool e cigarro. Argumento encontrado por nossos nobres parlamentares para aumentar a arrecadação dos cofres públicos. Bilhões de reais adicionais que vão sair do nosso bolso. Só não ficou bem explicada a inclusão deste imposto das apostas e carros elétricos.
Estes, ao contrário, só contribuem para a saúde dos cidadãos, pois não emitem gases que prejudicam a atmosfera. Também os jogos de azar foram incluídos sem nenhuma explicação lógica, O que tem a ver com saúde? Então o IVA, novo imposto do consumo, que deveria ser de 26,5% para todos os produtos, terá alguns pontos percentuais adicionais graças aos pecadores que fumam, bebem e também os que dirigem carros elétricos e apostam.
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É absolutamente hipócrita essa inclusão dos elétricos para mascarar a finalidade real de aumentar a arrecadação tributária. Mas sob qual justificativa? A de que a bateria ao final da vida é danosa ao meio ambiente. Mentira! Em primeiro lugar, o próprio governo acaba de implantar o Programa Mover, que estimula a pesquisa e investimentos na tecnologia, para quê? Para descarbonização do meio ambiente.
Então, qual a lógica de beneficiar os elétricos com a redução de impostos pelo Plano de Mobilidade Verde e sobretaxa-los com o imposto do pecado? Ou um ou outro! O absurdo deste imposto que está mais para uma impostura é o argumento dos nobres parlamentares totalmente infundado ao alegar que a bateria é danosa ao meio ambiente em seu fim de vida.
Fazem de conta que ignoram as diversas soluções já implantadas para que tenham um destino ambiental limpo e correto. Entre eles, primeiro: dentro das estatísticas de vida média de um carro, depois que o elétrico é sucateado, sua bateria ainda tem 60% da capacidade de carga e poderia ser utilizada em diversas outras finalidades. Segundo ela, pode também ser recarregada por uma fonte limpa de energia elétrica, como uma placa voltaico ou eólica, ou seja, tendo como “combustível” o sol ou o vento.
A bateria pode ser desmontada e reciclada, inclusive num forno, pois enquanto a temperatura vai subindo até 3000 graus, vários de seus materiais podem ser recuperados. Então, a conclusão óbvia a que se chega é de que os parlamentares estão tentando enganar a opinião pública e aumentar a arrecadação sob falsos argumentos como “agressão ao ambiente no fim de vida da bateria”.
Em resumo, qual é a lógica entre os poucos dias que se passaram, entre os elogios feitos por diversos setores ao Plano Mover do governo que criou o IPI verde e este descabido Imposto do Pecado, um golpe certeiro contra este mesmo plano?
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Estes, ao contrário, só contribuem para a saúde dos cidadãos, pois não emitem gases que prejudicam a atmosfera. Também os jogos de azar foram incluídos sem nenhuma explicação lógica, O que tem a ver com saúde? Então o IVA, novo imposto do consumo, que deveria ser de 26,5% para todos os produtos, terá alguns pontos percentuais adicionais graças aos pecadores que fumam, bebem e também os que dirigem carros elétricos e apostam.
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É absolutamente hipócrita essa inclusão dos elétricos para mascarar a finalidade real de aumentar a arrecadação tributária. Mas sob qual justificativa? A de que a bateria ao final da vida é danosa ao meio ambiente. Mentira! Em primeiro lugar, o próprio governo acaba de implantar o Programa Mover, que estimula a pesquisa e investimentos na tecnologia, para quê? Para descarbonização do meio ambiente.
Então, qual a lógica de beneficiar os elétricos com a redução de impostos pelo Plano de Mobilidade Verde e sobretaxa-los com o imposto do pecado? Ou um ou outro! O absurdo deste imposto que está mais para uma impostura é o argumento dos nobres parlamentares totalmente infundado ao alegar que a bateria é danosa ao meio ambiente em seu fim de vida.
Carro elétrico e o Imposto do Pecado
Fazem de conta que ignoram as diversas soluções já implantadas para que tenham um destino ambiental limpo e correto. Entre eles, primeiro: dentro das estatísticas de vida média de um carro, depois que o elétrico é sucateado, sua bateria ainda tem 60% da capacidade de carga e poderia ser utilizada em diversas outras finalidades. Segundo ela, pode também ser recarregada por uma fonte limpa de energia elétrica, como uma placa voltaico ou eólica, ou seja, tendo como “combustível” o sol ou o vento.
A bateria pode ser desmontada e reciclada, inclusive num forno, pois enquanto a temperatura vai subindo até 3000 graus, vários de seus materiais podem ser recuperados. Então, a conclusão óbvia a que se chega é de que os parlamentares estão tentando enganar a opinião pública e aumentar a arrecadação sob falsos argumentos como “agressão ao ambiente no fim de vida da bateria”.
Em resumo, qual é a lógica entre os poucos dias que se passaram, entre os elogios feitos por diversos setores ao Plano Mover do governo que criou o IPI verde e este descabido Imposto do Pecado, um golpe certeiro contra este mesmo plano?
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