A era dos muscle cars está chegando ao fim e um dos principais representante acaba de dar adeus. O Dodge Charger teve sua última unidade produzida em dezembro, confore apurou a revista Road & Track.
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A unidade em questão era da versão Scat Pack Widebody, com bitolas alargadas, equipado com motor Hemi V8 6.4 de 492 cv. O bloco é combinada com uma caixa auomática de oito marchas e tração (claro) é traseira.
Última unidade do Charger saiu na linha de montagem na versão Scat Pack Widebody com quase 500 cv
O Charger está longe de ser a opçõa mais cara da linha, posição que sabe à SRT Hellcat Redeye Jailbreak, que custa US$ 94.365 iniciais. O último Charger custa bem menos, US$ 54.920, mas poderá se valorizar já que se trata do chassi derradeiro.
O Charger de despedida foi finalizado no mesmo dia que também saiu da linha de produção a unidade final do cupê Challenger, segundo publicações norte-americanas. Outro veterano que também foi descontinuado em dezembro foi o sedã 300C, da Chrysler. Os três compartilhavam a mesma plataforma e motores.
Intimidador, o Dodge Charger um dos mais respeitados muscle cars de todos os tempos (Foto: Silverstone Auctions | Divulgação)
O Dodge Charger surgiu nos anos 1960, como um cupê grande para concorrer com o Pontiac Tempest (que daria origem ao icônico GTO). A versão mais emblemática foi a R/T, que chegou no final dos anos 1960 e ficou eternizado no longa-metragem “Bullitt”
Com a crise do petróleo, o esportivo entrou em decadência e encolheu para um cafona cupê com proposta luxuosa em 1975. Em 1982, a Chrysler tentou dar mais esportividade ao modelo, mas virou uma espécie de clone do Ford Mustang (Fox Body), mantido até 1987.
Charger brasileiro era uma derivação esportiva do Dart e fez muito sucesso por aqui
No Brasil a Dodge lançou seu próprio Charger. Na verdade era uma derivação esportiva do Dart, que utilizava a mesma carroceria, mas tinha frente inspirada no modelo norte-americano. O modelo fez sucesso e rivalizava com Chevrolet Opala SS e Ford Maverick V8.
O futuro do Charger tera como base o conceito eletrificado, que tem ruído sintético
Para o futuro, a Stellantis aparentou o conceito Charger Daytona, um cupê elétrico com direito a ronco de mentirinha. Será que vai conseguir satisfazer os fãs do V8?
O post Fim de uma era: ultimo Dodge Charger sai da linha de montagem apareceu primeiro em AutoPapo.
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A unidade em questão era da versão Scat Pack Widebody, com bitolas alargadas, equipado com motor Hemi V8 6.4 de 492 cv. O bloco é combinada com uma caixa auomática de oito marchas e tração (claro) é traseira.
Última unidade do Charger saiu na linha de montagem na versão Scat Pack Widebody com quase 500 cv
O Charger está longe de ser a opçõa mais cara da linha, posição que sabe à SRT Hellcat Redeye Jailbreak, que custa US$ 94.365 iniciais. O último Charger custa bem menos, US$ 54.920, mas poderá se valorizar já que se trata do chassi derradeiro.
O Charger de despedida foi finalizado no mesmo dia que também saiu da linha de produção a unidade final do cupê Challenger, segundo publicações norte-americanas. Outro veterano que também foi descontinuado em dezembro foi o sedã 300C, da Chrysler. Os três compartilhavam a mesma plataforma e motores.
O Dodge Charger
Intimidador, o Dodge Charger um dos mais respeitados muscle cars de todos os tempos (Foto: Silverstone Auctions | Divulgação)
O Dodge Charger surgiu nos anos 1960, como um cupê grande para concorrer com o Pontiac Tempest (que daria origem ao icônico GTO). A versão mais emblemática foi a R/T, que chegou no final dos anos 1960 e ficou eternizado no longa-metragem “Bullitt”
Com a crise do petróleo, o esportivo entrou em decadência e encolheu para um cafona cupê com proposta luxuosa em 1975. Em 1982, a Chrysler tentou dar mais esportividade ao modelo, mas virou uma espécie de clone do Ford Mustang (Fox Body), mantido até 1987.
Charger brasileiro era uma derivação esportiva do Dart e fez muito sucesso por aqui
No Brasil a Dodge lançou seu próprio Charger. Na verdade era uma derivação esportiva do Dart, que utilizava a mesma carroceria, mas tinha frente inspirada no modelo norte-americano. O modelo fez sucesso e rivalizava com Chevrolet Opala SS e Ford Maverick V8.
O futuro do Charger tera como base o conceito eletrificado, que tem ruído sintético
Para o futuro, a Stellantis aparentou o conceito Charger Daytona, um cupê elétrico com direito a ronco de mentirinha. Será que vai conseguir satisfazer os fãs do V8?
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