Com pouco mais de 8 meses de teste, a prefeitura de São Paulo divulgou alguns números sobre o teste da faixa azul, local indicado para o uso de motociclistas.
De acordo com os dados apresentados, a iniciativa foi positiva e está cumprindo o seu papel: reduzir o número de acidentes e diminuir o trânsito local. Segundo a prefeitura, 86% dos motociclistas que passam pela 23 de maio e utilizam a faixa gostaram do projeto, diante de 14% que não a utiliza.
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O período de teste da faixa azul foi entre janeiro e agosto e, nesse recorte de tempo, foram registrados 33 acidentes, sendo 3 deles graves. Fora da Faixa Azul registrou-se 37 acidentes, no entanto, é importante frisar que existem 6x mais usuários no local indicado para os motociclistas.
As ocorrências de acidentes foram mais frequentes nos horários de pico, especificamente entre 8h e 10h e 15h e 21h. De acordo com a prefeitura de São Paulo, boa parte deles aconteceram por falta de sinalização dos motoristas ao mudar de faixa.
O trânsito na avenida 23 de maio também teve uma queda: 6,6% quando comparado a 2019, periodo que antecedeu a pandemia e a instalação do projeto.
A Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT) por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) implantou a Faixa Azul para motocicletas na Avenida 23 de Maio, no sentido Santana/Aeroporto, entre a Praça da Bandeira e o Complexo Viário Jorge João Saad.
O projeto piloto tem por objetivo organizar o espaço compartilhado entre os automóveis e as motocicletas e pacificar e humanizar o trânsito da cidade de São Paulo.
A Faixa Azul não é uma faixa exclusiva para motocicletas. Haverá uma demarcação da via entre as faixas 1 e 2 – usualmente utilizadas pelos motociclistas – para que, em tráfego lento, as motos possam transitar com mais disciplina, de forma segura e consciente e sem alterar a dinâmica já existente na via.
O uso da faixa azul não é obrigatório. O motociclista será orientado a utilizar em caso de trânsito lento. Haverá sinalização vertical por toda a via alertando para os limites de velocidade, cuidado e orientação ao mudar de faixa e mensagens educativas lembrando do uso da seta, o respeito aos limites de velocidade e a atenção aos sinais de trânsito e compartilhamento do espaço na avenida.
A avenida 23 de Maio foi escolhida para o projeto piloto por tratar-se de uma via com alto número de trânsito de motocicletas: 2.400 motos por hora, chegando a 50 mil ao dia, com 78% dos sinistros no local envolvendo a moto.
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De acordo com os dados apresentados, a iniciativa foi positiva e está cumprindo o seu papel: reduzir o número de acidentes e diminuir o trânsito local. Segundo a prefeitura, 86% dos motociclistas que passam pela 23 de maio e utilizam a faixa gostaram do projeto, diante de 14% que não a utiliza.
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O período de teste da faixa azul foi entre janeiro e agosto e, nesse recorte de tempo, foram registrados 33 acidentes, sendo 3 deles graves. Fora da Faixa Azul registrou-se 37 acidentes, no entanto, é importante frisar que existem 6x mais usuários no local indicado para os motociclistas.
As ocorrências de acidentes foram mais frequentes nos horários de pico, especificamente entre 8h e 10h e 15h e 21h. De acordo com a prefeitura de São Paulo, boa parte deles aconteceram por falta de sinalização dos motoristas ao mudar de faixa.
O trânsito na avenida 23 de maio também teve uma queda: 6,6% quando comparado a 2019, periodo que antecedeu a pandemia e a instalação do projeto.
A Faixa Azul em SP
A Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito (SMT) por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) implantou a Faixa Azul para motocicletas na Avenida 23 de Maio, no sentido Santana/Aeroporto, entre a Praça da Bandeira e o Complexo Viário Jorge João Saad.
O projeto piloto tem por objetivo organizar o espaço compartilhado entre os automóveis e as motocicletas e pacificar e humanizar o trânsito da cidade de São Paulo.
A Faixa Azul não é uma faixa exclusiva para motocicletas. Haverá uma demarcação da via entre as faixas 1 e 2 – usualmente utilizadas pelos motociclistas – para que, em tráfego lento, as motos possam transitar com mais disciplina, de forma segura e consciente e sem alterar a dinâmica já existente na via.
O uso da faixa azul não é obrigatório. O motociclista será orientado a utilizar em caso de trânsito lento. Haverá sinalização vertical por toda a via alertando para os limites de velocidade, cuidado e orientação ao mudar de faixa e mensagens educativas lembrando do uso da seta, o respeito aos limites de velocidade e a atenção aos sinais de trânsito e compartilhamento do espaço na avenida.
A avenida 23 de Maio foi escolhida para o projeto piloto por tratar-se de uma via com alto número de trânsito de motocicletas: 2.400 motos por hora, chegando a 50 mil ao dia, com 78% dos sinistros no local envolvendo a moto.
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