Luiz Augusto Quintas, Diretor do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) foi preso em sua casa na zona sul da capital paulista após investigações o apontarem como suspeito de uma organização criminosa.
De acordo com a polícia, Quintas era o cabeça de uma quadrilha que operava usando todo o sistema do Detran em benefício dele e do grupo. Na casa do diretor, as autoridades também encontraram R$ 100 mil em dinheiro, armas de fogo e munição.
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O diretor é acusado de lavagem de dinheiro, favorecimento pessoal, ocultação de valores e inserção de dados falsos no sistema do Detran. Além dele, outras quatro pessoas foram detidas, dentre elas um policial militar – que tinha a função de conseguir os clientes – e três donos de escritórios despachantes.
A Polícia Civil e a Curadoria-Geral do Estado começaram a investigar o caso depois que uma funcionária do Detran percebeu que a senha dela estava sendo utilizada em fraudes.
O esquema facilitava, mediante pagamento, venda de veículos (incluindo de pessoas mortas), e emissão de CNHs (carteiras de habilitação) sem que as pessoas precisassem comparecer às aulas teóricas ou práticas em autoescolas.
Segundo as autoridades, o esquema envolvia falsificação de documentos para agilizar a venda de veículos. Ademais, os acessos ao sistema do Detran eram feitos com senhas clonadas de funcionários.
Além das prisões, a polícia cumpriu 11 mandados de busca e apreensão, um deles, na sede do Detran em SP.
O post Diretor do Detran-SP é preso por suspeita de liderar esquema milionário apareceu primeiro em AutoPapo.
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De acordo com a polícia, Quintas era o cabeça de uma quadrilha que operava usando todo o sistema do Detran em benefício dele e do grupo. Na casa do diretor, as autoridades também encontraram R$ 100 mil em dinheiro, armas de fogo e munição.
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O diretor é acusado de lavagem de dinheiro, favorecimento pessoal, ocultação de valores e inserção de dados falsos no sistema do Detran. Além dele, outras quatro pessoas foram detidas, dentre elas um policial militar – que tinha a função de conseguir os clientes – e três donos de escritórios despachantes.
A Polícia Civil e a Curadoria-Geral do Estado começaram a investigar o caso depois que uma funcionária do Detran percebeu que a senha dela estava sendo utilizada em fraudes.
O esquema facilitava, mediante pagamento, venda de veículos (incluindo de pessoas mortas), e emissão de CNHs (carteiras de habilitação) sem que as pessoas precisassem comparecer às aulas teóricas ou práticas em autoescolas.
Segundo as autoridades, o esquema envolvia falsificação de documentos para agilizar a venda de veículos. Ademais, os acessos ao sistema do Detran eram feitos com senhas clonadas de funcionários.
Além das prisões, a polícia cumpriu 11 mandados de busca e apreensão, um deles, na sede do Detran em SP.
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