Uma intensa batalha legal está em curso entre a gigante automotiva alemã BMW e um grupo de empresários sediados em Roterdã. A briga é pelo futuro de 260 BMWs novos que foram recuperados do navio cargueiro Fremantle Highway, incendiado no ano passado no porto de Eemshaven, nos Países Baixos.
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O incêndio aconteceu em 2023 (Foto: Kustwacht Nederland | Divulgação)
O consórcio de Roterdã adquiriu os BMWs através de um intermediário que os comprou de uma seguradora de Taiwan. No final de 2023, a BMW tomou medidas legais para impedir a venda dos veículos danificados pelo fogo, citando preocupações com segurança e potencial impacto na reputação da marca caso os carros apresentem problemas.
Após seis meses de impasse, o consórcio de Roterdã apelou ao tribunal de Haia para que a liminar fosse quebrada, alegando que os veículos não sofreram danos significativos além da fuligem superficial.
Enquanto isso, a BMW argumenta que componentes fundamentais como fiação, pintura e metal foram comprometidos, tornando os veículos potencialmente inseguros.
Durante a audiência, os empresários de Roterdã propuseram vender os BMWs em países com padrões automotivos menos rigorosos, como um compromisso para mitigar o risco à reputação da BMW. No entanto, a montadora alemã não demonstrou interesse nesta solução alternativa.
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O incêndio aconteceu em 2023 (Foto: Kustwacht Nederland | Divulgação)
- Em julho de 2023, o Fremantle Highway, navio de carga que transportava mais de 3.700 veículos, foi consumido pelas chamas enquanto navegava pela costa europeia. Após o incêndio ser controlado, o navio foi rebocado para Eemshaven, onde os carros foram removidos.
O consórcio de Roterdã adquiriu os BMWs através de um intermediário que os comprou de uma seguradora de Taiwan. No final de 2023, a BMW tomou medidas legais para impedir a venda dos veículos danificados pelo fogo, citando preocupações com segurança e potencial impacto na reputação da marca caso os carros apresentem problemas.
Após seis meses de impasse, o consórcio de Roterdã apelou ao tribunal de Haia para que a liminar fosse quebrada, alegando que os veículos não sofreram danos significativos além da fuligem superficial.
Enquanto isso, a BMW argumenta que componentes fundamentais como fiação, pintura e metal foram comprometidos, tornando os veículos potencialmente inseguros.
Durante a audiência, os empresários de Roterdã propuseram vender os BMWs em países com padrões automotivos menos rigorosos, como um compromisso para mitigar o risco à reputação da BMW. No entanto, a montadora alemã não demonstrou interesse nesta solução alternativa.
- A decisão do tribunal sobre o destino dos BMWs está prevista para ser anunciada em 15 de julho.
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