As Forças de Defesa de Israel (IDF) reivindicaram a destruição de uma aeronave de transporte VIP utilizada pela cúpula do regime iraniano durante um bombardeio ao Aeroporto Mehrabad, em Teerã, na madrugada desta segunda-feira (16). O ataque atingiu o Airbus A340-300 que servia como o “Air Force One” do país, representando um golpe operacional e simbólico para o governo de Mojtaba Khamenei em meio à escalada do conflito regional.
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O Airbus A340 do Irã, em foto antes do conflito atual
A aeronave destruída, de matrícula EP-AJA, era um quadrijato configurado para missões de longa distância e transporte de autoridades de alto escalão. Fabricado em 1999 e originalmente operado por companhias comerciais antes de ser incorporado à frota governamental, o jato funcionava como um centro de comando volante. O ativo era central na logística do regime para a coordenação com aliados regionais e para a aquisição de suprimentos militares no exterior.
Embora o atual líder supremo, Mojtaba Khamenei, não estivesse a bordo — ele mantém paradeiro desconhecido desde que assumiu o poder há uma semana —, Isreal afirma que a neutralização do avião visa desarticular a capacidade de comunicação e comando da liderança iraniana. O bombardeio também busca limitar os esforços de restauração das capacidades militares do país, atingindo diretamente o prestígio da frota oficial de Teerã.
Esquema mostra os danos infligidos ao aeroporto de Teerã por Israel e Estados Unidos
O Aeroporto de Mehrabad, ponto logístico vital na capital iraniana, já havia sofrido ataques em 6 de março. Este novo golpe, contudo, aprofunda a crise iniciada com a morte de Ali Khamenei em 28 de fevereiro. Desde a sucessão, o conflito evoluiu para uma guerra aberta, com ataques aéreos diários de Israel e dos Estados Unidos contra cidades iranianas, enquanto Teerã retalia com bombardeios a bases americanas no Oriente Médio.
Até o momento, o governo iraniano não confirmou oficialmente a perda da aeronave estratégica e não há informações detalhadas sobre vítimas resultantes desta incursão específica. A destruição do Airbus, no entanto, é vista por analistas como uma mensagem clara de Israel sobre sua capacidade de atingir o coração logístico do poder em Teerã.
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O alvo: Airbus A340-300 VIP
O Airbus A340 do Irã, em foto antes do conflito atual
A aeronave destruída, de matrícula EP-AJA, era um quadrijato configurado para missões de longa distância e transporte de autoridades de alto escalão. Fabricado em 1999 e originalmente operado por companhias comerciais antes de ser incorporado à frota governamental, o jato funcionava como um centro de comando volante. O ativo era central na logística do regime para a coordenação com aliados regionais e para a aquisição de suprimentos militares no exterior.
Embora o atual líder supremo, Mojtaba Khamenei, não estivesse a bordo — ele mantém paradeiro desconhecido desde que assumiu o poder há uma semana —, Isreal afirma que a neutralização do avião visa desarticular a capacidade de comunicação e comando da liderança iraniana. O bombardeio também busca limitar os esforços de restauração das capacidades militares do país, atingindo diretamente o prestígio da frota oficial de Teerã.
Contexto da guerra e escalada
Esquema mostra os danos infligidos ao aeroporto de Teerã por Israel e Estados Unidos
O Aeroporto de Mehrabad, ponto logístico vital na capital iraniana, já havia sofrido ataques em 6 de março. Este novo golpe, contudo, aprofunda a crise iniciada com a morte de Ali Khamenei em 28 de fevereiro. Desde a sucessão, o conflito evoluiu para uma guerra aberta, com ataques aéreos diários de Israel e dos Estados Unidos contra cidades iranianas, enquanto Teerã retalia com bombardeios a bases americanas no Oriente Médio.
Até o momento, o governo iraniano não confirmou oficialmente a perda da aeronave estratégica e não há informações detalhadas sobre vítimas resultantes desta incursão específica. A destruição do Airbus, no entanto, é vista por analistas como uma mensagem clara de Israel sobre sua capacidade de atingir o coração logístico do poder em Teerã.
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