A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) publicou a Prática Recomendada (PR) 1025, um documento que estabelece as primeiras diretrizes oficiais para a manutenção de veículos elétricos e híbridos no Brasil. A medida visa preencher uma lacuna técnica no setor de pós-venda, que enfrenta o desafio de acompanhar a rápida eletrificação da frota nacional sem uma infraestrutura de serviços padronizada.
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Atualmente, o crescimento das vendas expôs a escassez de mão de obra qualificada para lidar com sistemas de alta tensão. O receio de proprietários e do mercado é que oficinas operem de forma tradicional em motores que exigem rigor científico, aumentando o risco de acidentes fatais e prejuízos mecânicos.
Diferente de uma lei, a PR 1025 funciona como um manual técnico de excelência. O texto abrange toda a cadeia automotiva, estabelecendo protocolos desde o mecânico de bancada até serviços de reboque e blindagem. A principal vantagem do formato “Prática Recomendada” é a agilidade: o documento pode ser atualizado constantemente para acompanhar a evolução das baterias.
A norma estrutura o setor em pilares fundamentais:
Desenvolvida com apoio da Anfavea, IQA e Sindirepa, a norma confere segurança jurídica ao mercado. Embora não seja obrigatória por lei, ela deve se tornar o parâmetro exigido por montadoras e seguradoras para a validação de garantias e pagamento de sinistros.
A curto prazo, a conformidade com a ABNT tende a deixar de ser um diferencial para se tornar um requisito de operação. Para o consumidor, a medida oferece a garantia de que o veículo será manipulado segundo padrões de segurança validados internacionalmente, mitigando os riscos inerentes à tecnologia de propulsão elétrica.
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Atualmente, o crescimento das vendas expôs a escassez de mão de obra qualificada para lidar com sistemas de alta tensão. O receio de proprietários e do mercado é que oficinas operem de forma tradicional em motores que exigem rigor científico, aumentando o risco de acidentes fatais e prejuízos mecânicos.
Segurança e qualificação profissional
Diferente de uma lei, a PR 1025 funciona como um manual técnico de excelência. O texto abrange toda a cadeia automotiva, estabelecendo protocolos desde o mecânico de bancada até serviços de reboque e blindagem. A principal vantagem do formato “Prática Recomendada” é a agilidade: o documento pode ser atualizado constantemente para acompanhar a evolução das baterias.
A norma estrutura o setor em pilares fundamentais:
- Gestão de Risco: Protocolos rígidos para manipulação de sistemas de alta voltagem, visando a segurança do trabalhador;
- Níveis de Competência: Classificação técnica que separa profissionais aptos a realizar reparos complexos daqueles autorizados apenas para manutenções periféricas;
- Formalização: Transforma o reparo em processo auditável, retirando o setor da informalidade técnica.
Impacto jurídico e seguradoras
Desenvolvida com apoio da Anfavea, IQA e Sindirepa, a norma confere segurança jurídica ao mercado. Embora não seja obrigatória por lei, ela deve se tornar o parâmetro exigido por montadoras e seguradoras para a validação de garantias e pagamento de sinistros.
A curto prazo, a conformidade com a ABNT tende a deixar de ser um diferencial para se tornar um requisito de operação. Para o consumidor, a medida oferece a garantia de que o veículo será manipulado segundo padrões de segurança validados internacionalmente, mitigando os riscos inerentes à tecnologia de propulsão elétrica.
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