Uma inusitada sucessão de falhas mecânicas e acidentes transformou a rotina de quem trafega pela avenida General Rodrigo Otávio — importante via de Manaus. Ao longo de sete dias consecutivos, uma passageira documentou uma série diária de veículos imobilizados no local, expondo um gargalo logístico que tem gerado congestionamentos crônicos e riscos à segurança viária.
Os registros, que ganharam repercussão nas redes sociais, revelam um cenário de caos escalonado. A cronologia dos incidentes começou com um Volkswagen Gol, que sofreu uma pane ao tentar subir a ladeira da via, exigindo a intervenção de agentes do Detran-AM para evitar colisões.
Nos dias subsequentes, a diversidade de veículos afetados chamou a atenção para as condições de tráfego na região. O “diário de bordo” da passageira flagrou desde uma picape Fiat Strada e um caminhão de carga bloqueando faixas de rolamento até um caminhão-tanque enguiçado no mesmo trecho, ampliando o transtorno para os motoristas.
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A situação se agravou no quarto dia, quando um engavetamento envolvendo três carros travou a avenida, gerando filas quilométricas. A “semana do prego”, como o episódio vem sendo ironizado na internet, culminou no sétimo dia com um ônibus do transporte coletivo em pane, obrigando o desembarque forçado de dezenas de passageiros no meio da pista.
A recorrência desses casos levanta um alerta sobre a manutenção preventiva, muitas vezes negligenciada. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é rígido quanto à responsabilidade do condutor em evitar obstruções.
O artigo 253 prevê penalidades para quem interrompe ou perturba a circulação sem autorização, com risco de multa e suspensão da CNH por até 12 meses. Além disso, o artigo 246 classifica como infração gravíssima deixar de sinalizar qualquer obstáculo à livre circulação, prevendo multa que pode ser agravada em até cinco vezes dependendo do risco gerado à coletividade.
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Os registros, que ganharam repercussão nas redes sociais, revelam um cenário de caos escalonado. A cronologia dos incidentes começou com um Volkswagen Gol, que sofreu uma pane ao tentar subir a ladeira da via, exigindo a intervenção de agentes do Detran-AM para evitar colisões.
Nos dias subsequentes, a diversidade de veículos afetados chamou a atenção para as condições de tráfego na região. O “diário de bordo” da passageira flagrou desde uma picape Fiat Strada e um caminhão de carga bloqueando faixas de rolamento até um caminhão-tanque enguiçado no mesmo trecho, ampliando o transtorno para os motoristas.
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A recorrência desses casos levanta um alerta sobre a manutenção preventiva, muitas vezes negligenciada. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é rígido quanto à responsabilidade do condutor em evitar obstruções.
O artigo 253 prevê penalidades para quem interrompe ou perturba a circulação sem autorização, com risco de multa e suspensão da CNH por até 12 meses. Além disso, o artigo 246 classifica como infração gravíssima deixar de sinalizar qualquer obstáculo à livre circulação, prevendo multa que pode ser agravada em até cinco vezes dependendo do risco gerado à coletividade.
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