Com o lançamento da Strada turbo, voltou a enxurrada de comentários sobre como os motores de três cilindros não prestam, que têm a durabilidade comprometida… Na verdade, quando o assunto são novos motores, o consumidor é muito resistente e, o pior, quer manter velhos hábitos de manutenção em unidades muito mais complexas.
Óleo com especificações das mais modernas não podem ser substituídos pelo “o que eu uso sempre e nunca tive problema”. Ou achar que é frescura usar o fluido de arrefecimento indicado – e nas proporções corretas. Aquela conferia que o prestativo frentista gosta de fazer se torna cada vez mais perigosa nos carros mais novos.
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A necessida de maior eficiência energética para atender as legislações levou as montadoras a desenvolverem esses novos propulsores. E “vai piorar” a complexidades dos novos carros com a vinda dos híbridos.
Eu já escrevi aqui que, para o meu gosto, a tecnologia presente nos carros do fim dos anos 1990 e começo dos anos 2000 tanto em termos de segurança quanto em termos de funcionamento dos motores. Mas a verdade é que nós entusiastas somos poucos. A maioria dos consumidores não tá nem aí se é 3 cilindros, V6, com carburador, com injeção… Quer entrar no carro, ligar e sair por aí sem dor de cabeça.
A cada salto de tecnologia, muitos reclamam das novidades. Não sei como foi antes, mas quando vieram os motores de 16 válvulas foi uma choradeira generalizada. Que eles não prestavam, que tinham mais peças para estragar (pasmem!). Se depender de alguns, ainda teríamos motores superdimensionados de 6 cilindros com 100 cv de potência, para justificar a alta durabilidade.
Temos os nossos gostos, claro, mas não dá para ser contra a evolução tecnológica que a indústria busca e oferece. Muitas novidades virão nos próximos anos e em saltos cadas vez maiores: avanços enormes em tempo cada vez menor. E nos adaptamos ou ficamos obsoletos.
O post Strada turbo e a enxurrada de reclamações: adianta? apareceu primeiro em AutoPapo.
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Óleo com especificações das mais modernas não podem ser substituídos pelo “o que eu uso sempre e nunca tive problema”. Ou achar que é frescura usar o fluido de arrefecimento indicado – e nas proporções corretas. Aquela conferia que o prestativo frentista gosta de fazer se torna cada vez mais perigosa nos carros mais novos.
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Eu já escrevi aqui que, para o meu gosto, a tecnologia presente nos carros do fim dos anos 1990 e começo dos anos 2000 tanto em termos de segurança quanto em termos de funcionamento dos motores. Mas a verdade é que nós entusiastas somos poucos. A maioria dos consumidores não tá nem aí se é 3 cilindros, V6, com carburador, com injeção… Quer entrar no carro, ligar e sair por aí sem dor de cabeça.
A cada salto de tecnologia, muitos reclamam das novidades. Não sei como foi antes, mas quando vieram os motores de 16 válvulas foi uma choradeira generalizada. Que eles não prestavam, que tinham mais peças para estragar (pasmem!). Se depender de alguns, ainda teríamos motores superdimensionados de 6 cilindros com 100 cv de potência, para justificar a alta durabilidade.
Temos os nossos gostos, claro, mas não dá para ser contra a evolução tecnológica que a indústria busca e oferece. Muitas novidades virão nos próximos anos e em saltos cadas vez maiores: avanços enormes em tempo cada vez menor. E nos adaptamos ou ficamos obsoletos.
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