Lewis Hamilton é o único piloto com probabilidades próximas de se tornar o maior vencedor da Fórmula 1 na história. Ao lado dele, apenas Michael Schumacher tem sete títulos na categoria. E naturalmente, o heptacampeão curte carros e tem uma garagem recheada. Mas um de seus favoritos é um legítimo resto de rico.
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Isso mesmo, com uma fortuna estimada em quase R$ 1,5 bilhão, sua garagem tem modelos caríssimos como Mercedes-AMG Project One, Shelby Cobra, Ferrari LaFerrari e Mustang Shelby GT500. Mas no meio dessa coleção há um Mercedes-Benz E500 1995, da geração W124. um sedã que em vários países trabalhou como táxi e viatura policial.
As clássicas rodas dos das versões AMG dos anos 1990 foram instaladas no sedã
O W124 chegou ao mercado em 1984 e ficou em linha por onze anos. Uma curiosidade deste sedã foi que em 1990, a Mercedes-Benz queria entregar mais performance ao modelo, que tinha como rival o todo poderoso BMW M5, além do “calouro” Audi V8. Para isso, a Mercedes chamou a Porsche para projetar uma versão de alto desempenho.
A conterrânea (também de Stuttgart) redimensionou o V8 4.2 do Classe S, que teve deslocamento elevado para 5.0 litros, assim como ajustou o cofre do motor para comportar um bloco em V, uma vez que projeto original contemplava apenas motores longitudinais em linha com quatro ou seis cilindros.
Reza a lenda que o piloto enviou seu E500 para a fábrica da Mercedes na Alemanha, onde passou por um criterioso processo de restauração e outras “mexidas”, como suspensão rebaixada e por aí vai.
Hamilton chegou a posar com sua Mercedes E500, que de resto de rico não tem nada
Visualmente, o carro não difere muito dos demais W124, O destaque fica por conta das clássicas rodas AMG com pequenas aberturas. No casso do carro de Hamilton, foi instalado um jogo de maior diâmetro e pneus de perfil baixo, que deixou o sedã mais invocado, mas nada exagerado.
Por dentro, pelas fotos em que o piloto posa com seu carro, o visual é orignal, sem penduricalhos. É até maldade chamarmos sua E500 de resto de rico. O correto seria exemplar de colecionador.
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Isso mesmo, com uma fortuna estimada em quase R$ 1,5 bilhão, sua garagem tem modelos caríssimos como Mercedes-AMG Project One, Shelby Cobra, Ferrari LaFerrari e Mustang Shelby GT500. Mas no meio dessa coleção há um Mercedes-Benz E500 1995, da geração W124. um sedã que em vários países trabalhou como táxi e viatura policial.
As clássicas rodas dos das versões AMG dos anos 1990 foram instaladas no sedã
O W124 chegou ao mercado em 1984 e ficou em linha por onze anos. Uma curiosidade deste sedã foi que em 1990, a Mercedes-Benz queria entregar mais performance ao modelo, que tinha como rival o todo poderoso BMW M5, além do “calouro” Audi V8. Para isso, a Mercedes chamou a Porsche para projetar uma versão de alto desempenho.
Cruising through the neighbourhoodpic.twitter.com/9F7VlNzoEk![]()
— Sir Lewis Updates (@LH44updates) August 14, 2023
A conterrânea (também de Stuttgart) redimensionou o V8 4.2 do Classe S, que teve deslocamento elevado para 5.0 litros, assim como ajustou o cofre do motor para comportar um bloco em V, uma vez que projeto original contemplava apenas motores longitudinais em linha com quatro ou seis cilindros.
- O V8 (aspirado) entregava generosos 326 cv e 49 kgfm de torque, e era combinado com uma transmissão automática de quatro marchas. A tração, lógico, era traseira.
- Mesmo pesado, o sedã chegava a respeitáveis 250 km/h. Pode parecer pouco diante dos esportivos de hoje, era algo incrível início dos anos 1990.
- Mas a rapaziada da Porsche foi além e também projetou uma nova suspensão para o W124. Tudo isso fez do E500 um supercarro numa silhueta de sedã executivo.
- Entre 1990 e 1995, foram produzidas pouco mais de 10 mil unidades. O carro de Hamilton é da safra final, quando apenas 120 unidades saíram da linha de montagem.
O resto de rico de Hamilton
Reza a lenda que o piloto enviou seu E500 para a fábrica da Mercedes na Alemanha, onde passou por um criterioso processo de restauração e outras “mexidas”, como suspensão rebaixada e por aí vai.
Hamilton chegou a posar com sua Mercedes E500, que de resto de rico não tem nada
Visualmente, o carro não difere muito dos demais W124, O destaque fica por conta das clássicas rodas AMG com pequenas aberturas. No casso do carro de Hamilton, foi instalado um jogo de maior diâmetro e pneus de perfil baixo, que deixou o sedã mais invocado, mas nada exagerado.
Por dentro, pelas fotos em que o piloto posa com seu carro, o visual é orignal, sem penduricalhos. É até maldade chamarmos sua E500 de resto de rico. O correto seria exemplar de colecionador.
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