A Fait revelou as primeiras imagens do Grande Panda, seu novo hatch compacto feito sobre a plataforma CMP. Segundo fontes do AutoPapo, esse modelo será feito no Brasil como o sucessor do Argo.
O modelo está confirmado para começar a ser vendido na Europa até o final de 2024. No Brasil irá demorar mais um pouco, pois sofrerá mudanças e poderá até mudar o nome.
O visual traz referências fortes ao Panda original de 1980
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Por enquanto, a Fiat adianta que o Grande Panda terá opções de motorização híbrida ou 100 elétrica. Ele medirá 3,99 m de comprimento e terá interior bem aproveitado para dar mais espaço aos ocupantes.
O visual é retrô e inspirado no primeiro Panda, lançado em 1980 e com desenho assinado por Giorgetto Giugiaro. Os faróis retangulares utilizam elementos quadrados de LED e são unidos por uma barra de acabamento brilhante que repete esses elementos e traz a portinhola do carregador.
O perfil segue as linhas retilíneas e as lanternas são retangulares. Na lateral está o nome “Panda” estampado e as molduras plásticas fazem homenagem ao Panda 4×4.
Em fotos parece grande, mas as medidas são as mesmas do novo C3
A Fiat se deu bem quando se uniu ao grupo PSA pois ganhou acesso a moderna plataforma CMP. Essa arquitetura é usada pelo Peugeot 208 e pelo Citroën C3 no Brasil e permite receber carros a combustão, híbridos e 100% elétricos.
O novo Grande Panda tem versões híbridas e elétricas confirmadas. Na Europa a motorização será o 1.2 PureTech de três cilindros, com sistema híbrido de 48 volts que usa motor elétrico acoplado ao câmbio de dupla embreagem.
Esse conjunto já é utilizado pelo Citroën C3 e por carros da Opel. A versão elétrica deverá usar o mesmo conjunto já conhecido do ë C3, com motor de 113 cv e bateria de 44 kWh, que resulta em autonomia de até 320 km.
O Panda original foi desenhado por Giugiaro e lançado em 1980
O hatch ficava abaixo do Uno na gama da marca e ainda é amado pelos italianos
A Fiat do Brasil ainda não deu detalhes sobre a versão nacional do Grande Panda. Segundo fontes do AutoPapo, o modelo de produção anunciado traz o mesmo monobloco de protótipos trabalhados pela engenharia brasileira.
O que podemos afirmar com mais certeza é sobre a motorização. Aqui, os propulsores serão da família Firefly. Segundo o portal Autos Segredos, o sistema híbrido utilizado por aqui será o leve de 12 volts combinado ao motor T200 e a caixa CVT.
A previsão de estreia do modelo nacional é para 2026. Detalhes como o nome, mudanças visuais e outros pormenores ainda estão no ar. As medidas similares às do Citroën C3 já dão uma pista de como será o porte da novidade.
O Grande Panda nacional marcará a vinda da plataforma CMP para a fábrica da Fiat em Betim (MG) e dará origem a outros derivados — como os sucessores de Pulse, Fastbak e Strada.
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O modelo está confirmado para começar a ser vendido na Europa até o final de 2024. No Brasil irá demorar mais um pouco, pois sofrerá mudanças e poderá até mudar o nome.
O visual traz referências fortes ao Panda original de 1980
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Por enquanto, a Fiat adianta que o Grande Panda terá opções de motorização híbrida ou 100 elétrica. Ele medirá 3,99 m de comprimento e terá interior bem aproveitado para dar mais espaço aos ocupantes.
O visual é retrô e inspirado no primeiro Panda, lançado em 1980 e com desenho assinado por Giorgetto Giugiaro. Os faróis retangulares utilizam elementos quadrados de LED e são unidos por uma barra de acabamento brilhante que repete esses elementos e traz a portinhola do carregador.
O perfil segue as linhas retilíneas e as lanternas são retangulares. Na lateral está o nome “Panda” estampado e as molduras plásticas fazem homenagem ao Panda 4×4.
Cara de Fiat Panda clássico, coração de Citroën C3
Em fotos parece grande, mas as medidas são as mesmas do novo C3
A Fiat se deu bem quando se uniu ao grupo PSA pois ganhou acesso a moderna plataforma CMP. Essa arquitetura é usada pelo Peugeot 208 e pelo Citroën C3 no Brasil e permite receber carros a combustão, híbridos e 100% elétricos.
O novo Grande Panda tem versões híbridas e elétricas confirmadas. Na Europa a motorização será o 1.2 PureTech de três cilindros, com sistema híbrido de 48 volts que usa motor elétrico acoplado ao câmbio de dupla embreagem.
Esse conjunto já é utilizado pelo Citroën C3 e por carros da Opel. A versão elétrica deverá usar o mesmo conjunto já conhecido do ë C3, com motor de 113 cv e bateria de 44 kWh, que resulta em autonomia de até 320 km.
Grande Panda feito no Brasil será diferente
O Panda original foi desenhado por Giugiaro e lançado em 1980
O hatch ficava abaixo do Uno na gama da marca e ainda é amado pelos italianos
A Fiat do Brasil ainda não deu detalhes sobre a versão nacional do Grande Panda. Segundo fontes do AutoPapo, o modelo de produção anunciado traz o mesmo monobloco de protótipos trabalhados pela engenharia brasileira.
O que podemos afirmar com mais certeza é sobre a motorização. Aqui, os propulsores serão da família Firefly. Segundo o portal Autos Segredos, o sistema híbrido utilizado por aqui será o leve de 12 volts combinado ao motor T200 e a caixa CVT.
A previsão de estreia do modelo nacional é para 2026. Detalhes como o nome, mudanças visuais e outros pormenores ainda estão no ar. As medidas similares às do Citroën C3 já dão uma pista de como será o porte da novidade.
O Grande Panda nacional marcará a vinda da plataforma CMP para a fábrica da Fiat em Betim (MG) e dará origem a outros derivados — como os sucessores de Pulse, Fastbak e Strada.
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