Apresentado no final de 2023, o Xiaomi SU7 é o primeiro carro da marca famosa por seus celulares, robôs aspiradores e até toalhas. O sedã 100% atraiu a atenção no mundo todo pois é um dos primeiros carros de uma marca de eletrônicos que realmente saiu do papel, ao contrátrio do “arquivado” Apple Car e o carro da Sony que ainda anda patinando.
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E a chegada do carro da Xiaomi gerou muitas expectativas no mercado chinês. O lançamento oficial do SU7 ocorreu em 28 março com uma enxurrada de pedidos. Segundo o portal IT House, foram 10 mil encomendas nos primeiros 4 minutos de vendas. Ao final do primeiro dia 88.898 unidades tinham sido reservadas.
Fábrica da Xiaomi tem capacidade de produção de 150 mil unidades por ano
Mas a euforia durou pouco. No início de abril, dos mais de 100 mil pedidos, 60 mil foram cancelados. Uma taxa de devolução na ordem de 55%. Entre as razões estão o tempo de espera para a entrega do carro, que pode superar 31 semanas.
Outro motivo para a decisão de cancelamento está no fato de a marca lançar seu segundo modelo. Desta vez um SUV, que teria mais apelo que o sedã. Assim, muitos consumidores consideraram a hipótese de aguardar pela chegada do utilitário ao invés de empatar a grana num carro que demoraria cerca de oito meses para ser entregue.
A Xiaomi não esconde que está com problemas no fluxo de produção e busca alternativas para aumentar a escala, numa tentativa de acalmar os ânimos dos consumidores. Segundo executivos da marca, a planta tem capacidade para produzir 150 mil carros por ano e tem operado em capacidade máxima. “Em plena capacidade, um Xiaomi SU7 é produzido a cada 76 segundos”, afirma o fundador da marca, Lei Jun.
O Xiaomi SU7 é um sedã elétrico equipado conjunto propulsor de até 673 cv, que permite acelera de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos e atingir a máxima de 265 km/h. Suas baterias conta com opções de autonomia entre 628 a 800 km (pelo modo chinês).
Na China, o SU7 parte de 215 mil yuans, que em uma conversão direta giram em torno dos R$ 153 mil.
O post Carro elétrico Xiaomi flopa com 55% de cancelamento dos pedidos apareceu primeiro em AutoPapo.
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E a chegada do carro da Xiaomi gerou muitas expectativas no mercado chinês. O lançamento oficial do SU7 ocorreu em 28 março com uma enxurrada de pedidos. Segundo o portal IT House, foram 10 mil encomendas nos primeiros 4 minutos de vendas. Ao final do primeiro dia 88.898 unidades tinham sido reservadas.
Fábrica da Xiaomi tem capacidade de produção de 150 mil unidades por ano
Mas a euforia durou pouco. No início de abril, dos mais de 100 mil pedidos, 60 mil foram cancelados. Uma taxa de devolução na ordem de 55%. Entre as razões estão o tempo de espera para a entrega do carro, que pode superar 31 semanas.
Outro motivo para a decisão de cancelamento está no fato de a marca lançar seu segundo modelo. Desta vez um SUV, que teria mais apelo que o sedã. Assim, muitos consumidores consideraram a hipótese de aguardar pela chegada do utilitário ao invés de empatar a grana num carro que demoraria cerca de oito meses para ser entregue.
A Xiaomi não esconde que está com problemas no fluxo de produção e busca alternativas para aumentar a escala, numa tentativa de acalmar os ânimos dos consumidores. Segundo executivos da marca, a planta tem capacidade para produzir 150 mil carros por ano e tem operado em capacidade máxima. “Em plena capacidade, um Xiaomi SU7 é produzido a cada 76 segundos”, afirma o fundador da marca, Lei Jun.
O carro elétrico da Xiaomi
O Xiaomi SU7 é um sedã elétrico equipado conjunto propulsor de até 673 cv, que permite acelera de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos e atingir a máxima de 265 km/h. Suas baterias conta com opções de autonomia entre 628 a 800 km (pelo modo chinês).
Na China, o SU7 parte de 215 mil yuans, que em uma conversão direta giram em torno dos R$ 153 mil.
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