A Ford iniciou nesta semana as vendas do novo Ford Bronco elétrico no mercado chinês. Desenvolvido em parceria com a JMC especificamente para a Ásia, o SUV marca a tentativa da montadora americana de recuperar relevância no maior mercado do mundo, dominado por veículos eletrificados. Diferente do modelo a combustão vendido no Ocidente, esta versão atua como um laboratório tecnológico, unindo a arquitetura robusta da marca a componentes locais de baixo custo.
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O destaque técnico do lançamento reside nas duas configurações de motorização. A versão topo de linha EREV (veículo elétrico com extensor de alcance) combina dois motores elétricos de 416 cv a um motor 1.5 turbo a gasolina, que funciona exclusivamente como gerador. O conjunto, alimentado por uma bateria da BYD de 43,7 kWh, permite uma autonomia total de 1.220 km sem paradas.
Já a opção puramente elétrica (BEV) oferece 445 cv e é equipada com baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 105,4 kWh, garantindo alcance de 650 km no ciclo chinês CLTC. O modelo elétrico conta ainda com um “frunk” (porta-malas dianteiro) de 160 litros, aproveitando a ausência do motor a combustão.
Foto: Gouche Bangbangmang | Reprodução
Com 5 metros de comprimento, o Bronco chinês mantém características off-road, como 220 mm de altura do solo e ângulos de ataque agressivos. O interior reflete a exigência do consumidor local por conectividade: há uma tela central de 15,6 polegadas, head-up display de realidade aumentada de 70 polegadas e um pacote de 31 sensores ADAS operados por chips de processamento de alta capacidade.
A estratégia de preços é agressiva para conter o avanço das marcas locais. O modelo parte de 229.800 yuans (aproximadamente R$ 185 mil em conversão direta), valor inferior ao de muitos concorrentes ocidentais. O lançamento sublinha a dependência das montadoras tradicionais em relação à cadeia de suprimentos chinesa — incluindo baterias e chips — para manterem-se competitivas globalmente.
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Autonomia estendida
O destaque técnico do lançamento reside nas duas configurações de motorização. A versão topo de linha EREV (veículo elétrico com extensor de alcance) combina dois motores elétricos de 416 cv a um motor 1.5 turbo a gasolina, que funciona exclusivamente como gerador. O conjunto, alimentado por uma bateria da BYD de 43,7 kWh, permite uma autonomia total de 1.220 km sem paradas.
Já a opção puramente elétrica (BEV) oferece 445 cv e é equipada com baterias de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 105,4 kWh, garantindo alcance de 650 km no ciclo chinês CLTC. O modelo elétrico conta ainda com um “frunk” (porta-malas dianteiro) de 160 litros, aproveitando a ausência do motor a combustão.
Dimensões e posicionamento de mercado
Foto: Gouche Bangbangmang | Reprodução
Com 5 metros de comprimento, o Bronco chinês mantém características off-road, como 220 mm de altura do solo e ângulos de ataque agressivos. O interior reflete a exigência do consumidor local por conectividade: há uma tela central de 15,6 polegadas, head-up display de realidade aumentada de 70 polegadas e um pacote de 31 sensores ADAS operados por chips de processamento de alta capacidade.
A estratégia de preços é agressiva para conter o avanço das marcas locais. O modelo parte de 229.800 yuans (aproximadamente R$ 185 mil em conversão direta), valor inferior ao de muitos concorrentes ocidentais. O lançamento sublinha a dependência das montadoras tradicionais em relação à cadeia de suprimentos chinesa — incluindo baterias e chips — para manterem-se competitivas globalmente.
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