O Polo Track foi o centro das atenções do setor automotivo nos últimos dias. Justamente um carro de entrada e que vem a ser o modelo mais barato da Volkswagen. Mais importante: que tem a missão de ocupar o lugar deixado pelo Gol.
O AutoPapo agora vai mostrar no que o Polo Track é bem melhor que o Gol. São sete aspectos principais que fazem do novo carro “popular” da VW uma opção bem mais interessante que o velho compacto.
VEJA TAMBÉM:
Polo tem plataforma MQB
Gol utilizava a antiquada PQ24
Vamos começar pela base – literalmente. A terceira e última geração do Gol se valia da versão da arquitetura PQ24. Esta estreou no primeiro Polo brasileiro (quarta geração global), em 2002, mas foi um pouco simplificada no Fox, um ano depois.
Não que fosse uma plataforma ruim, contudo o Polo Track usa a mesma base da sexta geração da linha compacta, que estreou aqui em 2017. Trata-se da cultuada arquitetura modular MQB, que serve a diversos modelos do Grupo Volkswagen.
A MQB é conhecida por sua versatilidade e modernidade. O que se reflete em vários fatos que vão fazer do Polo Track um carro bem melhor que o Gol, como veremos a seguir.
Projeto mais novo também traz benefícios na dirigilidade do novo compacto
O principal ganho é na dinâmica. Sim, o Gol era um carro justinho, mas o Polo tem uma carroceria mais firme e construção mais sólida. Isso fica evidente nas curvas, onde a rigidez se mostra bastante eficiente.
Contribui para tal o ajuste da suspensão traseira por eixo de torção. É a mesma da linha Polo, que ajuda neste comportamento dinâmico mais apurado, só que com amortecedores diferentes.
Um dos fatos em que o Polo Track é bem melhor que o Gol está neste ponto. A direção elétrica já é um ganho e tanto em relação ao hatch que se aposentou no fim de 2022 – este usava assistência hidráulica.
O resultado é um carro mais direto e preciso nas manobras. Nas curvas, o Polo Track aponta bem e se mostra obediente. Nas retas em altas velocidades, a comunicação com as rodas continua eficiente e o motorista não sente sinais assustadores de flutuação.
Ainda manteve os ajustes firmes dos pedais e especialmente do câmbio MQ200 de cinco marchas, um dos melhores do planeta, graças ao curso curto e engates justos. Tudo isso corrobora para uma estabilidade bacana do Polo Track. Pode-se dizer, sem medo de errar, que ele é mais “na mão” que o Gol.
Ergonomia do Polo Track é bem superior a do Gol
Quem já fez longas viagens de Gol sabe que a tarefa não é fácil. A posição de dirigir do hatch sempre foi alvo de críticas e evoluiu pouco ao longo do tempo. Além de pecar na ergonomia, é meio torta.
O Track usa a mesma solução do restante da gama Polo. A posição de dirigir é levemente baixa e os comandos principais estão ao alcance das mãos e dos olhos. A visibilidade também é bastante satisfatória.
Bancos parecem simples, mas trazem bom apoio
Espaço interno é destaque do Polo
De novo para quem já ficou com a bunda colada no banco do Gol por muitas horas sabe do que falamos. Os bancos do Polo Track são bem melhores que os do seu antecessor. Principalmente para motorista e carona, os modelos inteiriços acomodam melhor o corpo.
No espaço traseiro há um pouco mais de vão para pernas e joelhos. Além disso, como dito, a Volks colocou amortecedores diferentes no Track para compensar os 25 kg a menos de peso do Polo de entrada em relação às demais versões da linha.
O que se tem é um hatch bem resolvido ao passar por buracos e quebra-molas. A cabine não fica quicando e o conjunto consegue entregar aquela firmeza e robustez que se espera de um Volkswagen.
O Polo Track está longe de ser uma referência de equipamentos. Até porque ele quer atender a um público de vendas diretas e, por isso mesmo, foi aliviado na comparação com a configuração MPI, que vem a ser a mais barata do “novo” Polo apresentado em 2022.
Mesmo assim, o Polo Track é bem melhor que o Gol na parte de itens de segurança. De cara, o novato herda os quatro airbags da linha (dianteiros e laterais na frente) – o antecessor só recebia as bolsas frontais obrigatórias por lei.
Melhor: também oferece controles eletrônicos de estabilidade e de tração, e o assistente à subida em rampas. Itens que o velho Gol jamais sonhou em ter…
Por fim, o Polo Track oferece um custo-benefício melhor. Custa R$ 79.090, só R$ 4.000 a mais que o preço de tabela do Gol antes de se despedir, porém é um projeto mais moderno. Ao mesmo tempo, vem mais equipado que o hatch veterano, especialmente na segurança.
Na mecânica, a mesma robustez que no Gol. E no pós-venda a promessa é de custos de revisões do Polo Track bem próximas aos do antigo hatch de entrada da Volkswagen.
O post VW Polo Track é bem melhor do que o Gol em 7 pontos-chaves apareceu primeiro em AutoPapo.
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O AutoPapo agora vai mostrar no que o Polo Track é bem melhor que o Gol. São sete aspectos principais que fazem do novo carro “popular” da VW uma opção bem mais interessante que o velho compacto.
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Plataforma e projeto
Polo tem plataforma MQB
Gol utilizava a antiquada PQ24
Vamos começar pela base – literalmente. A terceira e última geração do Gol se valia da versão da arquitetura PQ24. Esta estreou no primeiro Polo brasileiro (quarta geração global), em 2002, mas foi um pouco simplificada no Fox, um ano depois.
Não que fosse uma plataforma ruim, contudo o Polo Track usa a mesma base da sexta geração da linha compacta, que estreou aqui em 2017. Trata-se da cultuada arquitetura modular MQB, que serve a diversos modelos do Grupo Volkswagen.
A MQB é conhecida por sua versatilidade e modernidade. O que se reflete em vários fatos que vão fazer do Polo Track um carro bem melhor que o Gol, como veremos a seguir.
Dinâmica
Projeto mais novo também traz benefícios na dirigilidade do novo compacto
O principal ganho é na dinâmica. Sim, o Gol era um carro justinho, mas o Polo tem uma carroceria mais firme e construção mais sólida. Isso fica evidente nas curvas, onde a rigidez se mostra bastante eficiente.
Contribui para tal o ajuste da suspensão traseira por eixo de torção. É a mesma da linha Polo, que ajuda neste comportamento dinâmico mais apurado, só que com amortecedores diferentes.
Dirigibilidade do Polo Track é superior
Um dos fatos em que o Polo Track é bem melhor que o Gol está neste ponto. A direção elétrica já é um ganho e tanto em relação ao hatch que se aposentou no fim de 2022 – este usava assistência hidráulica.
O resultado é um carro mais direto e preciso nas manobras. Nas curvas, o Polo Track aponta bem e se mostra obediente. Nas retas em altas velocidades, a comunicação com as rodas continua eficiente e o motorista não sente sinais assustadores de flutuação.
Ainda manteve os ajustes firmes dos pedais e especialmente do câmbio MQ200 de cinco marchas, um dos melhores do planeta, graças ao curso curto e engates justos. Tudo isso corrobora para uma estabilidade bacana do Polo Track. Pode-se dizer, sem medo de errar, que ele é mais “na mão” que o Gol.
Posição de dirigir
Ergonomia do Polo Track é bem superior a do Gol
Quem já fez longas viagens de Gol sabe que a tarefa não é fácil. A posição de dirigir do hatch sempre foi alvo de críticas e evoluiu pouco ao longo do tempo. Além de pecar na ergonomia, é meio torta.
O Track usa a mesma solução do restante da gama Polo. A posição de dirigir é levemente baixa e os comandos principais estão ao alcance das mãos e dos olhos. A visibilidade também é bastante satisfatória.
Conforto
Bancos parecem simples, mas trazem bom apoio
Espaço interno é destaque do Polo
De novo para quem já ficou com a bunda colada no banco do Gol por muitas horas sabe do que falamos. Os bancos do Polo Track são bem melhores que os do seu antecessor. Principalmente para motorista e carona, os modelos inteiriços acomodam melhor o corpo.
No espaço traseiro há um pouco mais de vão para pernas e joelhos. Além disso, como dito, a Volks colocou amortecedores diferentes no Track para compensar os 25 kg a menos de peso do Polo de entrada em relação às demais versões da linha.
O que se tem é um hatch bem resolvido ao passar por buracos e quebra-molas. A cabine não fica quicando e o conjunto consegue entregar aquela firmeza e robustez que se espera de um Volkswagen.
Itens de segurança
O Polo Track está longe de ser uma referência de equipamentos. Até porque ele quer atender a um público de vendas diretas e, por isso mesmo, foi aliviado na comparação com a configuração MPI, que vem a ser a mais barata do “novo” Polo apresentado em 2022.
Mesmo assim, o Polo Track é bem melhor que o Gol na parte de itens de segurança. De cara, o novato herda os quatro airbags da linha (dianteiros e laterais na frente) – o antecessor só recebia as bolsas frontais obrigatórias por lei.
Melhor: também oferece controles eletrônicos de estabilidade e de tração, e o assistente à subida em rampas. Itens que o velho Gol jamais sonhou em ter…
Custo-benefício
Por fim, o Polo Track oferece um custo-benefício melhor. Custa R$ 79.090, só R$ 4.000 a mais que o preço de tabela do Gol antes de se despedir, porém é um projeto mais moderno. Ao mesmo tempo, vem mais equipado que o hatch veterano, especialmente na segurança.
Na mecânica, a mesma robustez que no Gol. E no pós-venda a promessa é de custos de revisões do Polo Track bem próximas aos do antigo hatch de entrada da Volkswagen.
O post VW Polo Track é bem melhor do que o Gol em 7 pontos-chaves apareceu primeiro em AutoPapo.
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