Ser ofuscado por faróis na estrada é um grande perigo para o motorista. Em carros mais equipados, o espelho interno fotocrômico escurece e reduz esse incomodo. Mas como fica nos carros mais simples? É para isso que existe aquela alavanca no retrovisor.
Quando essa alavanca é movida, o ângulo do retrovisor muda e a luz refletida dele para de incomodar o motorista. Esse sistema era chamado antigamente de “espelho dia/noite”, quando era um opcional ou item de carros mais caros.
Note que ao mudar a posição, o reflexo fica mais escuro (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)
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O nome caiu em desuso quando todos os carros passaram a trazer esse tipo de espelho com a alavanca, mas ainda é útil na hora de procurar a peça no mercado. Se o motorista não gostar de dirigir com a alavanca se destacando sob o retrovisor, ele pode comutá-la e regular a posição do espelho. Isso não muda o funcionamento.
(Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)
(Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)
Em carros compactos mais equipados e nos carros médios vêm um espelho sem a alavanca, mas que escurece quando recebe luz vinda de um carro com farol alto ou desregulado. Esse é o retrovisor eletrocrômico — ou fotocrômico.
Um sensor na base detecta a luz para saber se deve escurecer o espelho ou não (Foto: Fiat | Divulgação)
Ele traz um sensor que compara a luz projetada no espelho com a ambiente. Se a diferença for grande, correntes elétricas acionam um gel eletrocrômico presente na lente, escurecendo-a e impedindo que ocorra projeção no rosto do condutor.
Por ser mais complexo e eletrônico, o espelho fotocrômico é mais caro. Em compensação, a posição do espelho não muda e isso garante uma visibilidade melhor mesmo recebendo luz forte.
O post Para que serve a alavanca do retrovisor interno? Respondemos! apareceu primeiro em AutoPapo.
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Quando essa alavanca é movida, o ângulo do retrovisor muda e a luz refletida dele para de incomodar o motorista. Esse sistema era chamado antigamente de “espelho dia/noite”, quando era um opcional ou item de carros mais caros.
Note que ao mudar a posição, o reflexo fica mais escuro (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)
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O nome caiu em desuso quando todos os carros passaram a trazer esse tipo de espelho com a alavanca, mas ainda é útil na hora de procurar a peça no mercado. Se o motorista não gostar de dirigir com a alavanca se destacando sob o retrovisor, ele pode comutá-la e regular a posição do espelho. Isso não muda o funcionamento.
(Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)
(Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)
Espelho retrovisor eletrocrômico dispensa a alavanca
Em carros compactos mais equipados e nos carros médios vêm um espelho sem a alavanca, mas que escurece quando recebe luz vinda de um carro com farol alto ou desregulado. Esse é o retrovisor eletrocrômico — ou fotocrômico.
Um sensor na base detecta a luz para saber se deve escurecer o espelho ou não (Foto: Fiat | Divulgação)
Ele traz um sensor que compara a luz projetada no espelho com a ambiente. Se a diferença for grande, correntes elétricas acionam um gel eletrocrômico presente na lente, escurecendo-a e impedindo que ocorra projeção no rosto do condutor.
Por ser mais complexo e eletrônico, o espelho fotocrômico é mais caro. Em compensação, a posição do espelho não muda e isso garante uma visibilidade melhor mesmo recebendo luz forte.
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