Nos últimos anos o mercado de telecomunicações e serviços de entregas pequenas passou a usar carros comuns. Os antigos furgões derivados de hatches compactos, feitos especificamente para esse uso, estavam sumidos do mercado.
Atualmente a situação vem mudando, a Chevrolet vende o Onix Log para esse fim e a Jac Motors possui o E-JS1 City Cargo. Até 2015 esse segmento era dominado pela Fiat, com o Uno Furgão.
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Como são carros feitos especificamente para o trabalho, é difícil encontrar um furgão urbano desses preservados. Por isso, vamos relembrar os que tivemos no Brasil.
Os primeiros clientes foram empresas de telefonia, que usavam o motor a álcool para reduzir custos (Foto: Fiat | Divulgação)
A Fiat inaugurou a versão moderna desse segmento de furgões urbanos no Brasil. Antes disso existam as panel vans, que eram baseadas em peruas grandes importadas ou em caminhonetes, como a Chevrolet Corisco.
O Fiat 147 Furgoneta estreou o conceito de hacth transformado em furgão. Ele foi lançado em 1978 e contava com o motor 1.050 Fiasa. A capacidade de carga ficava em 420 kg, maior que a do Onix Log atual.
A Fiat produziu 12.848 unidades do 147 Furgoneta. Ele foi bastante popular nas frotas de telecomunicações, que usavam o motor a álcool para baixar os custos por km rodado e difundir a tecnologia.
Apesar de ser derivado da Belina, o nome usado era o do Corcel (Foto: Ford | Divulgação)
O primeiro concorrente do 147 Furgoneta não foi bem um hatchback. A Ford usou a perua Belina para fazer eu furgão, apensar o nome ser Corcel II Van.
O baú de carga da perua transformada em furgão tinha capacidade para 1.620 litros. A capacidade de carga ficava em 440 kg. O Corcel II Van usava o motor 1.6 CHT, que podia ser a álcool com 66,8 cv ou a gasolina com 70,6 cv.
Por já vir depenado e contar com o motor AP, muitos viraram carro de arrancada (Foto: Volkswagen | Divulgação)
A Volkswagen seguiu a fórmula a Fiat com o seu Gol Furgão. O hatch compacto perdeu o banco traseiro e trocou os vidros laterais traseiros por chapa. O volume de carga era de 1.200 litros e a capacidade era de 520 kg.
O Gol Furgão contava com o motor 1.6 AP. Ter um peso leve e já vir com uma boa mecânica atraiu o pessoal que preparava o carro para corridas de arrancadas, por isso é difícil achar um sobrevivente hoje.
A Volkswagen fez o Gol Furgão apenas na primeira geração. Na linha 1990 ele trocou o AP pelo 1.6 CHT da Forrd, que na marca alemã era chamado de AE. 1994 foi o último ano dessa configuração.
No início era usado o motor 1.3 Fiasa, que deu lugar ao 1.5 (Foto: Fiat | Divulgação)
Junto da cara nova veio o 1.3 Fire flex
O volume de carga era de 1.300 litros (Foto: Fiat | Divulgação)
A geração nova teve sua versão de carga, mas com motor 1.0 (Foto: Fiat | Divulgação)
O Uno, como um bom sucessor do Fiat 147, acabou herdando também as vagas de emprego do seu antecessor. Sua versão furgão foi lançada em 1988, com o motor Fiasa 1.3.
Em 1990 veio o 1.5 da mesma família, que foi usado até a chegada do motor Fire. Na época a versão de passageiros era o Mille, com motor 1.0, mas o Furgão manteve o nome Uno por contar com o 1.3 Fire Flex.
A capacidade de carga dele era de 400 kg, mas o volume era de 1.300 litros. Era maior que o do antigo Gol Furgão devido ao aproveitamento de espaço mais inteligente do Uno.
A geração seguinte do Uno teve um furgão por um curto período de tempo, de 2014 a 2015. Nesse modelo novo o motor era o 1.0 Fire Flex.
A Toyota do Brasil fazia o Etios Aibo para exportação (Foto: Toyota | Divulgação)
Aqui ela oferecia a conversão em unidades seminovas (Foto: Toyota | Divulgação)
A Toyota do Brasil criou o Etios Aibo para ser vendido na Argentina, após o modelo deixar de ser vendido por aqui. Porém a marca ofereceu a conversão de modelos usados, que podiam ser alugados através do programa Kinto One Fleet.
O Toyota Etios Aibo tina capacidade para 1.200 litros e 450 kg de carga. O motor usado era o 1.5 aspirado, com câmbio manual de seis marchas.
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Atualmente a situação vem mudando, a Chevrolet vende o Onix Log para esse fim e a Jac Motors possui o E-JS1 City Cargo. Até 2015 esse segmento era dominado pela Fiat, com o Uno Furgão.
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Como são carros feitos especificamente para o trabalho, é difícil encontrar um furgão urbano desses preservados. Por isso, vamos relembrar os que tivemos no Brasil.
1. Fiat 147 Furgoneta
Os primeiros clientes foram empresas de telefonia, que usavam o motor a álcool para reduzir custos (Foto: Fiat | Divulgação)
A Fiat inaugurou a versão moderna desse segmento de furgões urbanos no Brasil. Antes disso existam as panel vans, que eram baseadas em peruas grandes importadas ou em caminhonetes, como a Chevrolet Corisco.
O Fiat 147 Furgoneta estreou o conceito de hacth transformado em furgão. Ele foi lançado em 1978 e contava com o motor 1.050 Fiasa. A capacidade de carga ficava em 420 kg, maior que a do Onix Log atual.
A Fiat produziu 12.848 unidades do 147 Furgoneta. Ele foi bastante popular nas frotas de telecomunicações, que usavam o motor a álcool para baixar os custos por km rodado e difundir a tecnologia.
2. Ford Corcel II Van
Apesar de ser derivado da Belina, o nome usado era o do Corcel (Foto: Ford | Divulgação)
O primeiro concorrente do 147 Furgoneta não foi bem um hatchback. A Ford usou a perua Belina para fazer eu furgão, apensar o nome ser Corcel II Van.
O baú de carga da perua transformada em furgão tinha capacidade para 1.620 litros. A capacidade de carga ficava em 440 kg. O Corcel II Van usava o motor 1.6 CHT, que podia ser a álcool com 66,8 cv ou a gasolina com 70,6 cv.
3. Volkswagen Gol
Por já vir depenado e contar com o motor AP, muitos viraram carro de arrancada (Foto: Volkswagen | Divulgação)
A Volkswagen seguiu a fórmula a Fiat com o seu Gol Furgão. O hatch compacto perdeu o banco traseiro e trocou os vidros laterais traseiros por chapa. O volume de carga era de 1.200 litros e a capacidade era de 520 kg.
O Gol Furgão contava com o motor 1.6 AP. Ter um peso leve e já vir com uma boa mecânica atraiu o pessoal que preparava o carro para corridas de arrancadas, por isso é difícil achar um sobrevivente hoje.
A Volkswagen fez o Gol Furgão apenas na primeira geração. Na linha 1990 ele trocou o AP pelo 1.6 CHT da Forrd, que na marca alemã era chamado de AE. 1994 foi o último ano dessa configuração.
4. Fiat Uno Furgão
No início era usado o motor 1.3 Fiasa, que deu lugar ao 1.5 (Foto: Fiat | Divulgação)
Junto da cara nova veio o 1.3 Fire flex
O volume de carga era de 1.300 litros (Foto: Fiat | Divulgação)
A geração nova teve sua versão de carga, mas com motor 1.0 (Foto: Fiat | Divulgação)
O Uno, como um bom sucessor do Fiat 147, acabou herdando também as vagas de emprego do seu antecessor. Sua versão furgão foi lançada em 1988, com o motor Fiasa 1.3.
Em 1990 veio o 1.5 da mesma família, que foi usado até a chegada do motor Fire. Na época a versão de passageiros era o Mille, com motor 1.0, mas o Furgão manteve o nome Uno por contar com o 1.3 Fire Flex.
A capacidade de carga dele era de 400 kg, mas o volume era de 1.300 litros. Era maior que o do antigo Gol Furgão devido ao aproveitamento de espaço mais inteligente do Uno.
A geração seguinte do Uno teve um furgão por um curto período de tempo, de 2014 a 2015. Nesse modelo novo o motor era o 1.0 Fire Flex.
5. Toyota Etios Aibo
A Toyota do Brasil fazia o Etios Aibo para exportação (Foto: Toyota | Divulgação)
Aqui ela oferecia a conversão em unidades seminovas (Foto: Toyota | Divulgação)
A Toyota do Brasil criou o Etios Aibo para ser vendido na Argentina, após o modelo deixar de ser vendido por aqui. Porém a marca ofereceu a conversão de modelos usados, que podiam ser alugados através do programa Kinto One Fleet.
O Toyota Etios Aibo tina capacidade para 1.200 litros e 450 kg de carga. O motor usado era o 1.5 aspirado, com câmbio manual de seis marchas.
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