Vamos falar paixão por carros? Estive na semana passada na Garagem VW, um espaço onde a marca alemã expõe parte do seu acervo de carros históricos. Infelizmente, hoje, o acesso é restrito a convidados – jornalistas e clubes de entusiastas, por exemplo. Mas há estudos para começar visitas guiadas.
Como é empolgante ver tantos carros importantes juntos em estado de 0 km. Parece que eles estão em uma concessionária: é possível viajar no tempo e se imaginar comprar um daqueles modelos. Até mesmo carros que foram criticados ou não foram exatamemente sucessos estão lá, como Logus, Pointer e o 1600 Sedan (o Zé do Caixão). E estava lá o que eu considero o carro mais bonito já feito no Brasil, o SP/1.
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Depois de todo o trabalho feito na produção de conteúdo que vocês verão em breve lá no YouTube, eu e o meu amigo Marlos Ney Vidal, do portal Autos Segredos, fomos tietar os carros. Andando pelo salão, vi o excelente Emilio Camanzi (do Carros com Camanzi) admirando os carros, sorrindo sozinho. É o sentimento que o carro antigo desperta.
VW SP/1: o carro mais bonito do Brasil (na minha opinião)
Muitas vezes, o supercarro, o carro caro, ele desperta curiosidade: as pessoas olham e apontam, mas, ao mesmo tempo, são vistos como antipáticos. “Olha o cara que quer aparecer!”, muitos dizem. É da cultura do brasileiro fazer piada com o que ele não tem acesso, muitas vezes. Quer um exemplo do dia a dia? O copo Stanley. Um produto legal, de qualidade, menosprezado por muitos como “frescurinha”. Agora, já tem diversos similares e falsificações. Enfim…
Mas o carro antigo, muitas vezes com valor inestimável, é recebido com sorrisos e pedidos de fotos. Se for algum carro antigo nacional, certamente a pessoa tem alguma memória afetiva: aprendeu a dirigir em um modelo como aquele, viajou nas férias durate a infância… O carro antigo é visto, muitas vezes como um membro da família.
E o triste (ou apenas curioso) é que as novas gerações estão perdendo este vínculo com os carros – que viraram meras ferramentes ou gadgets que devem ser trocados assim que começam a dar defeito ou lançam um upgrade.
Esse texto virou um amontado de clichês? Virei um daqueles velhos saudosistas “no meu tempo era melhor”? Acho que ainda não… Ainda não.
O post Paixão por carro está acabando ou virei um velho saudosista? apareceu primeiro em AutoPapo.
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Como é empolgante ver tantos carros importantes juntos em estado de 0 km. Parece que eles estão em uma concessionária: é possível viajar no tempo e se imaginar comprar um daqueles modelos. Até mesmo carros que foram criticados ou não foram exatamemente sucessos estão lá, como Logus, Pointer e o 1600 Sedan (o Zé do Caixão). E estava lá o que eu considero o carro mais bonito já feito no Brasil, o SP/1.
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Depois de todo o trabalho feito na produção de conteúdo que vocês verão em breve lá no YouTube, eu e o meu amigo Marlos Ney Vidal, do portal Autos Segredos, fomos tietar os carros. Andando pelo salão, vi o excelente Emilio Camanzi (do Carros com Camanzi) admirando os carros, sorrindo sozinho. É o sentimento que o carro antigo desperta.
VW SP/1: o carro mais bonito do Brasil (na minha opinião)
Carro novo X carro antigo
Muitas vezes, o supercarro, o carro caro, ele desperta curiosidade: as pessoas olham e apontam, mas, ao mesmo tempo, são vistos como antipáticos. “Olha o cara que quer aparecer!”, muitos dizem. É da cultura do brasileiro fazer piada com o que ele não tem acesso, muitas vezes. Quer um exemplo do dia a dia? O copo Stanley. Um produto legal, de qualidade, menosprezado por muitos como “frescurinha”. Agora, já tem diversos similares e falsificações. Enfim…
Mas o carro antigo, muitas vezes com valor inestimável, é recebido com sorrisos e pedidos de fotos. Se for algum carro antigo nacional, certamente a pessoa tem alguma memória afetiva: aprendeu a dirigir em um modelo como aquele, viajou nas férias durate a infância… O carro antigo é visto, muitas vezes como um membro da família.
E o triste (ou apenas curioso) é que as novas gerações estão perdendo este vínculo com os carros – que viraram meras ferramentes ou gadgets que devem ser trocados assim que começam a dar defeito ou lançam um upgrade.
Esse texto virou um amontado de clichês? Virei um daqueles velhos saudosistas “no meu tempo era melhor”? Acho que ainda não… Ainda não.
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