O ator Gene Hackman, de 95 anos, foi encontrado morto em sua casa na tarde dessa quarta (26) junto de sua esposa e seu cachorro. A causa não foi divulgada. Um de seus papeis mais icônicos foi em Operação França (1971), que conta com uma das melhores perseguições na história do cinema.
Gene Hackman faz o papel do investigador do detetive Jimmy “Popeye” Doyle, da polícia de Nova Iorque. Ele investiga uma rede de tráfico de heroína vinda da França em navios.
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Não vamos dar mais detalhes sobre a trama pois vale muito a pena assistir a esse clássico. A perseguição no meio do filme envolve o personagem de Gene Hackman indo atrás de um assassino que tomou o controle de um trem elevado no Brooklyn.
O detetive pega o Pontiac Le Mans 1971 de um transeunte para seguir o trem. O carro em questão era novo na época, e com carroceria sedã de quatro portas sem as colunas centrais, algo que sumiu em modelos atuais.
O dublê Bill Hickman, que pilotou o Charger em Bullitt, que dirigiu o Le Mans em Operação França
Antigamente era preciso de um esquema assim para filmar dentro de um carro
A perseguição dura cerca de seis minutos e passa muita tensão. Popeye Doyle precisa dividir a atenção entre a pista e os trilhos do trem, o que causa algumas batidas. Um clichê clássico do cinema, que é desviar de uma mãe atravessando com um carrinho de bebê, nasceu nessa cena.
Durante as gravações do filme, quem estava ao volante do Pontiac Le Mans era o dublê Bill Hickman, que também dirigiu o Dodge Charger em Bullitt (1969). Gene Hackman apenas fez atuações com o carro parado.
Esse acidente foi real, um morador da região não sabia das gravações e passou pelo cruzamento
As cenas foram gravas em ruas do Brooklyn durante o dia. O carro chegou a atingir 145 km/h, não usaram truques de edição para acelerar o movimento e não havia computação gráfica na época. O Oscar de melhor edição recebido pelo filme foi merecido.
Um morador da região que não sabia das gravações bateu seu Ford Torino no Pontiac Le Mans em um cruzamento. As câmeras captaram tudo e as imagens foram usadas no filme.
O filme Operação França recebeu cinco Oscars: melhor filme, melhor edição, melhor diretor, melhor roteiro adaptado e melhor ator. Essa estatueta foi a primeira recebida por Gene Hackman, que ganhou outra em 1993 por Imperdoáveis.
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Gene Hackman faz o papel do investigador do detetive Jimmy “Popeye” Doyle, da polícia de Nova Iorque. Ele investiga uma rede de tráfico de heroína vinda da França em navios.
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O detetive pega o Pontiac Le Mans 1971 de um transeunte para seguir o trem. O carro em questão era novo na época, e com carroceria sedã de quatro portas sem as colunas centrais, algo que sumiu em modelos atuais.
O dublê Bill Hickman, que pilotou o Charger em Bullitt, que dirigiu o Le Mans em Operação França
Antigamente era preciso de um esquema assim para filmar dentro de um carro
A perseguição dura cerca de seis minutos e passa muita tensão. Popeye Doyle precisa dividir a atenção entre a pista e os trilhos do trem, o que causa algumas batidas. Um clichê clássico do cinema, que é desviar de uma mãe atravessando com um carrinho de bebê, nasceu nessa cena.
Durante as gravações do filme, quem estava ao volante do Pontiac Le Mans era o dublê Bill Hickman, que também dirigiu o Dodge Charger em Bullitt (1969). Gene Hackman apenas fez atuações com o carro parado.
Esse acidente foi real, um morador da região não sabia das gravações e passou pelo cruzamento
As cenas foram gravas em ruas do Brooklyn durante o dia. O carro chegou a atingir 145 km/h, não usaram truques de edição para acelerar o movimento e não havia computação gráfica na época. O Oscar de melhor edição recebido pelo filme foi merecido.
Um morador da região que não sabia das gravações bateu seu Ford Torino no Pontiac Le Mans em um cruzamento. As câmeras captaram tudo e as imagens foram usadas no filme.
O filme Operação França recebeu cinco Oscars: melhor filme, melhor edição, melhor diretor, melhor roteiro adaptado e melhor ator. Essa estatueta foi a primeira recebida por Gene Hackman, que ganhou outra em 1993 por Imperdoáveis.
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