Mesmo quando o manual não indica substituição, análise técnica aponta necessidade preventiva
A substituição do fluido de transmissão ainda gera divergência entre concessionárias e oficinas independentes. Para Cleyton André, Consultor Técnico da Revista O Mecânico, a premissa técnica é clara: nenhum fluido mantém propriedades indefinidamente sob carga térmica e mecânica. Veja o vídeo completo do Mecânico Responde.
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Fabricantes de veículos podem não indicar intervalo de troca no manual do proprietário. Entretanto, fabricantes de lubrificantes estabelecem prazo médio de validade de cinco anos. “Nenhum fluido é vitalício. Se ele tem validade na embalagem, por que seria permanente dentro da transmissão sofrendo variação de temperatura e atrito?”, questiona Cleyton.
O fluido atua na lubrificação, dissipação térmica e proteção contra desgaste de engrenagens e sincronizadores. Com o tempo, ocorre degradação por oxidação e contaminação por partículas metálicas.
“A recomendação é fazer a substituição com fluido que atenda às especificações do fabricante para preservar a vida útil da transmissão”, reforça. O procedimento deve seguir o método correto de drenagem, inspeção e nível conforme padrão técnico do modelo atendido.
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