O Governo Federal reajustou o salário mínimo em 6,79%, subindo o valor para R$ 1.621. Os parâmetros considerados são a inflação e o crescimento da economia. O preço dos carros novos também subiu desde o último.
A porta de entrada para o mundo dos carros zero km em dezembro era o Renault Kwid Zen, que partia de R$ 74.590. Hoje ainda é esse modelo, mas com preço inicial de R$ 78.690 e pequenas mudanças no pacote de equipamentos, como a perda do rádio de série e a troca da tomada 12v por uma entrada USB-C.
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Em janeiro de 2025 era preciso 49,13 salários mínimos para comprar o carro mais barato do Brasil. Como ficou agora com esse reajuste? Confira a seguir.
O modelo mais barato perdeu o rádio de fábrica no modelo 2026 (Foto: Renault | Divulgação)
Mesmo ficando mais caro, os reajustes feitos pela Renault no Kwid de entrada foram menores que o do piso salarial. O brasileiro precisa juntar 48,54 salários mínimos para levar o subcompacto.
Esse preço de entrada vale apenas para o carro com pintura preta, as outras cores aumentam o valor. E não existem opcionais no Kwid Zen, ele vem com direção elétrica, quatro airbags, preparação para som, ar-condicionado, travas elétricas, assistente de partida em rampa e vidros elétricos na dianteira.
A versão Track ajudou a alavancar as vendas do Polo (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)
Por muitos anos o carro mais vendido do Brasil foi o Volkswagen Gol, posição que foi perdida para o Fiat Palio e depois para o Chevrolet Onix. Hoje a marca alemã voltou a ter esse título graças ao Polo, principalmente em sua versão de entrada Track.
Para levar essa versão mais simples do Polo é preciso juntar o equivalente a 57,77 salários mínimos. O comprador terá um pacote não muito diferente do ofertado pelo Kwid, mas terá um carro mais espaçoso, mais potente e um rádio de fábrica.
O modelo de entrada tem cabine simples e faz o trabalho pesado na cidade e no campo (Foto: Fiat | Divulgação)
Na contagem geral, o carro mais vendido do Brasil é a Fiat Strada. Essa picapinha é um dos carros que carregam o país nas costas, sendo usada para todos os tipos de trabalhos urbanos ou rurais, além de ser carro de passeio para muita gente nas versões de cabine dupla.
A versão mais barata é a Endurance de cabine simples, a mais voltada para o serviço pesado. Ela vem com motor 1.3 Firefly, ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo, bloqueio eletrônico no diferencial (TC+) e preparação para rádio. Tudo isso por 69,08 salários mínimos.
O Sense é, basicamente, o 200 TSI sem as rodas de liga leve (Foto: Volkswagen | Divulgação)
A Volkswagen emplaca hoje também o SUV mais popular do mercado, o T-Cross. Ele parte de R$ 119.990 na versão Sense para atender ao público PcD e oferece um custo/benefício bom para essa faixa de preço.
Ele já traz seis airbags, ar-condicionado, painel digital, central multimídia, cruise control, vidros elétricos nas quatro portas, serviços conectados, câmbio automático, motor 1.0 turbo de 128 cv e sensor de ré.
O Polo é líder por causa das empresas, o mais vendido para pessoas físicas é o Creta (Foto: Hyundai | Divulgação)
O ranking de vendas do varejo é o que mostra os carros comprados por pessoas físicas, tirando as vendas diretas para empresas. Nessa métrica o modelo mais vendido não é o Polo, a Strada ou algum dos carros mais baratos e sim o Hyundai Creta.
Esse SUV compacto tem preço inicial de R$ 151.290 na versão Comfort 1.0 turbo, ele não oferece um modelo abaixo de R$ 120 mil como a maioria dos rivais. Para comprá-lo é preciso desembolsar quase 100 salários mínimos.
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A porta de entrada para o mundo dos carros zero km em dezembro era o Renault Kwid Zen, que partia de R$ 74.590. Hoje ainda é esse modelo, mas com preço inicial de R$ 78.690 e pequenas mudanças no pacote de equipamentos, como a perda do rádio de série e a troca da tomada 12v por uma entrada USB-C.
VEJA TAMBÉM:
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Em janeiro de 2025 era preciso 49,13 salários mínimos para comprar o carro mais barato do Brasil. Como ficou agora com esse reajuste? Confira a seguir.
1. Carro mais barato do Brasil: Renault Kwid Zen
O modelo mais barato perdeu o rádio de fábrica no modelo 2026 (Foto: Renault | Divulgação)
- Preço: R$ 78.690
- 48,54 salários mínimos
Mesmo ficando mais caro, os reajustes feitos pela Renault no Kwid de entrada foram menores que o do piso salarial. O brasileiro precisa juntar 48,54 salários mínimos para levar o subcompacto.
Esse preço de entrada vale apenas para o carro com pintura preta, as outras cores aumentam o valor. E não existem opcionais no Kwid Zen, ele vem com direção elétrica, quatro airbags, preparação para som, ar-condicionado, travas elétricas, assistente de partida em rampa e vidros elétricos na dianteira.
2. Carro mais vendido do Brasil: Volkswagen Polo
A versão Track ajudou a alavancar as vendas do Polo (Foto: Eduardo Rodrigues | AutoPapo)
- Preço:R$ 93.660
- 57,77 salários mínimos
Por muitos anos o carro mais vendido do Brasil foi o Volkswagen Gol, posição que foi perdida para o Fiat Palio e depois para o Chevrolet Onix. Hoje a marca alemã voltou a ter esse título graças ao Polo, principalmente em sua versão de entrada Track.
Para levar essa versão mais simples do Polo é preciso juntar o equivalente a 57,77 salários mínimos. O comprador terá um pacote não muito diferente do ofertado pelo Kwid, mas terá um carro mais espaçoso, mais potente e um rádio de fábrica.
3. Picape mais vendida do Brasil: Fiat Strada
O modelo de entrada tem cabine simples e faz o trabalho pesado na cidade e no campo (Foto: Fiat | Divulgação)
- Preço: R$ 111.990
- 69,08 salários mínimos
Na contagem geral, o carro mais vendido do Brasil é a Fiat Strada. Essa picapinha é um dos carros que carregam o país nas costas, sendo usada para todos os tipos de trabalhos urbanos ou rurais, além de ser carro de passeio para muita gente nas versões de cabine dupla.
A versão mais barata é a Endurance de cabine simples, a mais voltada para o serviço pesado. Ela vem com motor 1.3 Firefly, ar-condicionado, direção elétrica, computador de bordo, bloqueio eletrônico no diferencial (TC+) e preparação para rádio. Tudo isso por 69,08 salários mínimos.
4. SUV mais vendido: Volkswagen T-Cross
O Sense é, basicamente, o 200 TSI sem as rodas de liga leve (Foto: Volkswagen | Divulgação)
- Preço: R$ 119.990
- 74,02 salários mínimos
A Volkswagen emplaca hoje também o SUV mais popular do mercado, o T-Cross. Ele parte de R$ 119.990 na versão Sense para atender ao público PcD e oferece um custo/benefício bom para essa faixa de preço.
Ele já traz seis airbags, ar-condicionado, painel digital, central multimídia, cruise control, vidros elétricos nas quatro portas, serviços conectados, câmbio automático, motor 1.0 turbo de 128 cv e sensor de ré.
5. Carro mais vendido no varejo: Hyundai Creta
O Polo é líder por causa das empresas, o mais vendido para pessoas físicas é o Creta (Foto: Hyundai | Divulgação)
- Preço: R$ 151.290
- 93,33 salários mínimos
O ranking de vendas do varejo é o que mostra os carros comprados por pessoas físicas, tirando as vendas diretas para empresas. Nessa métrica o modelo mais vendido não é o Polo, a Strada ou algum dos carros mais baratos e sim o Hyundai Creta.
Esse SUV compacto tem preço inicial de R$ 151.290 na versão Comfort 1.0 turbo, ele não oferece um modelo abaixo de R$ 120 mil como a maioria dos rivais. Para comprá-lo é preciso desembolsar quase 100 salários mínimos.
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