A Lotus anunciou a expansão de sua linha de SUVs com o lançamento do Eletre X, uma inédita variante híbrida plug-in do modelo. A novidade, que estreia inicialmente no mercado chinês e chega à Europa no segundo semestre de 2026, representa uma guinada estratégica para a tradicional fabricante britânica, que havia prometido se tornar uma marca exclusivamente elétrica até 2028.
Diferente das versões movidas apenas a bateria, o Eletre X combina um motor 2.0 turbo a gasolina com dois propulsores elétricos, um em cada eixo. O conjunto entrega uma potência combinada de 939 cv, superando os 892 cv da versão topo de linha elétrica, o Eletre R. Segundo dados da montadora, o SUV é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,3 segundos, com velocidade máxima de 275 km/h.
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A autonomia é um dos pontos centrais da nova configuração. Equipado com uma bateria de 70 kWh, o modelo alcança até 354 km em modo puramente elétrico, chegando a expressivos 1.416 km de alcance total no ciclo chinês CLTC. O sistema de carregamento rápido permite recuperar de 30% a 80% da carga em apenas oito minutos. Apesar do peso elevado, que oscila entre 2.575 kg e 2.625 kg, o SUV utiliza barras estabilizadoras adaptativas de 48 V para preservar o comportamento dinâmico esportivo.
O recuo na estratégia de eletrificação total, sob controle do grupo chinês Geely, ocorre após vendas abaixo das projeções iniciais para os modelos Eletre e Emeya. De acordo com o CEO Feng Qingfeng, a introdução de híbridos plug-in visa ampliar a aceitação da marca em mercados onde a infraestrutura de recarga ainda é limitada, como Itália e Arábia Saudita. O movimento coloca a Lotus em rota de colisão direta com nomes estabelecidos do segmento de super-SUVs, como Lamborghini Urus e Ferrari Purosangue.
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Diferente das versões movidas apenas a bateria, o Eletre X combina um motor 2.0 turbo a gasolina com dois propulsores elétricos, um em cada eixo. O conjunto entrega uma potência combinada de 939 cv, superando os 892 cv da versão topo de linha elétrica, o Eletre R. Segundo dados da montadora, o SUV é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,3 segundos, com velocidade máxima de 275 km/h.
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O recuo na estratégia de eletrificação total, sob controle do grupo chinês Geely, ocorre após vendas abaixo das projeções iniciais para os modelos Eletre e Emeya. De acordo com o CEO Feng Qingfeng, a introdução de híbridos plug-in visa ampliar a aceitação da marca em mercados onde a infraestrutura de recarga ainda é limitada, como Itália e Arábia Saudita. O movimento coloca a Lotus em rota de colisão direta com nomes estabelecidos do segmento de super-SUVs, como Lamborghini Urus e Ferrari Purosangue.
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