O Toyota Mirai foi o veículo selecionado para ser o carro oficial dos Jogos Olímpicos de Paris, que carrega bandeiras a favor da sustentabilidade. Entretanto, 120 cientistas, engenheiros e acadêmicos pediram aos organizadores das Olimpíadas, por meio de uma carta aberta, que abandonem o modelo para essa função.
O argumento utilizado pelo grupo para ir contra a maior montadora de carros do mundo foi que esse automóvel prejudica as propostas verdes do evento. O motivo para isso? O Toyota Mirai é movido a hidrogênio. Veículos que usam esse tipo de energia para seu funcionamento não emitem carbono na atmosfera, mas ainda são muito poluentes.
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De acordo com os profissionais da Universidade de Cambridge, da Universidade de Oxford e da Universidade do Colorado que escreveram a carta, essa fonte energética tem um alto impacto ambiental já que, majoritariamente, o hidrogênio do mundo é derivado de combustíveis fósseis. Por isso, a maioria dos carros movidos a hidrogênio são mais poluentes do que veículos elétricos, por exemplo. Eles só são mais limpos do que carros com motor de combustão e olhe lá.
A Toyota também está fornecendo a frota oficial que será utilizada em Paris. Ela é composta de 500 Mirai e 10 ônibus movidos a hidrogênio, bem como 1.150 carros elétricos para transportar os atletas. A marca afirma que esses Mirais vão funcionar com hidrogênio derivado de água e matéria orgânica, ou seja, gerado com fontes renováveis.
Ainda assim, os cientistas, engenheiros e acadêmicos se opõem à função dele no evento esportivo em razão da enorme promoção do carro. Esse repúdio se mantém porque, na prática, quem comprar o Toyota Mirai certamente vai usar hidrogênio derivado de combustíveis fósseis que prejudicam o meio ambiente
A solução apresentada na carta aberta foi a substituição do modelo por um carro elétrico da marca, já que a promessa de Paris 2024 é que esses sejam os “Jogos Olímpicos mais verdes de todos os tempos”. A organização pretende reduzir pela metade a pegada de carbono do evento, em comparação com os níveis da década de 2010.
A maior montadora do mundo vem enfrentando críticas por investir pouco nos carros elétricos e ser uma das poucas que apostam em veículos movidos a hidrogênio
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O argumento utilizado pelo grupo para ir contra a maior montadora de carros do mundo foi que esse automóvel prejudica as propostas verdes do evento. O motivo para isso? O Toyota Mirai é movido a hidrogênio. Veículos que usam esse tipo de energia para seu funcionamento não emitem carbono na atmosfera, mas ainda são muito poluentes.
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A Toyota também está fornecendo a frota oficial que será utilizada em Paris. Ela é composta de 500 Mirai e 10 ônibus movidos a hidrogênio, bem como 1.150 carros elétricos para transportar os atletas. A marca afirma que esses Mirais vão funcionar com hidrogênio derivado de água e matéria orgânica, ou seja, gerado com fontes renováveis.
Ainda assim, os cientistas, engenheiros e acadêmicos se opõem à função dele no evento esportivo em razão da enorme promoção do carro. Esse repúdio se mantém porque, na prática, quem comprar o Toyota Mirai certamente vai usar hidrogênio derivado de combustíveis fósseis que prejudicam o meio ambiente
A solução apresentada na carta aberta foi a substituição do modelo por um carro elétrico da marca, já que a promessa de Paris 2024 é que esses sejam os “Jogos Olímpicos mais verdes de todos os tempos”. A organização pretende reduzir pela metade a pegada de carbono do evento, em comparação com os níveis da década de 2010.
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