Boris Feldman, além de engenheiro e jornalista, também é piloto. Ele já correu em inúmeras provas, muitas delas fora do Brasil. Chegou a dividir o volante com o bicampeão Emerson Fittipaldi, em uma corrida no entorno do estádio Mineirão.
Como piloto amador, ele correu com carros da época como Ford Corcel, DKW, Dodge Polara e Chevrolet Opala. Mas foi lá fora, que Boris participou de provas de carros históricos, como a famosa corrida London to Brighton.
VEJA TAMBÉM:
Na prova inglesa, só podem se inscrever carros fabricados até 1904. Isso mesmo, carros que hoje não poderiam ter menos de 119 anos de sua fabricação.
Nessa corrida, Boris assumiu o comando de um Peugeot, ano 1901, a uma velocidade alucinante de 7 mph (11,2 km/h). O carro era semelhante ao primeiro automóvel do Brasil, um modelo francês importado pela família do inventor Santos Dumont, no final do século 19.
Para superar as 60 milhas (96 km), Boris contou com a ajuda de seu grande e saudoso amigo, o jornalista Roberto Nasser. A dupla cortou estradas viscinais e sinuosas do interior britânico abaixo do tempo limite de 9 horas.
Boris Feldman e Roberto Nasser também também correram a tradicional Mile Miglia Storica, na Itália. A prova que ligava as cidades de Brecia a Roma.
Neste rali de regularidade, a dupla conduziu uma Mercedes-Benz “Ponton”, com motor diesel. O modelo foi o mesmo que venceu (em sua categoria) a prova de 1955, quando a Mille Miglia era uma prova de velocidade.
Uma curiosidade dessa prova, Boris dividiu o grid com ninguém menos que Sir Stirling Moss. O piloto britânico voltou junto com sua esposa e pilotou novamente a lendária 300 SLR de número 772 (que Boris explica a razão da numeração). O mesmo carro que ele conquistou a Mille Miglia de 1955.
Nesse episódio, Boris recorda que viu o piloto e a esposa empurrando a raríssima Mercedes por várias vezes, perto dos pontos de controle, justamente para poupar a mecânica do carro.
Boris Feldman correu muitas outras provas aqui e lá fora. Levou seu DKW Malzoni para bailar no “saca-rolhas” de Laguna Seca e cruzar a Patagônia. Mas chega de spoiler e confirá o vídeo na íntegra, pois é um testemunho ocular da evolução do automobilismo. Confira!
O post Piloto ponta firme, Boris Feldman correu ao lado de Fittipaldi e Stirling Moss apareceu primeiro em AutoPapo.
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Como piloto amador, ele correu com carros da época como Ford Corcel, DKW, Dodge Polara e Chevrolet Opala. Mas foi lá fora, que Boris participou de provas de carros históricos, como a famosa corrida London to Brighton.
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Na prova inglesa, só podem se inscrever carros fabricados até 1904. Isso mesmo, carros que hoje não poderiam ter menos de 119 anos de sua fabricação.
Nessa corrida, Boris assumiu o comando de um Peugeot, ano 1901, a uma velocidade alucinante de 7 mph (11,2 km/h). O carro era semelhante ao primeiro automóvel do Brasil, um modelo francês importado pela família do inventor Santos Dumont, no final do século 19.
Para superar as 60 milhas (96 km), Boris contou com a ajuda de seu grande e saudoso amigo, o jornalista Roberto Nasser. A dupla cortou estradas viscinais e sinuosas do interior britânico abaixo do tempo limite de 9 horas.
Mille Miglia
Boris Feldman e Roberto Nasser também também correram a tradicional Mile Miglia Storica, na Itália. A prova que ligava as cidades de Brecia a Roma.
Neste rali de regularidade, a dupla conduziu uma Mercedes-Benz “Ponton”, com motor diesel. O modelo foi o mesmo que venceu (em sua categoria) a prova de 1955, quando a Mille Miglia era uma prova de velocidade.
Uma curiosidade dessa prova, Boris dividiu o grid com ninguém menos que Sir Stirling Moss. O piloto britânico voltou junto com sua esposa e pilotou novamente a lendária 300 SLR de número 772 (que Boris explica a razão da numeração). O mesmo carro que ele conquistou a Mille Miglia de 1955.
Nesse episódio, Boris recorda que viu o piloto e a esposa empurrando a raríssima Mercedes por várias vezes, perto dos pontos de controle, justamente para poupar a mecânica do carro.
Boris Feldman correu muitas outras provas aqui e lá fora. Levou seu DKW Malzoni para bailar no “saca-rolhas” de Laguna Seca e cruzar a Patagônia. Mas chega de spoiler e confirá o vídeo na íntegra, pois é um testemunho ocular da evolução do automobilismo. Confira!
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