Freguês bem atendido sempre volta para comprar novamente. Mas parece que essa máxima do comércio foi esquecida da Mercedes-Benz. A marca alemã se tornou a marca com pior avaliação no portal Reclame Aqui, que mensura a qualidade de atendimento do varejo físico e online.
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Segundo a plataforma, o ‘score’ da marca da Estrela das Três Pontas é de apenas 2,4 pontos, numa escala de 0 a 10. Mau atendimento é um dos pontos.
E o reflexo disso está na queda de desempenho da Mercedes-Benz no varejo premium brasileiro. A marca tem o pior desempenho entre as marcas deste segmento no país, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Mercedes-Benz Classe C é o modelo mais vendido da marca com 665 unidades em 2023 (Foto: Mercedes-Benz | Divulgação)
Com apenas 3.571 unidades licenciadas de janeiro a novembro, a marca está atrás da líder BMW, assim como Volvo, Audi, Porsche e até mesmo a Land Rover, que não peca no atendimento, mas sempre deixou a desejar em qualidade.
Na parcial de novembro, nenhum modelo Mercedes figura entre os 10 premium mais vendidos. No Top 10, a BMW aparece com quatro modelos, Volvo emplacou outros três carros, a Audi figuram com dois outros modelos e a Land Rover fecha a lista com um carro. São eles:
O baixo desempenho no volume de vendas na Mercedes-Benz, no segmento de carros de passeio, não é de hoje. A marca teve seu melhor ano em 2015, quando licenciou 17,540 unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). De lá para cá, os números começaram a encolher e pioraram durante a pandemia.
Em 2020, foram apenas 6,8 mil carros emplacados, no ano seguinte caiu para 5.412 licenciamentos. E a situação se agravou com o fechamento da linha de montagem de Iracemápolis (SP). No ano passado, a marca não conseguiu chegar às 5.000 unidades e este ano não deve superar a barreira dos 4.000 carros.
A empresa, consultada, diz estar ciente deste problema e pretende aprimorar seu atendimento ao consumidor.
O post Estrela cadente: vendas da Mercedes despencam entre os carros de luxo apareceu primeiro em AutoPapo.
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Segundo a plataforma, o ‘score’ da marca da Estrela das Três Pontas é de apenas 2,4 pontos, numa escala de 0 a 10. Mau atendimento é um dos pontos.
E o reflexo disso está na queda de desempenho da Mercedes-Benz no varejo premium brasileiro. A marca tem o pior desempenho entre as marcas deste segmento no país, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Mercedes-Benz Classe C é o modelo mais vendido da marca com 665 unidades em 2023 (Foto: Mercedes-Benz | Divulgação)
Com apenas 3.571 unidades licenciadas de janeiro a novembro, a marca está atrás da líder BMW, assim como Volvo, Audi, Porsche e até mesmo a Land Rover, que não peca no atendimento, mas sempre deixou a desejar em qualidade.
Na parcial de novembro, nenhum modelo Mercedes figura entre os 10 premium mais vendidos. No Top 10, a BMW aparece com quatro modelos, Volvo emplacou outros três carros, a Audi figuram com dois outros modelos e a Land Rover fecha a lista com um carro. São eles:
| Modelo | Novembro | Acumulado |
|---|---|---|
| BMW X1 | 382 | 3.543 |
| BMW 320i | 256 | 3.984 |
| Volvo XC60 | 228 | 3.837 |
| Volvo XC40 | 207 | 1.486 |
| Audi Q3 | 204 | 1.486 |
| Audi Q5 | 193 | 1.858 |
| BMW X5 | 177 | 1.040 |
| BMW X4 | 148 | 1.050 |
| Volvo XC90 | 130 | 1.069 |
| JLR Discovery | 120 | 1.471 |
Vendas da Mercedes em baixa
O baixo desempenho no volume de vendas na Mercedes-Benz, no segmento de carros de passeio, não é de hoje. A marca teve seu melhor ano em 2015, quando licenciou 17,540 unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). De lá para cá, os números começaram a encolher e pioraram durante a pandemia.
Em 2020, foram apenas 6,8 mil carros emplacados, no ano seguinte caiu para 5.412 licenciamentos. E a situação se agravou com o fechamento da linha de montagem de Iracemápolis (SP). No ano passado, a marca não conseguiu chegar às 5.000 unidades e este ano não deve superar a barreira dos 4.000 carros.
A empresa, consultada, diz estar ciente deste problema e pretende aprimorar seu atendimento ao consumidor.
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