Como adiantamos, em novembro de 2023, nova geração da Amarok será derivada da chinesa Maxus T90, mas redesenhada pelo Centro de Estilo da Volkswagen do Brasil. O desenvolvimento da nova picape é chamado de Projeto Patagônia. A fábrica anunciou aporte de US$ 580 milhões (R$ 3,3 bilhões) para sua produção na planta de General Pacheco, na região metropolitana de Buenos Aires. A picape entrará em produção em 2027.
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Ainda segundo a Volkswagen, a atual geração da Amarok continuará em linha. Ela estreou em 2010 e foi atualizada no segundo semestre de 2024.
Nova Amarok 2027 tem focinho de um, chassi de outro
Junto do anúncio, a VW divulgou dois teasers que revelam alguns traços da nova caminhonete. O modelo latino será diferente daquele desenvolvido pela VW da Africa do Sul. Na terra de Nelson Mandela, a Amarok deriva da atual geração da Ford Ranger.
Amarok sul-áfricana é uma Ford Ranger com emblema da VW, mas é um projeto carro demais
O mesmo projeto foi oferecido para a filial latina, mas recusado devido ao valor exageradamente elevado. E a Volks ainda teria que arcar com custos de ferramental e outras despesas para uma nova carroceria, que exigiria um volume colossal para se pagar. Em conversas de bastidores é dito que os colegas sul-africanos se arrependeram da decisão, pois trata-se de um custo impagável.
A conclusão foi de que seria muito mais eficiente para a empresa utilizar-se do projeto de sua sócia na China e desenvolver o novo design sobre a plataforma da chinesa Maxus T90, conforme o Auto Papo antecipou em 2023.
Versão latina da Amarok será desenvolvida sobre a base da Maxus T90, que permite instalação de mecânica eletrificada (Foto: Maxus | Divulgação)
Além de reduzir o custo de desenvolvimento, o projeto chinês já previa uma plataforma projetada para motor a combustão ou elétrico. Assim, a nova Amarok poderá receber motores térmicos, híbridos e 100% elétricos, sem a necessidade de adaptações e nova rodada de gastos.
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Ainda segundo a Volkswagen, a atual geração da Amarok continuará em linha. Ela estreou em 2010 e foi atualizada no segundo semestre de 2024.
Estamos vivendo um processo de mudança fundamental para toda a marca VW. Este investimento ressalta o compromisso da Volkswagen com o futuro da mobilidade na América Latina. Este projeto representa uma fusão perfeita entre a excelência da engenharia alemã e a tecnologia da próxima geração, garantindo que nossos clientes recebam o melhor produto da categoria. A Argentina e toda a região sul-americana desempenham um papel fundamental neste esforço. Com o investimento destacamos a importância de nossa planta de produção na Argentina”, afirma Thomas Schäfer, CEO da Volkswagen.
Nova Amarok 2027 tem focinho de um, chassi de outro
Junto do anúncio, a VW divulgou dois teasers que revelam alguns traços da nova caminhonete. O modelo latino será diferente daquele desenvolvido pela VW da Africa do Sul. Na terra de Nelson Mandela, a Amarok deriva da atual geração da Ford Ranger.

Amarok sul-áfricana é uma Ford Ranger com emblema da VW, mas é um projeto carro demais
O mesmo projeto foi oferecido para a filial latina, mas recusado devido ao valor exageradamente elevado. E a Volks ainda teria que arcar com custos de ferramental e outras despesas para uma nova carroceria, que exigiria um volume colossal para se pagar. Em conversas de bastidores é dito que os colegas sul-africanos se arrependeram da decisão, pois trata-se de um custo impagável.
A conclusão foi de que seria muito mais eficiente para a empresa utilizar-se do projeto de sua sócia na China e desenvolver o novo design sobre a plataforma da chinesa Maxus T90, conforme o Auto Papo antecipou em 2023.

Versão latina da Amarok será desenvolvida sobre a base da Maxus T90, que permite instalação de mecânica eletrificada (Foto: Maxus | Divulgação)
Além de reduzir o custo de desenvolvimento, o projeto chinês já previa uma plataforma projetada para motor a combustão ou elétrico. Assim, a nova Amarok poderá receber motores térmicos, híbridos e 100% elétricos, sem a necessidade de adaptações e nova rodada de gastos.