Nesta semana, “Grand Theft Auto”, ou “GTA”, completou 25 anos de sua publicação. O game produzido pela DMA Design foi um projeto de baixa expectativa de seus designers. Mas o game vingou e alavancou uma das franquias mais populares da indústria de games.
O grande barato de “GTA” foi a aplicação do automóvel além da pilotagem padrão do jogo de corridas convencional. O game original deu liberdade ao jogador para trocar de carro e tomar outros (de assalto) ou furto.
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Lembro de ter jogado o primeiro “GTA” num computador de um vizinho. Naquela época a proposta era inovadora. A maioria da molecada apenas roubava o carro e entregava para um receptador. Para mim, o barato era dar rolês alucinados pelas ruas.
Mas quando se resolve jogar o game para valer, a gente descobre que há diversas tarefas divertidas ao volante. Mas o mais legal é que o jogador não tem a obrigação de ficar preso à história.
E um lance bacana é que os produtores sempre criaram diferentes modelos, com base em carros reais. No game de 1997, o jogador pode guiar um clone de um Austin Mini, Ford Puma, Dodge Viper, Ferrari 328, VW Fusca, Porsche 911, dentre outros.
Desde o primeiro “GTA”, de 1997, os produtores inseriram derivações de carros reais, como Fusca e Ford F-Series
Com a chegada de “GTA III”, em 2001, a franquia passou a ter visão em terceira pessoa. Os carros também foram se sofisticando e inspirados em modelos reais, como Chrysler 300M, Toyota Land Cruiser, Oldsmobile Cutlass, Lamborghini Diablo, Ferrari Testarossa, BMW Série 5, Hummer H1, Dodge Caravan, Cadillac Eldorado, dentre outros.
O grande barato é que não se trata apenas de carros com visuais diferentes. Eles oferecem também comportamento distinto, de acordo com o tipo de carroceria. Os esportivos aceleram rápido, enquanto as picapes, SUVs e furgões reproduzem a estabilidade precária devido ao centro de gravidade elevado.
Claro que não se trata de uma física apurada de um simulador, mas é legal ver como cada um deles se comporta. E não adianta nada fazer uma missão com mais de dois comparsas numa picape ou num esportivo de dois lugares. Um deles vai ficar pra trás. Para esses “trabalhos” nada melhor que um bom sedã.
Um carro quatro portas não pode ser o mais exótico, mas é prático na hora da fuga
Essa liberdade total do jogador criou uma legião de fãs, desde as primeiras edições. O jogador sempre pode fazer o que bem entender em “GTA”. A edição mais moderna, “Grand Theft Auto V”, de 2013, elevou essa livre arbítrio ao extremo.Mesmo que a campanha seja recheada de ação e missões cinematográficas. Muitas vezes o grande barato é experimentar os diferentes carros do jogo.
Em “GTA V”, o jogador pode modificar de performance e visual. O jogador pode mudar pintura, rodas, pneus, grade, película, assim como otimizar o comportamento do motor, transmissão, turbo e suspensão.
"GTA V" permite customizar os carros
Picape que remete a Chevy El Camino é meu carro favorito
Furgão da gangue de motoqueiros é um homenagem ao GMC de "Esquadrão Classe A"
Supercarros podem ser comprados com créditos reais no "GTA Online"
A Rockstar sacou que os carros fazem sucesso demais dentro do game, que passou a “vender” carrinhos especiais dentro de “GTA Online”. Com preços nababescos, o game induz o jogador a comprar créditos do jogo com grana de verdade. E com esse valor é possível comprar carros inspirados em modelos como Ford GT, Porsche 911, Lotus Exige, McLaren MP4/12C, Ferrari 599, dentre outros carrões.
Liberdade é jogar um “Rolls-Royce” na piscina, em homenagem ao Oasis, que eternizou um causo de Keith Moon numa capa de disco
Hoje ainda jogo com frequência “GTA III”, “San Andreas” e “GTA V”. E muitas vezes apenas cair na estrada já uma diversão e tanto, principalmente com uma rádio legal sintonizada.
Mas comente aí: qual é seu carro preferido em “GTA”?
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O grande barato de “GTA” foi a aplicação do automóvel além da pilotagem padrão do jogo de corridas convencional. O game original deu liberdade ao jogador para trocar de carro e tomar outros (de assalto) ou furto.
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Lembro de ter jogado o primeiro “GTA” num computador de um vizinho. Naquela época a proposta era inovadora. A maioria da molecada apenas roubava o carro e entregava para um receptador. Para mim, o barato era dar rolês alucinados pelas ruas.
Mas quando se resolve jogar o game para valer, a gente descobre que há diversas tarefas divertidas ao volante. Mas o mais legal é que o jogador não tem a obrigação de ficar preso à história.
Carangas de GTA
E um lance bacana é que os produtores sempre criaram diferentes modelos, com base em carros reais. No game de 1997, o jogador pode guiar um clone de um Austin Mini, Ford Puma, Dodge Viper, Ferrari 328, VW Fusca, Porsche 911, dentre outros.
Desde o primeiro “GTA”, de 1997, os produtores inseriram derivações de carros reais, como Fusca e Ford F-Series
Com a chegada de “GTA III”, em 2001, a franquia passou a ter visão em terceira pessoa. Os carros também foram se sofisticando e inspirados em modelos reais, como Chrysler 300M, Toyota Land Cruiser, Oldsmobile Cutlass, Lamborghini Diablo, Ferrari Testarossa, BMW Série 5, Hummer H1, Dodge Caravan, Cadillac Eldorado, dentre outros.
O carro certo para cada trabalho
O grande barato é que não se trata apenas de carros com visuais diferentes. Eles oferecem também comportamento distinto, de acordo com o tipo de carroceria. Os esportivos aceleram rápido, enquanto as picapes, SUVs e furgões reproduzem a estabilidade precária devido ao centro de gravidade elevado.
Claro que não se trata de uma física apurada de um simulador, mas é legal ver como cada um deles se comporta. E não adianta nada fazer uma missão com mais de dois comparsas numa picape ou num esportivo de dois lugares. Um deles vai ficar pra trás. Para esses “trabalhos” nada melhor que um bom sedã.
Um carro quatro portas não pode ser o mais exótico, mas é prático na hora da fuga
Essa liberdade total do jogador criou uma legião de fãs, desde as primeiras edições. O jogador sempre pode fazer o que bem entender em “GTA”. A edição mais moderna, “Grand Theft Auto V”, de 2013, elevou essa livre arbítrio ao extremo.Mesmo que a campanha seja recheada de ação e missões cinematográficas. Muitas vezes o grande barato é experimentar os diferentes carros do jogo.
Em “GTA V”, o jogador pode modificar de performance e visual. O jogador pode mudar pintura, rodas, pneus, grade, película, assim como otimizar o comportamento do motor, transmissão, turbo e suspensão.
"GTA V" permite customizar os carros
Picape que remete a Chevy El Camino é meu carro favorito
Furgão da gangue de motoqueiros é um homenagem ao GMC de "Esquadrão Classe A"
Supercarros podem ser comprados com créditos reais no "GTA Online"
Concessionária
A Rockstar sacou que os carros fazem sucesso demais dentro do game, que passou a “vender” carrinhos especiais dentro de “GTA Online”. Com preços nababescos, o game induz o jogador a comprar créditos do jogo com grana de verdade. E com esse valor é possível comprar carros inspirados em modelos como Ford GT, Porsche 911, Lotus Exige, McLaren MP4/12C, Ferrari 599, dentre outros carrões.
Liberdade é jogar um “Rolls-Royce” na piscina, em homenagem ao Oasis, que eternizou um causo de Keith Moon numa capa de disco
Hoje ainda jogo com frequência “GTA III”, “San Andreas” e “GTA V”. E muitas vezes apenas cair na estrada já uma diversão e tanto, principalmente com uma rádio legal sintonizada.
Mas comente aí: qual é seu carro preferido em “GTA”?
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