A Chery apresentou na Austrália o conceito KP31, uma picape média que antecipa a entrada da montadora no acirrado segmento de utilitários com caçamba. O principal diferencial estratégico do modelo é a adoção de um conjunto mecânico híbrido plug-in (PHEV) associado a um motor turbodiesel. A escolha contrasta com a tendência atual do mercado de picapes eletrificadas, que têm priorizado propulsores a gasolina, e visa atrair consumidores tradicionais que exigem alto torque e grande autonomia para o transporte de carga e uso severo.
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O trem de força da KP31 é composto por um motor 2.5 turbodiesel trabalhando em conjunto com motores elétricos posicionados no eixo traseiro, o que garante tração integral ao veículo. Segundo a fabricante chinesa, o propulsor a combustão atinge uma eficiência térmica de 47%, índice considerado referência na indústria automotiva. Essa configuração permite unir a robustez característica do ciclo diesel à redução de emissões proporcionada pelo sistema elétrico recarregável em tomadas.
Com porte robusto e linhas de design agressivas, o conceito mira a fatia de mercado dominada por modelos consagrados, como Toyota Hilux e Ford Ranger, além de se preparar para o embate com rivais chinesas, como a BYD Shark. O desenvolvimento de uma picape com essa motorização é um passo fundamental para a expansão global da Chery, focando especialmente em regiões com forte vocação agropecuária e longas distâncias rodoviárias.
Na América Latina, a motorização a diesel ainda é um fator decisivo de compra. A eventual chegada de uma versão de produção baseada na KP31 tem potencial para consolidar a presença da marca no Brasil. A estratégia oferece uma transição tecnológica mais palatável para o público rural e frotista, que frequentemente resiste à eletrificação total ou aos sistemas híbridos baseados exclusivamente em gasolina.
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Eficiência térmica e ofensiva global
O trem de força da KP31 é composto por um motor 2.5 turbodiesel trabalhando em conjunto com motores elétricos posicionados no eixo traseiro, o que garante tração integral ao veículo. Segundo a fabricante chinesa, o propulsor a combustão atinge uma eficiência térmica de 47%, índice considerado referência na indústria automotiva. Essa configuração permite unir a robustez característica do ciclo diesel à redução de emissões proporcionada pelo sistema elétrico recarregável em tomadas.
Com porte robusto e linhas de design agressivas, o conceito mira a fatia de mercado dominada por modelos consagrados, como Toyota Hilux e Ford Ranger, além de se preparar para o embate com rivais chinesas, como a BYD Shark. O desenvolvimento de uma picape com essa motorização é um passo fundamental para a expansão global da Chery, focando especialmente em regiões com forte vocação agropecuária e longas distâncias rodoviárias.
Na América Latina, a motorização a diesel ainda é um fator decisivo de compra. A eventual chegada de uma versão de produção baseada na KP31 tem potencial para consolidar a presença da marca no Brasil. A estratégia oferece uma transição tecnológica mais palatável para o público rural e frotista, que frequentemente resiste à eletrificação total ou aos sistemas híbridos baseados exclusivamente em gasolina.
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