Notícia Compensa mais pegar ônibus ou comprar uma moto?

Os altos preços com transporte muitas vezes colocam dúvidas na cabeça do cidadão brasieliro. Ir a pé, de bicicleta, ônibus, carro, moto… As opções dependem da situação financeira, do tempo e da distância. Mas como a bicicleta pode não atender a longa distância, e o preço dos automóveis está nas alturas, o trabalhador tem optado em adquirir uma moto quando o transporte público deixa de ser uma opção. Mas qual dos dois vale mais a pena?

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Quanto custa uma passagem de ônibus?

  • O preço das tarifas de transporte são determinados pelo município e podem variar bastante. Considerando as capitais nacionais, o valor mais em conta é no Recife (PE), que custa R$ 2,40 – para as linhas mais baratas – e o mais alto é encontrado nas cidades de Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Velho (RO), custando R$ 6,00.
  • Um trabalhador que circula de ônibus duas vezes ao dia, de segunda a sexta-feira, iria desembolsar cerca de R$ 105,40, no Recife, já os demais teriam que deixar uma média de R$ 264, no fim do mês.
  • Para os cidadãos que embarcar em quatro ônibus por dia, sendo dois na viagem de ida e outros dois para a volta, os custos ficariam entre R$ 210,80 e R$ 528.

Outras capitais como São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ) – que representam um valor médio dentre as principais cidades do Brasil – os custos são de R$ 4,40 e R$ 4,30, respectivamente. Esses valores representam cerca de R$ 191,40 para quem realiza apenas duas viagens no transporte público, e R$ 3802,80 para aqueles que utilizam quatro conduções.

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Honda Biz 110i
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Honda CG Fan 125

Quanto custa manter uma motocicleta?

  • Para verificar esse custo final, deve ser considerado o preço da motocicleta e despesas como combustível, impostos, manutenção e para os precavidos, o seguro.
  • Na hora da compra uma moto, claro que muitos podem optar por usadas e até em fazer o pagamento à vista, mas o parcelamento é uma alternativa que pode ser imediata.
  • Como disponibilizou a concessionária Honda Blokton, o parcelamento de um modelo pode chegar a ser próximo ou até menor que o custo de viajar de transporte público. Uma Honda Biz 110i zero km pode ser financiada em até 48x de R$ 528, para um entrada de R$ 2.000. Para motos usadas, mais potentes e também em conta, o modelo Honda CG 125 Fan 2018 – moto mais vendida do Brasil há anos – é oferecida com parcelas mensais de R$ 384,58, no caso de uma entrada de 20% (R$ 2,1 mil).
  • O valor dos impostos anuais, Ipva, licenciamento e Dpvat é relativo para cada modelo e estado do Brasil. O Ipva em muitos estados custa cerca de 1% ou 2% do valor da motocicleta e o licenciamento pode variar bastante, sendo que em Minas Gerais foi apenas R$ 33,66, já em São Paulo custou R$ 155,23, em 2023. Para as motocicletas o Dpvat é mais alto, embora não esteja sendo cobrado por conta da fraude da seguradora Líder, no último ano de taxação ele foi de R$ 80,11 para todo o Brasil.

A proteção automotiva é outro ponto bastante relativo de quem quer comprar uma moto. Ele pode variar muito em relação ao empresa seguradora ou associação veicular, valor da moto, idade, sexo, estado civil e se o veiculo é usado para trabalho. Sendo assim, para motos menores, ele pode variar em mais de R$ 1.000 ou R$ 2.000 anuais para o contratante.

O consumo é um ponto que alivia os motociclistas. Modelos como a Biz e a CG chegam a fazer mais de 40km/l.

Vale mais a pena pegar ônibus ou comprar uma moto?


Se considerados os gastos mensais de um cidadão, sendo eles prestação, combustível e uma singela e barata manutenção preventiva, parcelar uma motocicleta pode sim ser mais em conta do que viajar de ônibus.

  • A conta pode ser simples. Enquanto as viagens de transporte público chegam a R$ 528, um recém adquirente de uma CG 125 Fan 2018 iria desembolsar pouco mais de R$ 384,58, pois é um modelo bem econômico.

O que deve ficar no radar do piloto que quer comprar uma moto são os impostos e demais valores anuais, além dos possíveis imprevistos com manutenção. O valor das taxas do governo e seguro, podem passar dos R$ 3.000, o que pode apertar nos inícios de ano.

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