Notícia Carro que fez 716 km/l vence a Shell Eco-Marathon 2023

Chegou ao fim da 6ª edição da Shell Eco-Marathon realizada no Brasil. O Pier Mauá, no Rio de Janeiro (RJ), recebeu 39 equipes de todo o Brasil, México, Colômbia, Peru e Bolívia.

Nesse anos, 10 equipes não conseguiram passar pelas inspeções técnicas. Por isso, seus carros não puderam ir para a pista.

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O destaque do ano fica para a boliviana Capitain Victor, da Escuela Militar de Ingeniería, que competiu com o primeiro e único veículo a hidrogênio da Eco-Marathon no Brasil.

Carro a combustão mais eficiente fez 716 km/l​

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O campeão foi movido a gasolina (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)
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Foram seguidos de perto pelo Pato a Jato, abastecido com etanol (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)

Enquanto ficamos animados de ver números acima de 10 km/l na média de consumo em um carro abastecido com gasolina ou etanol, esses universitários buscam estar acima dos 500 km/l.

O melhor resultado da Shell Eco-Marathon 2023 foi o da equipe Drop Team, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). Seu protótipo conseguiu o resultado de 716 km/l com gasolina.

Os gaúchos desbancaram a equipe Pato a Jato, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, que é tetracampeã da Shell Ecoo-Marathon. Esse pessoal de Pato Branco conseguiu 647 km/l com etanol. Outras equipes conseguiram colocar seus carros na pista, mas não chegaram a completar todas as voltas.

O protótipo elétrico mais eficiente da Shell Eco-Marathon é de Minas Gerais​

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Os estudantes da UFMG, com cabelo pintado de azul, levou o tricampeonato nos elétricos (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)

A categoria de protótipo elétrico foi a com maior quantidade de competidores na Shell Eco-Marathon de 2023. A equipe ARMAC Milhagem, da Universidade Federal de Minas Gerais, se consagrou a campeã com média de 367 km/kWh.

A equipe mineira se consagra como tricampeã na categoria, eles já conseguiram a vitória em 2018 e 2022. Em 2019 ficaram em segundo.

A disputa pela liderança foi travada contra a equipe gaúcha EIFCHAR, da IFSul Charqueadas. Eles conseguiram média de 364 km/kWh, foi uma disputa bastante travada.

Duas equipes mexicanas e uma peruana estavam entre as internacionais a conseguir terminar nessa categoria.

Conceito urbano vêm ganhando seu espaço na Shell Eco-Marathon Brasil​

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Como a categoria é nova, não há um padrão; A Unicamp apostou na aerodinâmica (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)
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Enquanto os paranaenses fizeram um desenho funcional (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)

Com mais participantes que no ano anterior, a categoria Conceito Urbano contou com dois competidores classificados. Todos eles com propulsão elétrica.

Infelizmente, nenhum dos dois conseguiram terminar a competição. Os veículos chegaram a passar nas inspeções e foram para a pista, o que já é um alento para os estudantes.

Experiencia com hidrogênio quase foi um sucesso​

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O carro a hidrogênio chegou a ir para a pista, mas enfrentou problemas (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)

Mesmo estando sozinhos, os bolivianos da Escuela Militar de Ingeniería se esforçaram até o último momento para competir. Seu carro chegou a ir para a pista, após terem que resolver alguns detalhes nos freios e na buzina do carro.

Porém um superequecimento interrompeu o primeiro carro a hidrogênio participante da Shell Eco-Marathon do Brasil. O clima do Rio de Janeiro não pegou leve com os carros e os pilotos.

Com os estudos de hidrogênio produzido a partir do etanol no Brasil, esperamos ver equipes locais entrando nessa categoria nos próximos anos.

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