Notícia Híbrido flex: tem muita lorota e hipocrisia nessa história

O tema do momento no setor dos automóveis do mundo inteiro é a eletrificação. A maioria dos brasileiros não tem condição de comprar um carro elétrico. O mais barato, hoje, já passa muito dos R$ 100 mil. Além disso, quando você compra um carro elétrico, ele provavelmente terá que ser o segundo carro da família pela dificuldade da recarga.


O outro problema que envolve o carro elétrico é que ele vem sendo apregoado pelo mundo como a solução para as emissões de carbono. Aquele CO2 que sai pelo escapamento, que provoca o efeito estufa.

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Acontece que o carro elétrico só é solução para isso, no momento da recarga, se vem de uma eletricidade limpa, porque lá na Europa, por exemplo, vem de usina de diesel, carvão para recarregar a bateria. Aqui no Brasil, uma boa solução, dizem, é o carro flex, porque ele pode ser abastecido com etanol. E muito melhor ainda o híbrido flex, que aí ele tem o motor elétrico e tem o motor a combustão.

Acontece que é uma lorota essa história de que o híbrido flex é a solução. Não é! Porque o flex pode ser abastecido com gasolina ou etanol. E as estatísticas já foram muito claras: 70% de quem abastece o carro no Brasil o faz com gasolina, não com etanol. Então, que história é essa? Se o flex está queimando gasolina, não está limpando o ambiente não. Não está reduzindo a emissão de CO2 não.

Então é preciso ficar muito clara essa lorota de que o motor flex é bom para o ambiente, não deixa a emissão de CO2 influenciar o efeito estufa que aquece a terra. O flex é muito bom desde que abastecido com etanol. Se não é hipocrisia, é mentira, é lorota.

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