A redução do preço do litro do diesel e da gasolina nas distribuidoras trouxe um alívio para o brasileiro. Mas apesar da redução maior do diesel (R$ 0,44), a gasolina (R$ 0,40) ainda é mais barata nas bombas.
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Assim quem está pensando em comprar uma picape usada, com mais capacidade de carga e passageiros que uma leve, uma caminhonete média flex pode ser uma opção interessante. Isso porque o Brasil precisa importar diesel para atender a demanda, enquanto a produção de gasolina é mais farta e menos suscetível a flutuações. E nesse contexto, uma Toyota Hilux flex usada pode ser uma boa opção.
As picapes médias flex sumiram do mercado. No final de 2021, Toyota e Chevrolet tiram de linha suas versões bicombustível da Hilux e S10, curiosamente num momento em que o preço do diesel disparou nas bombas. Em algumas praças seria possível abastecer, com etanol, a um terço do litro do diesel. Tudo isso fez com que as flex usadas se tornassem uma opção atraente, mesmo que relegadas pelos fabricantes.
As dimensões são as mesmas da Hilux diesel, mas a capacidade de carga é inferior
A Hilux flex chegou ao mercado em meados dos anos 2000, num momento em que os motores flexíveis ganhavam volume de mercado. A Toyota ofereceu essa opção por dusa gerações e tanto a carroceria e motor passaram por melhorias com o tempo.
Picape média com cinco lugares.
Fabricada na planta de Zárate (Argentina)
O valor na tabela, segundo a Fipe, é de R$ 168.511
No varejo de usados, a média de valores é de R$ 170 mil, um valor muito próximo da referência da Fipe. Mas há unidades que podem custar de R$ 160 mil a até R$ 180 mil, dependendo do estado de conservação e quilometragem total.
Sem fricotes, o acabamento é simples, mas bancos em couros e boa montagem valorizam a picape
A Hilux SRV flex, ano 2018, é equipada com motor 2.7 de 163 cv e 25 kgfm de torque, combinado com transmissão automática de seis marchas e tração 4×4 com seletor eletrônico.
Segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro, o consumo declaro do a Hilux SRV 2.7 flex é:
A caçamba da Hilux comporta 1.036 litros, mas a capacidade de carga é de 730 quilos.
Seletor de tração eletrônico, com reduzida, garante valentia ao motor flex
A Hilux utiliza conjunto independente com braços sobrepostos (frente) e eixo rígido com feixe de molas (atrás).
A picape utiliza discos ventilados (frente) e tambores (traseira).
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Assim quem está pensando em comprar uma picape usada, com mais capacidade de carga e passageiros que uma leve, uma caminhonete média flex pode ser uma opção interessante. Isso porque o Brasil precisa importar diesel para atender a demanda, enquanto a produção de gasolina é mais farta e menos suscetível a flutuações. E nesse contexto, uma Toyota Hilux flex usada pode ser uma boa opção.
As picapes médias flex sumiram do mercado. No final de 2021, Toyota e Chevrolet tiram de linha suas versões bicombustível da Hilux e S10, curiosamente num momento em que o preço do diesel disparou nas bombas. Em algumas praças seria possível abastecer, com etanol, a um terço do litro do diesel. Tudo isso fez com que as flex usadas se tornassem uma opção atraente, mesmo que relegadas pelos fabricantes.
O que verificar antes da compra?
- Procedência
- Estado de conservação
- Histórico de ocorrências
- Registros de manutenção no manual do proprietário
- Documentação e pendências junto ao Detran e financeiras
- Avaliação de um mecânico
- Recalls
O que verificar no ato da compra?
- Pastilhas de freio
- Lonas de freio
- Velas de ignição
- Cabo de vela
- Bateria
- Bomba de combustível
- Corrente de comando
- Correia de serviço
O que é recomendo trocar quando comprar uma Hilux flex?
- Filtro de óleo;
- Filtro de ar;
- Filtro de combustível;
- Lubrificante;
- Líquido de arrefecimento;
- Filtro de cabine.
Ficha técnica da Toyota Hilux SRV 2.7 (2018)
As dimensões são as mesmas da Hilux diesel, mas a capacidade de carga é inferior
A Hilux flex chegou ao mercado em meados dos anos 2000, num momento em que os motores flexíveis ganhavam volume de mercado. A Toyota ofereceu essa opção por dusa gerações e tanto a carroceria e motor passaram por melhorias com o tempo.
Qual é sua carroceria?
Picape média com cinco lugares.
Onde era feito?
Fabricada na planta de Zárate (Argentina)
Quanto custa?
O valor na tabela, segundo a Fipe, é de R$ 168.511
Preço médio no varejo?
No varejo de usados, a média de valores é de R$ 170 mil, um valor muito próximo da referência da Fipe. Mas há unidades que podem custar de R$ 160 mil a até R$ 180 mil, dependendo do estado de conservação e quilometragem total.
O que ele oferece?
Sem fricotes, o acabamento é simples, mas bancos em couros e boa montagem valorizam a picape
- Direção hidráulica
- Ar-condicionado digital de uma zona
- Multmídia de 7 polegadas (GPS, TV Digital, DVD, rádio, USB, CD, MP3, câmera de ré e Bluetooth)
- Relógio digital (clássico)
- Vidros elétricos
- Retrovisores elétricos
- Rodas de liga leve
- Faróis de neblina
Itens de segurança
- Duplo airbag
- Controle de tração
- Controle de estabilidade
- Isofix
Como é o motor?
A Hilux SRV flex, ano 2018, é equipada com motor 2.7 de 163 cv e 25 kgfm de torque, combinado com transmissão automática de seis marchas e tração 4×4 com seletor eletrônico.
Como é consumo?
Segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro, o consumo declaro do a Hilux SRV 2.7 flex é:
| Combustível | Urbano | Rodoviário |
|---|---|---|
| Gasolina | 6,9 km/l | 8,1 km/l |
| Etanol | 4,8 km/l | 5,6 km/l |
Qual é a capacidade de carga?
A caçamba da Hilux comporta 1.036 litros, mas a capacidade de carga é de 730 quilos.
Qual é a suspensão do Toyota Hilux flex?
Seletor de tração eletrônico, com reduzida, garante valentia ao motor flex
A Hilux utiliza conjunto independente com braços sobrepostos (frente) e eixo rígido com feixe de molas (atrás).
Freios
A picape utiliza discos ventilados (frente) e tambores (traseira).
Pontos positivos
- Preço
- bicombustível
- Confiabilidade da marca
Pontos negativos
- Consumo no etanol
- Faltam airbags laterais
- Capacidade de carga inferior à versão diesel
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