Perguntar qual é a autonomia de um elétrico é a versão moderna do “faz quanto com um litro de gasolina?” A Mercedes-Benz havia criado o conceito Vision EQXX para mostrar como seria um elétrico com a maior eficiência possível. E agora ela provou isso na prática.
Os alemães organizaram uma viagem cruzando a Europa, da Suíça ao sul da França, com o Vision EQXX e sem precisar recarregar o veículo. Não foram feitas escoltas ou pedidos para liberar as rodovias, o conceito enfrentou o tráfego rotineiro de onde passou. E conseguiu completar os 1.000 km propostos com tranquilidade.
Essa foi a rota da viagem
Em rodovias o gasto era maior, mas isso foi compensado nos alpes
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Ao final da viagem o computador de bordo ainda indicava 140 km de autonomia restante nas baterias. Segundo a Mercedes-Benz, o carro foi dirigido de forma comum, respeitando os limites de velocidade e atingindo picos de 140 km/h.
Altas velocidades são ruins para a autonomia de um elétrico, mas esse gasto foi compensado nos alpes. O uso da regeneração garantiu carga extra para a bateria de 100 kWa. Isso rendeu o consumo de energia recorde de 7,1 kWh a cada 100 km.
Esse conceito é hoje o carro com o menor coeficiente aerodinâmico já feito: 0,17. O estudo do fluxo do ar leva em conta o resfriamento das baterias. Ele também traz um chassi ultraleve com tecnologia de Fórmula 1.
O post Mercedes-Benz Vision EQXX roda 1.000 km com uma carga apareceu primeiro em AutoPapo.
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Os alemães organizaram uma viagem cruzando a Europa, da Suíça ao sul da França, com o Vision EQXX e sem precisar recarregar o veículo. Não foram feitas escoltas ou pedidos para liberar as rodovias, o conceito enfrentou o tráfego rotineiro de onde passou. E conseguiu completar os 1.000 km propostos com tranquilidade.
Essa foi a rota da viagem
Em rodovias o gasto era maior, mas isso foi compensado nos alpes
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Ainda podia ir mais longe
Ao final da viagem o computador de bordo ainda indicava 140 km de autonomia restante nas baterias. Segundo a Mercedes-Benz, o carro foi dirigido de forma comum, respeitando os limites de velocidade e atingindo picos de 140 km/h.
Altas velocidades são ruins para a autonomia de um elétrico, mas esse gasto foi compensado nos alpes. O uso da regeneração garantiu carga extra para a bateria de 100 kWa. Isso rendeu o consumo de energia recorde de 7,1 kWh a cada 100 km.
Esse conceito é hoje o carro com o menor coeficiente aerodinâmico já feito: 0,17. O estudo do fluxo do ar leva em conta o resfriamento das baterias. Ele também traz um chassi ultraleve com tecnologia de Fórmula 1.
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