Notícia VW rebola para deixar o Polo 2023 mais pobre e fazer dele o novo Gol

A Volkswagen acaba de lançar o novo Polo 2023. Na minha opinião devia se chamar Polo “academia”. Por quê? Porque a Volkswagen fez uma ginástica gigantesca com o novo Polo.


Ela fez um Facelift na frente e mudou o acabamento interno. Mas principalmente eliminou vários componentes mecânicos sofisticados, como freio a disco na traseira e o câmbio automático. Agora é manual. O motor 200 TSI de 128 cv caiu para o 170 TSI de 116 cv. Lá se foram 12 cavalos de potência embora.

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E os preços também fazem parte da ginástica. O modelo mais barato subiu quase R$ 1 mil. De R$ 78.500 para R$ 83 mil reais. O mais caro caiu de R$ 117 mil para R$ 110 mil.

Por que essa ginástica, que é quase uma acrobacia? Porque no primeiro trimestre do próximo ano, a Volkswagen vai encerrar definitivamente a produção do Gol. E no lugar dele entra um Polo Track, que é um Polo ainda mais desprovido de equipamentos.

Esse novo Polo 2023, que é o modelo mais simples, ao invés de rodas de liga leve vai ter rodas de aço com calota. Ao invés de um painel digital de tantas polegadas vai reduzir para uma tela menor.

Hoje o Polo tem alarme do pneu que tá ficando murcho (TPMS), mas também dará tchau. Ela vai simplificar o Polo. E na minha opinião, eu vou chutar aqui o preço da versão mais barata, que agora é de R$ 83 mil, vai cair para um pouco mais de R$ 75 mil, porque o Track é o substituto do Gol.

Agora, está explicado toda essa ginástica, que é quase uma acrobacia, da Volkswagen para o novo Polo.


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