O chefão da Stellantis para América do Sul, Antonio Filosa, assumirá o comando global da Jeep. Depois de seis anos no Brasil e 47 lançamentos, o executivo napolitano se tornará responsável pela cereja do bolo do grupo.
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Isso porque a Jeep é a única marca de penetração global da Stellantis e atua na faixa nobre do mercado, que é o segmento de SUVs. Além disso, a marca tem valor agregado suficiente para consolidar a virada da eletrificação, que tem como porta-bandeira justamente os modelos utilitários.
Jeep Avenger está em sintonia com a tendência do mercado que é combinar SUV com motores elétricos (Foto: Jeep | Divulgação)
“Em 2023, a Jeep deverá terminar o ano com 1 milhão de unidades vendidas. O grupo inteiro deverá registrar pouco mais de 6 milhões. Isso mostra que a participação da Jeep é muito expressiva, pois atua basicamente em um único nicho e não tem modelos de entrada e nem picapes, com exceção da Gladiator, para fazer volume”, analisa.
Para o executivo a Jeep tem potencial para atingir diferentes públicos sem fugir de seu núcleo de atuação. “É impossível pensar no mundo automobilístico sem a Jeep. Em qualquer lugar do mundo, é o que vem à mente para ir onde quiser”, comenta.
Linha de montagem da Jeep em Goiana é fundamental a estratégia global da marca (Foto: Jeep | Divulgação)
Filosa ainda aponta que a unidade pernambucana de Goiana é crucial no projeto de expansão da marca. “Goiana tem um um papel importante e cada vez mais vamos localizar ainda mais o desenvolvimento de produtos. Apesar de ir para Detroit, estarei sempre no Brasil, acompanhando de perto”, garante o italiano que também aponta que a Jeep é a marca de maior crescimento na América do Sul e muito se deve à planta nordestina.
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Isso porque a Jeep é a única marca de penetração global da Stellantis e atua na faixa nobre do mercado, que é o segmento de SUVs. Além disso, a marca tem valor agregado suficiente para consolidar a virada da eletrificação, que tem como porta-bandeira justamente os modelos utilitários.
Jeep Avenger está em sintonia com a tendência do mercado que é combinar SUV com motores elétricos (Foto: Jeep | Divulgação)
“Em 2023, a Jeep deverá terminar o ano com 1 milhão de unidades vendidas. O grupo inteiro deverá registrar pouco mais de 6 milhões. Isso mostra que a participação da Jeep é muito expressiva, pois atua basicamente em um único nicho e não tem modelos de entrada e nem picapes, com exceção da Gladiator, para fazer volume”, analisa.
A Jeep de Filosa
Para o executivo a Jeep tem potencial para atingir diferentes públicos sem fugir de seu núcleo de atuação. “É impossível pensar no mundo automobilístico sem a Jeep. Em qualquer lugar do mundo, é o que vem à mente para ir onde quiser”, comenta.
Linha de montagem da Jeep em Goiana é fundamental a estratégia global da marca (Foto: Jeep | Divulgação)
Filosa ainda aponta que a unidade pernambucana de Goiana é crucial no projeto de expansão da marca. “Goiana tem um um papel importante e cada vez mais vamos localizar ainda mais o desenvolvimento de produtos. Apesar de ir para Detroit, estarei sempre no Brasil, acompanhando de perto”, garante o italiano que também aponta que a Jeep é a marca de maior crescimento na América do Sul e muito se deve à planta nordestina.
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