A Porsche registrou uma patente no Escritório Alemão de Patentes e Marcas que busca trazer a lógica dos videogames para o asfalto real. A proposta da montadora é utilizar drones para projetar a “linha de direção ideal” diretamente na pista, indicando ao motorista o traçado perfeito, além dos pontos exatos de frenagem e aceleração.
A iniciativa representa uma alternativa técnica ao uso de óculos de realidade aumentada (AR) ou virtual (VR). Engenheiros de Stuttgart identificaram que o uso desses acessórios durante a condução real pode causar desconforto físico e enjoo em muitos motoristas. O objetivo, portanto, é tornar a informação visível a olho nu, permitindo que o piloto mantenha o foco total no circuito enquanto recebe auxílio visual dinâmico.
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O conceito remete à função “ghost car” dos jogos de corrida, onde um veículo translúcido guia o jogador. No projeto da Porsche, um drone ágil voaria à frente do carro esportivo, projetando gráficos, linhas ou marcações diretamente sobre o pavimento através de emissores de luz ou laser.
O sistema prevê que o drone possa ser operado de forma autônoma, comunicando-se instantaneamente com os sensores do veículo, ou controlado manualmente por um passageiro, transformando a pilotagem em uma experiência colaborativa.
A implementação prática, contudo, esbarra em barreiras físicas significativas. Para ser funcional, o drone precisa de velocidade e agilidade suficientes para acompanhar modelos de alta performance, como um 911 GT3, lidando ainda com a resistência do vento e a autonomia de bateria. Outro desafio é a visibilidade: os projetores precisam ser potentes o suficiente para que as linhas sejam vistas tanto sob a luz solar intensa quanto em condições noturnas.
Embora o registro da patente não garanta a produção imediata da tecnologia, o movimento sinaliza o interesse da Porsche em fundir a simulação digital com a experiência física, transformando autódromos em ambientes de aprendizado interativo sem a necessidade de telas ou óculos.
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A iniciativa representa uma alternativa técnica ao uso de óculos de realidade aumentada (AR) ou virtual (VR). Engenheiros de Stuttgart identificaram que o uso desses acessórios durante a condução real pode causar desconforto físico e enjoo em muitos motoristas. O objetivo, portanto, é tornar a informação visível a olho nu, permitindo que o piloto mantenha o foco total no circuito enquanto recebe auxílio visual dinâmico.
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Como funciona o ‘carro fantasma’ real
O conceito remete à função “ghost car” dos jogos de corrida, onde um veículo translúcido guia o jogador. No projeto da Porsche, um drone ágil voaria à frente do carro esportivo, projetando gráficos, linhas ou marcações diretamente sobre o pavimento através de emissores de luz ou laser.
O sistema prevê que o drone possa ser operado de forma autônoma, comunicando-se instantaneamente com os sensores do veículo, ou controlado manualmente por um passageiro, transformando a pilotagem em uma experiência colaborativa.
A implementação prática, contudo, esbarra em barreiras físicas significativas. Para ser funcional, o drone precisa de velocidade e agilidade suficientes para acompanhar modelos de alta performance, como um 911 GT3, lidando ainda com a resistência do vento e a autonomia de bateria. Outro desafio é a visibilidade: os projetores precisam ser potentes o suficiente para que as linhas sejam vistas tanto sob a luz solar intensa quanto em condições noturnas.
Embora o registro da patente não garanta a produção imediata da tecnologia, o movimento sinaliza o interesse da Porsche em fundir a simulação digital com a experiência física, transformando autódromos em ambientes de aprendizado interativo sem a necessidade de telas ou óculos.
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