Antes de ser o sedã que conhecemos, o Honda City era um hatch compacto e urbano em sua primeira geração vendida nos anos 80. Um de seus opcionais era uma scooter montada no porta-malas. A montadora japonesa quer voltar com isso nos carros elétricos.
Segundo o portal The Drive, a Honda registrou uma patente nos EUA resgatando o opcional do primeiro City com uma atualização. A scooter montada no porta-malas também poderá ser usada como gerador de energia para as baterias de um carro elétrico.
A patente conta com uma forma de conectar a moto ao carro e um exaustor para os gases do escapamento
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No registro da patente a Honda comenta sobre as capacidades dos carros elétricos serem limitadas pela infraestrutura de recarga. Por isso há a necessidade de ter soluções para uma recarga de emergência.
Nas imagens foram usados desenhos que representam o Honda City dos anos 80 e a scooter dobrável Motocompo, que era o opcional. A diferença fica pro conta da conexão entre ela e o veículo, bem como um sistema de exaustão para os gases gerados pelo motor as combustão da motocicleta.
A Motocompo era uma scooter de 50 cm³ que dobrava para caber no porta-malas (Foto: Honda | Divulgação)
Esse esquema não será útil apenas para aumentar a autonomia de um carro elétrico. O motorista pode também usar a scooter para se locomover com mais agilidade enquanto o carro fica estacionado em um ponto de recarga.
A Honda adotou uma estratégia cautelosa com os carros elétricos. Os únicos modelos que ela faz por conta própria são o e, o e:Ny1 (baseado no HR-V) e o futuro Prelude. Atualmente a japonesa aposta em parcerias, como a feita com a GM, para amortizar os custos de investir em uma tecnologia. O foco maior ainda estão nos híbridos com a tecnologia e:HEV, que é adotada até nos compactos.
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Segundo o portal The Drive, a Honda registrou uma patente nos EUA resgatando o opcional do primeiro City com uma atualização. A scooter montada no porta-malas também poderá ser usada como gerador de energia para as baterias de um carro elétrico.
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A Motocompo era uma scooter de 50 cm³ que dobrava para caber no porta-malas (Foto: Honda | Divulgação)
Esse esquema não será útil apenas para aumentar a autonomia de um carro elétrico. O motorista pode também usar a scooter para se locomover com mais agilidade enquanto o carro fica estacionado em um ponto de recarga.
A Honda adotou uma estratégia cautelosa com os carros elétricos. Os únicos modelos que ela faz por conta própria são o e, o e:Ny1 (baseado no HR-V) e o futuro Prelude. Atualmente a japonesa aposta em parcerias, como a feita com a GM, para amortizar os custos de investir em uma tecnologia. O foco maior ainda estão nos híbridos com a tecnologia e:HEV, que é adotada até nos compactos.
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