A retífica do motor ainda é um serviço temido, pois é sinal de que o veículo está muito rodado ou sofreu danos grandes. Mas você conhece o que é e como ela é feita? Vamos explicar a seguir.
Também conhecido como “fazer o motor”, a retífica consiste, basicamente, em desmontar o propulsor, trocar peças móveis e realizar a usinagem do bloco. A ideia é voltar às especificações de um motor novo.
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Porém nem todo motor aceita retífica, em alguns modernos o serviço não é recomendados. Em outros os cilindros são “encamisados”, ou seja, a camisa desgastada é trocada por uma nova.
Nos carros modernos a retífica não é tão frequente quanto nos antigos, com alguns motores podendo rodar mais de 300 mil km sem ter necessidade de ser aberto. A durabilidade, entretanto, vai depender do uso e da manutenção.
Após a usinagem, são colocados pistões maiores para manter as tolerâncias originais (Foto: Shutterstock)
Peças como bronzinas, válvulas, pistões e bielas podem ser trocados por novas. Já o bloco é usinado para retirar a superfície desgastada. Isso fará que o diâmetro do cilindro cresça, exigindo pistões maiores.
As medidas da usinagem são padronizadas e presentes em manuais técnicos das montadoras. Empresas especializadas produzem pistões maiores para essas sobremedidas.
Caso tudo seja feito corretamente, o motor estará como novo. Por isso é indicado utilizar o óleo com a especificação original e rodar os primeiros quilômetros seguindo recomendações de amaciamento do motor.
Apesar do “coração” de seu carro estar novo, o hodômetro não é alterado.
Quando o serviço é parcial, apenas o bloco ou apenas o cabeçote é trabalhado (Foto: Shutterstock)
Dependendo do estado do motor, não será necessária uma retífica completa. No serviço é trabalho a parte de baixo do motor (bloco e peças móveis que ficam nele) e a parte superior (cabeçote), na parcial apenas uma dessas partes é trabalhadas.
Em casos de superaquecimento, por exemplo, pode empenar o cabeçote. Aí a retífica poderá ser apenas parcial dessa peça, caso o bloco e suas partes não tenham sofrido danos.
A retífica total é mais cara, já que afeta muitas partes do motor. O diagnóstico correto fica por conta do mecânico.
O post O que é retífica? Entenda mais sobre o serviço que deixa seu motor novo apareceu primeiro em AutoPapo.
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Também conhecido como “fazer o motor”, a retífica consiste, basicamente, em desmontar o propulsor, trocar peças móveis e realizar a usinagem do bloco. A ideia é voltar às especificações de um motor novo.
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- A incrível maracutaia do óleo grosso para esconder necessidade de retífica
- Retífica: esses sinais podem indicar que seu motor precisa do serviço
- Ahhh, tempos modernos: motor sem retífica!
Porém nem todo motor aceita retífica, em alguns modernos o serviço não é recomendados. Em outros os cilindros são “encamisados”, ou seja, a camisa desgastada é trocada por uma nova.
Nos carros modernos a retífica não é tão frequente quanto nos antigos, com alguns motores podendo rodar mais de 300 mil km sem ter necessidade de ser aberto. A durabilidade, entretanto, vai depender do uso e da manutenção.
O que é feito em uma retífica
Após a usinagem, são colocados pistões maiores para manter as tolerâncias originais (Foto: Shutterstock)
Peças como bronzinas, válvulas, pistões e bielas podem ser trocados por novas. Já o bloco é usinado para retirar a superfície desgastada. Isso fará que o diâmetro do cilindro cresça, exigindo pistões maiores.
As medidas da usinagem são padronizadas e presentes em manuais técnicos das montadoras. Empresas especializadas produzem pistões maiores para essas sobremedidas.
Caso tudo seja feito corretamente, o motor estará como novo. Por isso é indicado utilizar o óleo com a especificação original e rodar os primeiros quilômetros seguindo recomendações de amaciamento do motor.
Apesar do “coração” de seu carro estar novo, o hodômetro não é alterado.
Retifica total ou parcial?
Quando o serviço é parcial, apenas o bloco ou apenas o cabeçote é trabalhado (Foto: Shutterstock)
Dependendo do estado do motor, não será necessária uma retífica completa. No serviço é trabalho a parte de baixo do motor (bloco e peças móveis que ficam nele) e a parte superior (cabeçote), na parcial apenas uma dessas partes é trabalhadas.
Em casos de superaquecimento, por exemplo, pode empenar o cabeçote. Aí a retífica poderá ser apenas parcial dessa peça, caso o bloco e suas partes não tenham sofrido danos.
A retífica total é mais cara, já que afeta muitas partes do motor. O diagnóstico correto fica por conta do mecânico.
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