O mercado brasileiro de veículos usados encerrou 2025 com o maior volume de vendas de sua história. Segundo balanço divulgado pela Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), foram comercializadas 18.508.929 unidades ao longo do ano. O resultado representa um crescimento de cerca de 17% em relação a 2024, superando a marca anterior e consolidando o melhor desempenho da série histórica iniciada em 2011.
O desempenho confirma a trajetória de alta do setor, que vem registrando recordes sucessivos de comercialização. O mês de dezembro contribuiu decisivamente para o resultado, somando 1.774.488 transferências de propriedade — volume superior tanto ao de novembro quanto ao de dezembro do ano anterior. O aquecimento da demanda reflete a busca do consumidor por alternativas ao veículo zero-quilômetro e a maior oferta de crédito no período.
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No ranking dos modelos mais procurados em dezembro, velhos conhecidos do brasileiro mantiveram a liderança. Entre os automóveis, o Volkswagen Gol seguiu no topo, seguido por Chevrolet Onix e Hyundai HB20. Nos comerciais leves, a Fiat Strada liderou, com Volkswagen Saveiro e Toyota Hilux completando o pódio. Já no segmento de duas rodas, as Honda CG 150, Biz e NXR 150 foram as mais negociadas. Entre os pesados, os destaques foram Volvo FH, Ford Cargo e Mercedes-Benz Atego.
Para Everton Fernandes, recém-eleito presidente da Fenauto, os números refletem a maturidade do mercado. “Estamos colhendo os frutos de um setor cada vez mais organizado e essencial para o giro da economia brasileira”, afirmou o dirigente em nota.
Apesar da euforia com os números de 2025, a entidade adota cautela para o próximo ciclo. O ano de 2026 traz no horizonte incertezas típicas de calendário eleitoral e a realização da Copa do Mundo — eventos que tradicionalmente afetam o ritmo do comércio. Ainda assim, a expectativa da federação é sustentar o patamar de negócios, apoiada na necessidade contínua de mobilidade e na renovação da frota nacional.
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O desempenho confirma a trajetória de alta do setor, que vem registrando recordes sucessivos de comercialização. O mês de dezembro contribuiu decisivamente para o resultado, somando 1.774.488 transferências de propriedade — volume superior tanto ao de novembro quanto ao de dezembro do ano anterior. O aquecimento da demanda reflete a busca do consumidor por alternativas ao veículo zero-quilômetro e a maior oferta de crédito no período.
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Para Everton Fernandes, recém-eleito presidente da Fenauto, os números refletem a maturidade do mercado. “Estamos colhendo os frutos de um setor cada vez mais organizado e essencial para o giro da economia brasileira”, afirmou o dirigente em nota.
Apesar da euforia com os números de 2025, a entidade adota cautela para o próximo ciclo. O ano de 2026 traz no horizonte incertezas típicas de calendário eleitoral e a realização da Copa do Mundo — eventos que tradicionalmente afetam o ritmo do comércio. Ainda assim, a expectativa da federação é sustentar o patamar de negócios, apoiada na necessidade contínua de mobilidade e na renovação da frota nacional.
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