A Toyota ordenou que seus funcionários na Venezuela permaneçam em casa e trabalhem remotamente por tempo indeterminado. A medida de segurança foi anunciada nesta segunda-feira (5), horas após relatos de da incursão realizada por forças dos Estados Unidos no país sul-americano, que elevou drasticamente a tensão política e social na região.
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Segundo comunicado interno ao qual a Bloomberg teve acesso, a decisão afeta tanto a equipe administrativa do escritório em Caracas quanto as operações na fábrica localizada em Cumaná. A montadora japonesa justificou a ação como preventiva, visando “garantir a integridade física de seus colaboradores” diante da incerteza sobre possíveis distúrbios civis ou retaliações governamentais após a operação norte-americana.
Fábrica da Toyota na Venezuela (Foto: Reprodução)
A Toyota é uma das poucas montadoras globais que ainda mantêm presença significativa na Venezuela, operando no país há décadas. A fábrica de Cumaná, que historicamente produziu modelos icônicos como o Corolla e a Hilux, tem operado com capacidade reduzida nos últimos anos devido à crise econômica, focando recentemente na montagem de kits importados.
A ordem de ficar em casa reflete o temor do setor privado de que a ação dos EUA desencadeie uma nova onda de instabilidade, protestos ou até mesmo o fechamento de fronteiras e vias de acesso. Até o momento, a montadora não informou uma data para o retorno às atividades presenciais, afirmando que continuará monitorando a situação de segurança dia a dia.
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Segundo comunicado interno ao qual a Bloomberg teve acesso, a decisão afeta tanto a equipe administrativa do escritório em Caracas quanto as operações na fábrica localizada em Cumaná. A montadora japonesa justificou a ação como preventiva, visando “garantir a integridade física de seus colaboradores” diante da incerteza sobre possíveis distúrbios civis ou retaliações governamentais após a operação norte-americana.
Presença histórica na Venezuela
Fábrica da Toyota na Venezuela (Foto: Reprodução)
A Toyota é uma das poucas montadoras globais que ainda mantêm presença significativa na Venezuela, operando no país há décadas. A fábrica de Cumaná, que historicamente produziu modelos icônicos como o Corolla e a Hilux, tem operado com capacidade reduzida nos últimos anos devido à crise econômica, focando recentemente na montagem de kits importados.
A ordem de ficar em casa reflete o temor do setor privado de que a ação dos EUA desencadeie uma nova onda de instabilidade, protestos ou até mesmo o fechamento de fronteiras e vias de acesso. Até o momento, a montadora não informou uma data para o retorno às atividades presenciais, afirmando que continuará monitorando a situação de segurança dia a dia.
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